OBJETIVO GERAL


OBJETIVO GERAL:
Evangelizar a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (Jo 10,10), rumo ao Reino definitivo.


terça-feira, 13 de agosto de 2013

3º etapa do Curso Regional de Doutrinas Sociais da Igreja, em Pastos Bons diocese de Balsas

Aconteceu nos dias 02, 03 3 04 de agosto, tendo como assessor  Pe. Umberto Guidotti e, contando com a presença de algumas dioceses do regional nordeste5: Brejo, Bacabal, Caxias, Balsas, Viana, Zé Doca, Imperatriz e Coroatá.
Participantes da Diocese de Zé Doca; Nonato Paiva, Raimundo, Arlan, Poeta da Paroquia de Santo Antônio de Zé Doca e Sr. Mario da Paroquia São Sebastiao de Carutapera.
Depoimento de Pe. Umberto Guidotti.
- Qual a importância do Curso de DSI para a nossa Igreja nos dias de hoje?
Pe. GUIDOTTI – É preciso descobrir este segredo bonito que nós temos que é os acervos que nós temos da Doutrina Social da Igreja não somente a nível mundial do fruto das encíclicas dos papas, mas de uma Doutrina Social da Igreja construída e elaborada aqui na América Latina pelos os nossos bispos, através das conferencias episcopais em Medellin de 1968, Puebla de 1979, Santo Domingo de 1992 e aparecida em 2007.
A igreja é estruturada sob três esteios. 1º esteio é o esteio da palavra, 2º esteio é o esteio da liturgia e o 3º esteio é o esteio da caridade, tem que ter uma caridade organizada, significa uma estrutura da caridade tanto quanto numa paroquia numa diocese ter uma estrutura da catequese e ter uma estrutura da liturgia, nós temos muitas pessoas que trabalham na liturgia e muitas pessoas que trabalham na catequese, se gasta dinheiro para abrilhantar nossas liturgias, se gasta para fornecer subsídios didáticos para a catequese, mas a cinderela continua sendo a parte social, a caridade organizada que cuida da assistência, da promoção e da libertação dos pobres, cuida da injustiça, cuida da construção do Reino de Deus, tudo isso nós encontramos,  aquilo que nós chamamos  de Doutrina Social da Igreja, que agora  esta tudo resumido num livro chamado “ COMPÊNDIO” da DSI. Este COMPÊNDIO seria uma espécie de catecismo da Doutrina Social da Igreja, como existe o catecismo da Igreja Católica que fala dos dogmas, que fala das verdades, existe um catecismo apropriado para a DSI, que deveria está nas mãos de todos.

Este Doutrina deveria fazer parte do conteúdo da  catequese, sobretudo dos adolescente e jovens da Crisma, e também fazer parte dos cursos de formação de todos os agentes de pastorais, não é possível pensar uma verdadeira formação cristã, deixando de lado a doutrina Social da Igreja.

Estes conteúdos de Medellin, de Puebla e Santo Domingo através de uma introdução feita por minha parte , uma leitura dos textos, bonitos, proféticos e inovadores que teria muito ajudado a igreja se tivessem sido posto em pratica. Hoje pela manha 04/08, por exemplo, nós vimos como documento de Medellin, já falava da pobreza da igreja, já incentivava os bispos e a igreja a não ir atrás dos privilégios,  da riqueza, de não ir atrás de anéis de ouro essas coisas que o Papa Francisco esta lançando para o mundo todo, nós da américa latina já tínhamos falado antes a 30, 40 anos atrás já havíamos falado que nós precisávamos de uma igreja como esta. Então graças a Deus veio este Papa Latino Americano que esta resgatando esta produção dos nossos bispos e da nossa Igreja. Precisa por tanto continuar, aprofundar e espalhar mais este tesouro da Doutrina Social da Igreja no nosso meio e nas nossas comunidades.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013


JOVENS DA DIOCESE DE ZÉ DOCA (MA) PRESTIGIARAM A MARCHA MUNDIAL DAS JUVENTUDES
A Macha Mundial das Juventude aconteceu dia 26 de julho, onde os participantes de grupos juvenis da pastoral da juventude e dentre outros movimentos ligado à juventude foram às ruas da cidade maravilhosa levando uma mensagem a sociedade civil: “Chega de Violência e Extermínio de Jovens”.
Texto a seguir tirado do site da pj (http://www.pj.org.br/noticias/1675):
O principal grito motivador da marcha vem da “Campanha Nacional contra a Violência e Extermínio de Jovens”, que é organizada pelas Pastorais da Juventude do Brasil em parceria com outras organizações da Igreja e da Sociedade. Assim aconteceu. Os jovens se concentraram no Arpoador a partir de 13h30min e depois seguiram rumo à praia de Copacabana, onde acontece a Via-Sacra com a presença do Papa no período da noite.   
      

Durante a concentração será oferecida uma Oficina para confecção de cartazes com mensagens de defesa pela vida da juventude, além dos principais gritos já utilizados na Campanha. Também serão distribuídas bandeiras e outros instrumentos pela organização da Marcha. “Este é o momento oportuno de irmos para as ruas lutar pela vida dos jovens de todo o mundo”, afirma o assessor nacional da Pastoral da Juventude e um dos organizadores da marcha, Joaquim Silva. Para ele, a motivação da caminhada vem de muito antes, quando a PJ já organizava eventos de massa por todo o país. Mas a força do gesto deve ser ainda maior, já que o Brasil tem vivido um período de intensas manifestações em várias cidades.

Outro tema que estará presente na atividade é o posicionamento contra a Redução da Maioridade Penal. O membro do Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) pela PJ, Edgar Mansur afirmou que o tema sempre foi discutido nas pastorais e na Igreja, mas que a amplitude que o assunto ganhou na mídia requer uma postura mais clara. “Muitas pessoas se assustam com esse posicionamento de ser contra a redução da maioridade penal. Mas não temos medo de reafirmar essa postura, porque acreditamos que ela vai de encontro ao que o Evangelho nos propõe. Não queremos mais gente na cadeia, queremos mais direitos respeitados e caminhos verdadeiramente transformadores”, completou.


A divulgação segue sendo feita por meio de panfletagens e uso das redes sociais. Segundo os organizadores, a fala do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, na missa de abertura da JMJ, foi motivadora. Na oportunidade ele rezou pelas vítimas da chacina da Candelária e citou os jovens mortos no incêndio da boate “Kiss” em Santa Maria. “O cenário de violência e de negação de direitos da juventude está presente no mundo inteiro. Reunir uma multidão internacional de jovens é assumir a ousadia de que a juventude quer viver aqui, e em todo lugar do mundo”, disse a jovem catarinense Aline Ogliari.


 A “Marcha Mundial das Juventudes” é um evento ligado a “Tenda das Juventudes”, que está acontecendo na paróquia de Santa Bernadete no bairro de Higienópolis. No local, temas que envolvem os direitos juvenis estão sendo aprofundados durante a semana.

Peregrinos da Diocese de Zé Doca participam das catequeses

Durante toda a semana da JMJ, que aconteceu no Rio de Janeiro, houve três dias de catequese (24- 25- 26/ 07) da qual os peregrinos da Diocese de Zé Doca participaram intensamente, ouvindo as palavras dos bispos que dirigiram tais catequeses.

As ondas do mar foram o fundo sonoro para a catequese do arcebispo de Juiz de Fora, MG, Dom Gil Antônio Moreira, no Clube Costa Brava em Joá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. "Pode chover o que quiser, a chuva, a agressão do mundo, nada nos fará abandonar a Cristo", disse aos jovens presentes, que escutavam o barulho das chuvas durante toda a quarta-feira, 24.

O arcebispo contou o testemunho de uma tempestade no Rio Amazonas, que acabou levando-o para um vilarejo ribeirinho. Dom Gil lembrou que a sede humana só é saciada com Deus porque "as coisas humanas só preenchem até certo ponto".

Para as amigas Maria Eduarda, Brenda e Sabrina de Nova Olinda (MA), as palavras da catequese foram importantes para preencher a alma com a graça de Deus. Segundo elas, o bispo falou em uma linguagem muito próxima.




DIOCESE DE ZÉ DOCA CHEGAR A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE


Foi dia 22 do mês corrente às vinte horas e trinta minutos, os peregrinos da diocese de Zé Doca chegaram a Rio de Janeiro onde acontece a Jornada mundial da Juventude. 


Os dois grupos da diocese foram acolhidos por duas paróquias da arquidiocese do Rio.

O primeiro grupo foi acolhido pela paróquia Nossa Senhora Mãe da Divina Providência –Bairro Taquara– onde foram recepcionados pela comunidade e direcionados para o alojamento. Já o segundo grupo foi direcionado para a paróquia Nossa Senhora de Fátima no bairro Olaria.