OBJETIVO GERAL


OBJETIVO GERAL:
Evangelizar a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (Jo 10,10), rumo ao Reino definitivo.


terça-feira, 29 de julho de 2014

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL 
Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia
Música Litúrgica
___________________________________________________________________________


Carta aos agentes de música litúrgica do Brasil
Comissão Episcopal para a Liturgia

A liturgia ocupa um lugar central em toda a ação evangelizadora da Igreja. Ela é o “cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, a fonte de onde emana toda a sua força” (SC 10). Nela, o discípulo realiza o mais íntimo encontro com seu Senhor e dela recebe a motivação e a força máximas para a sua missão na Igreja e no mundo (cf. DGAE nº 

67). Há uma relação muito profunda entre beleza e liturgia. Beleza não como mero esteticismo, mas como modalidade pela qual a verdade do amor de Deus em Cristo nos alcança, fascina e arrebata, fazendo-nos sair de nós mesmos e atraindo-nos assim para a nossa verdadeira vocação: o amor (cf. SCa 35). Unida ao espaço litúrgico, a música é genuína expressão de beleza, tem especial capacidade de atingir os corações e, na liturgia, grande eficácia pedagógica para levá-los a penetrar no mistério celebrado.

Acompanhamos, com entusiasmo e alegria, o florescer de grupos de canto e música litúrgica, grupos instrumentais e vocais, que exercem o importante ministério de zelar pela beleza e profundidade da liturgia através do canto e da música. Sua animação e criatividade encantam muitos daqueles que participam das celebrações litúrgicas em nossas comunidades. 

Ao soar dos primeiros acordes e ao canto da primeira nota, sentimos mais profundamente a presença de Deus. Lembramos alguns aspectos importantes que contribuem para a grandeza do mistério celebrado.

1. A importância da letra na música litúrgica - a letra tem a primazia, a música está a seu serviço. A descoberta da beleza de um canto litúrgico passa necessariamente pela análise cuidadosa do conteúdo do texto e da poesia. A beleza estética não é o único critério. Muitas músicas cantadas em nossas liturgias estão distanciadas do contexto celebrativo. “Verdadeiramente, em liturgia, não podemos dizer que tanto vale um cântico como outro; é necessário evitar a improvisação genérica e o canto deve integrar-se na forma própria da celebração” (SCa 42). Não é possível cantar qualquer canto em qualquer momento ou em qualquer tempo. O canto “precisa estar intimamente vinculado ao rito, ou seja, ao momento celebrativo e ao tempo litúrgico” (DGAE 76). Antes de escolher um canto litúrgico é preciso aprofundar o sentido dos textos bíblicos, do tempo litúrgico, da festa celebrada e do momento ritual. 

2. A participação da assembleia no canto - o Concílio Vaticano II enfatiza a participação ativa, consciente, plena, frutuosa, externa e interna de todos os fiéis (cf. SC 14). O canto litúrgico não é propriedade particular de um cantor, animador, ou de um seleto grupo de SE/Sul - Q. 801 - Conj. “B” - CEP 70401-900 - Caixa Postal 02067 - CEP 70259-970 - Brasília-DF - Brasil - Fone: (61) 2103-8300/2103-8200 - Fax: (61) 2103-8303

E-mail: musica@cnbb.org.br — Site: www.cnbb.org.br cantores. A liturgia permite alguns momentos para solos (tanto vocais quanto instrumentais), porém a assembleia deve ter prioridade na execução dos cantos litúrgicos. O animador ou o cantor tem a importante missão, como elemento intrínseco ao serviço que presta à comunidade, de favorecer o canto da assembleia, ora sustentando, ora fazendo pequenos gestos de regência, contribuindo para a participação ativa de toda a comunidade celebrante. 

3. Cuidado com o volume dos instrumentos e microfones - em muitas comunidades, o excessivo volume dos instrumentos, como também a grande quantidade de microfones para os cantores, às vezes, não contribuem para um mergulho no mistério celebrado, antes, provocam a agitação interior e a dispersão, além de inibir a participação da assembleia no canto. Pede-se cuidado com o volume do som, a fim de que as celebrações sejam mais orantes, pois tudo deve contribuir para a beleza do momento ritual. 

4. Cultivar uma espiritualidade litúrgica - os cantores e instrumentistas exercem um verdadeiro ministério litúrgico (SC 29). A celebração não é um momento para fazer um show, para apresentação de qualidades e aptidões. Os cantores e instrumentistas devem, antes de tudo, mergulhar no mistério, ouvir e acolher com a devida atenção a Palavra de Deus e participar intensamente de todos os momentos da celebração. Música litúrgica e espiritualidade litúrgica devem andar juntas, são duas asas de um mesmo voo, duas nascentes de uma mesma fonte. Invocamos as luzes do Espírito Santo sobre todos os agentes de música litúrgica de nosso país. Reconhecemos o valoro do ministério exercido a serviço de celebrações reveladoras da beleza suprema do Deus criador e da atualização do Mistério Pascal de Jesus Cristo.

- Na escolha do cantos, a equipe de música analisa o texto para ver se está de acordo com a liturgia do dia?

- Em sua comunidade, a assembleia participa do canto?

- Considerando a acústica e tamanho da igreja de sua comunidade, como você avalia o volume dos instrumentos durante as celebrações?

- Os músicos cultivam uma espiritualidade litúrgica ou participam apenas para executar uma função?

Estão disponíveis materiais para a Campanha Missionária 2014

Com o tema “Missão para libertar”, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) promovem no mês de outubro a Campanha Missionária, que este ano está em sintonia com o tema da Campanha da Fraternidade, “Fraternidade e Tráfico Humano”. Os materiais da Campanha Missionária foram enviados às dioceses e prelazias e já estão disponíveis para download no site das POM.

Entre os materiais para a Campanha Missionária deste ano estão: cartaz, livro da novena, DVD com testemunhos, mensagem do papa, oração missionária, oração dos fiéis, marcadores de página e envelopes para a coleta do Dia Mundial das Missões.

O envelope deve ser utilizado exclusivamente para a Coleta do Dia Mundial das Missões, que será celebrado no final de semana dos dias 18 e 19 de outubro. As ofertas devem ser integralmente enviadas às Pontifícias Obras Missionárias (POM), responsável por repassá-las ao Fundo Universal de Solidariedade para apoiar projetos em todo o mundo.

As POM são as responsáveis por organizar todos os anos a Campanha Missionária e conta com a colaboração da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, a Comissão Episcopal para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (Comina).

Os itens citados acima podem ser baixados no site: http://www.pom.org.br/

Com informações das POM

Fonte:http://www.cnbb.org.br/comissoes-episcopais-1/acao-missionaria/14651-subsidios-da-campanha-missionaria-estao-disponiveis-no-site-das-pom

domingo, 27 de julho de 2014

18 DE OUTUBRO 2014 DATA DA SAGRAÇÃO EPISCOPAL DE DOM JAN KOT - BISPO ELEITO DE ZÉ DOCA.

O bispo eleito para a diocese de Zé Doca (MA), publicou no dia de hoje (27) uma nota em sua rede social que a data provável de sua Sagração Episcopal será dia 18 de outubro do ano corrente.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e Maria Imaculada.

Agradeço de coração por todas as mensagens e telefonemas, pelos comentários nas redes sociais. Agradeço aos Senhores Bispos, Padres e Religiosas, aos meus Amigos e Amigas espalhados pelo Brasil, Polônia e outros cantos do mundo; a minha Família. Palavra "obrigado" parece tão pequena, quando a comparo com a gratidão que sinto neste momento. Mas como não conheço outra mais uma vez repito: MUITÍSSIMO OBRIGADO!!! Agora é quase oficial. Hoje fui privilegiado: conversei com Dom Fernando Saburido OSB, Arcebispo de Olinda e Recife e ele permitiu que a minha sagração episcopal pudesse acontecer em Vitória de Santo Antão - PE, no dia 18 de outubro de 2014. MUITO OBRIGADO DOM FERNANDO, vamos junto em nossa Vitória e perto de Jussaral celebrar. Agradeço as Irmãs Damas que me prometeram toda a ajuda e a quadra do colégio, que Deus recompense a Vossa amizade com abundantes bênçãos. E até mais meus caros Amigos e Amigas. 


 Pe. João Kot omi

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Mensagem do bispo eleito para o povo de Deus da diocese de Zé Doca

A Todo o Povo de Deus da Diocese de Zé Doca 
Vossa Excelência Reverendíssima, Dom Carlo Ellena, 
Reverendos Padres e Religiosos, Reverendas Religiosas,
Seminaristas e Agentes de Pastoral de todas as Paróquias,
Todas as Autoridades dos Municípios que fazem parte da Diocese de Zé Doca 


É com grande emoção que Vos envio esta saudação, desde já desejando muitas bênçãos de Deus para Vossas vidas. Com minhas humildes orações, faz algumas semanas, que Vos acompanho, de longe fisicamente, mas de perto espiritualmente.

Foi a vontade de Deus e do Santo Padre, Francisco que nossos caminhos se cruzam. Por nenhum momento me sente merecedor ou digno de tamanha confiança da Igreja na minha pobre pessoa, de ser próximo Bispo da Diocese de Zé Doca. Desde já me faço presente no Vosso meio, para dizer a verdade, meu coração já está a caminho do Maranhão.

Sou da Congregação dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada (OMI), que desde 1945 dedica se no Brasil a serviço dos pobres em todas as regiões. Praticamente toda a minha vida missionária passei no Nordeste (19 anos). Comecei na região canavieira de Pernambuco e terminei no sertão do Piauí, sempre com o povo humilde mas batalhador, ao lados de Brasileiros simples, mas de grande nobreza, muita fé, a esperança e muita garra. Com eles cresci, chorei, ri e sofri as derrotas e tentei edificar o mundo melhor, segundo o Coração de Deus. Espero convosco fazer o mesmo. 

Agradeço a Deus por todos Vós. Agradeço pelo brilhante serviço de Dom Carlo, nosso Bispo, e espero contar com Sua presença, Sua experiência e Seus conselhos por muitos anos. Agradeço desde já pela dedicação dos Padres, Religiosos e Religiosas, Agentes de pastoral, todos os fieis católicos e as pessoas de boa vontade, na construção de uma Igreja mais humana e de uma sociedade mais justa.

Envio minhas cordiais saudações a todas as Autoridades dos Municípios que nossa Diocese atende. Estou pronto para fazer o melhor pelo nosso povo e espero a colaboração e colaborar com todos os que desejam o mesmo. Unidos e com bons propósitos podemos fazer mais por todos.


             Santo Antônio, nosso Padroeiro, rogai por nós. 
            Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e Maria Imaculada.


Pe. João Kot omi



Sumaré, 23 de julho de 2014   

Mensagem do cardeal Orani João Tempesta ao Bispo eleito de Zé Doca

Cardeal Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro




Gab/1130/2014                          Rio de Janeiro, 23 de julho de 2014.

Caríssimo Mons. Jan Kot
Bispo Eleito de Zé Doca (MA),
Tenho a satisfação de enviar-lhe meus cumprimentos pela sua nomeação para a Diocese de Zé Doca.

Unido ao prezado Irmão no mesmo ideal de serviço à Igreja e ao povo de Deus, asseguro-lhe minhas preces pela nova missão que lhe foi confiada.

Fraternalmente em Cristo,

Orani João Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro

Mensagem de Dom Carlo Ellena ao Bispo nomeado para Zé Doca: Bem-vindo Dom João Kot

“Que alegria quando ouvi que me disseram...” o Papa escolheu e nomeou o novo Bispo da Diocese de Zé Doca na pessoa do sacerdote Padre João Kot. “Como são belos os pés do mensageiro que anunciam a paz...” nas terras do Maranhão, na Diocese de Zé Doca.

Os pés dos mensageiro podem até andar semeando no sofrimento e nas lagrimas, mas certamente ceifarão na alegria. No domingo 13 de julho, a Palavra de Deus trazia para a nossa reflexão a parábola do Semeador e, consequentemente, da semente jogada abundantemente no terreno e recebida em diferentes terrenos. Por isso ela produz frutos em porcentagens diversas. Também a nossa Diocese é terreno muito diversificado: nele há terreno duro e impermeável; há terreno com muitas dificuldades e espinhos que sufocam a Palavra de Deus; há terreno que rejeita ou vive uma experiência religiosa muito superficial; mas há muito terreno bom, de qualidade; há muitos corações sedentos e esperançosos, prontos a receber e fazer crescer multiplicando a Palavra de Deus. O senhor é o Semeador, que traz a semente da doutrina de Cristo e dos Apóstolos. Bem-vindo!

A notícia da sua nomeação, Dom João, como novo Bispo da Diocese de Zé Doca, estava aguardada, esperada e, ao ser comunicada oficialmente, se espalhou pelas Paróquias e pelos Povoados da nossa Diocese com a rapidez dos ventos que, hoje, chamam-se “meios de comunicação”. Soltamos foguetes e tocamos os sinos em alegria e agradecimento ao Bom Deus.

O senhor sabe que eu, bispo (agora administrador), os Padres, os Religiosos, as Religiosas e todo o povo da nossa Diocese de Zé Doca o estávamos esperando desde o ano passado. Na espera rezamos bastante: foi verdadeira vigília cumprida de espera.

Por isso a nossa alegria é ainda maior, porque o novo sucessor dos Apóstolos foi nomeado pelo Papa Francisco e porque o escolhido é o senhor.

As notícias, que chegam, são extremamente positivas e nos alegram muito. Achamos que, mais uma vez, o Espírito Santo, através do Papa Francisco, fez uma “obra prima”.

A nossa Diocese é bastante extensa. São 20 os Municípios numa área geográfica de 35.100 Km²: parte deles (cinco: de Cândido Mendes até Amapá do Maranhão) estão na região do Litoral; outra parte (onze) estão ao longo dos 230 Km da BR-316 (de Bom Jardim até Boa Vista do Gurupi) e 3 (Centro Novo, Centro do Guilherme e São João do Caru) estão na região da mata (entre 22 a 100 KM adentro). Somente um Município ainda não é sede paroquial, enquanto a sede da Diocese (Zé Doca) tem duas Paróquias.

Ao todo contamos com 20 Paróquias, algumas com a presença também de Religiosos ou Religiosas, e 3 ainda desprovidas de assistência religiosa permanente por falta de Sacerdotes.

Mas temos dois Seminários funcionando (o Menor em Zé Doca e o Maior em São Luís do Maranhão) com uma presença relativamente boa de jovens: destas “sementeiras” aguardamos os próximos operários para a messe do Senhor (350.000 habitantes e mais de 10.000 indígenas) que está presente na Diocese de Zé Doca.

Não adianta dizer que aqui tudo vai às mil maravilhas: não é bem assim. Somos uma Diocese pobre, que ainda depende de ajudas de Igrejas do exterior, exemplos de caridade cristã; o nosso povo é bom, religioso e acolhedor; a frequência é apenas regular, mas a boa vontade é tanta.

Os problemas que mais sentimos são: falta de padres e agentes pastorais; falta de empregos; a educação é ainda faltosa; a assistência sanitária está ainda engatinhando; a infraestrutura (condições das ruas, do trânsito, atendimento em geral...) e a ausência dos poderes não ajudam o nosso povo. Mas isso é endêmico na nossa região e não apenas nela.

Por isso o nosso bem-vindo, Dom João. Não vai faltar trabalho. Os dons de que mais precisamos são os das suas forças físicas, morais e religiosas e da sua juventude contagiante. Pode contar com o “time” de colaboradores (padres, religiosos/as, animadores, catequistas e grupos pastorais) prontos para serem o prolongamento de suas mãos, a constância de seu passo, o amor que transmite o seu amor a todos.

Com muita alegria estamos prontos e ansiosos para lhe entregar o báculo de Bom Pastor. Lhe acompanharão sempre as nossas orações e o desejo de muitos sucessos nesta bonita e querida terra da Diocese de Zé Doca.

Atenciosamente


+ Dom Carlo Ellena
Bispo administrador apostólico


Rinuncia del Vescovo di Zé Doca (Brasile) e nomina del successore, 23.07.2014

NOMEAÇÃO DO NOVO BISPO DA DIOCESE DE ZÉ DOCA EM ITALIANO...

Il Santo Padre Francesco ha accettato la rinuncia al governo pastorale della diocesi di Zé Doca (Brasile), presentata da S.E. Mons. Carlo Ellena, in conformità al can. 401 § 1 del Codice di Diritto Canonico.

Il Papa ha nominato Vescovo della diocesi di Zé Doca (Brasile) il Rev.do P. Jan Kot, O.M.I., finora Parroco nella ParrocchiaSagrado Coração de Maria a Campo Alegre do Fidalgo, diocesi di São Raimundo Nonato.

Rev.do P. Jan Kot, O.M.I.

 Il Rev.do P. Jan Kot, O.M.I., è nato il 10 maggio 1962, nella città di Makón, diocesi di Kraków (Polonia). Ha emesso i voti religiosi l’8 settembre 1986 nella Congregazione dei Missionari Oblati di Maria Immacolata ed è stato ordinato sacerdote il 20 giugno 1992.

Dopo gli studi elementari, ha frequentato i Corsi di Filosofia e Teologia presso i Seminari degli Oblati di Maria Immacolata in Polonia. Inoltre, ha ottenuto la Licenza in Storia della Chiesa presso l’Università Rybnik, in Polonia.

Nel 1994 è stato destinato alle missioni in Brasile. 

Nel corso del ministero sacerdotale ha ricoperto i seguenti incarichi: Vicario Parrocchiale a Siedlce - Polonia (1992-1994); Parroco a Jussarval, arcidiocesi di Olinda e Recife (1995-2000); Parroco di Vitória di Santo Antão, arcidiocesi di Olinda e Recife (2000-2005); Secondo Consigliere Provinciale (2003-2012); Primo Consigliere Provinciale (dal 2012 in poi).

Dal 2005 è Parroco della Parrocchia Sagrado Coração de Maria a Campo Alegre do Fidalgo, diocesi di São Raimundo Nonato. [01178-IT.01] [B0531-XX.01]


Fonte do site oficial do vaticano:  http://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2014/07/23/531/01178.html

Papa nomeia bispo para Diocese de Zé Doca (MA)

O papa Francisco acolheu o pedido de renúncia apresentado por dom Carlo Ellena, em conformidade com o cânon 401, parágrafo primeiro, do Código de Direito Canônico, e nomeou hoje, 23 de julho, padre Jan Kot como bispo da diocese de Zé Doca (MA). 

Padre Jan Kot nasceu em 10 de maio de1962, na cidade de Maków Podhalanski, arquidiocese de Cracóvia, Polônia. Em seu país de origem, estudou engenharia civil, História da Igreja, Teologia e Filosofia. 

Foi ordenado presbítero em 20 de junho de 1992. Em 1994, veio em missão para o Brasil. De 1995 a 2000, atuou como vigário e administrador na paróquia São José, em Jussaral, município de Cabo de Santo Agostinho (PE). 

De 2000 a 2005, foi administrador da paróquia Nossa Senhora Aparecida e São João Batista, em Vitória de Santo Antão (PE). De 2006 a 2013 foi pároco da paróquia Sagrado Coração de Maria, em Campo Alegre do Fidalgo, na diocese de São Raimundo Nonato (PI). 

Em 2013, assumiu a recém criada paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Capitão Gervasio Oliveira (PI). Em fevereiro deste ano, foi enviado a Sumaré (SP), onde os Oblatos têm casa de formação. Atualmente, padre Jan Kot é conselheiro da Provincia Oblata do Brasil, criada em 2003.

terça-feira, 22 de julho de 2014

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE: um ano!


Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)

É tempo de celebrar, comemorar, bendizer! Até o próximo dia 27 estamos reavivando nossa “Memória” da JMJ Rio 2013 para atuarmos ainda mais na “Missão” que nos compete no mundo de hoje. Sempre tinha ouvido dizer que um país que recebe a Jornada Mundial da Juventude não continua como antes. Realmente, as experiências vividas por nós ainda deverão ser mais explicitadas por tantos que as viveram e que querem expô-las para a maior glória de Deus e para que mais pessoas possam aproveitá-las para suas vidas tomarem o rumo da paz e da fraternidade.

Há exatamente um ano nós celebrávamos a XXVIII Jornada Mundial da Juventude. Precedida pela Semana Missionária nas Dioceses do Brasil, ela foi realizada entre os dias 23 a 28 de julho de 2013, nessa amada cidade arquiepiscopal de São Sebastião do Rio de Janeiro. Pela primeira vez este evento ocorreu em um país cuja língua portuguesa é majoritária, e pela segunda vez em um país da América do Sul (a primeira vez foi na Argentina, em 1987). A escolha da cidade brasileira foi feita pelo Papa Emérito Bento XVI
em 2011, no encerramento da Jornada Mundial da Juventude daquele ano em Madri. Nossos agradecimentos a ele e ao nosso saudoso predecessor, Cardeal Eugênio de Araújo Salles, que nos apoiou nessa decisão.

Este encontro foi marcante para toda a Igreja e para a sociedade, pois tivemos a graça de presenciar milhões de jovens reunidos para aprofundar o tema: “Ide, pois, fazei discípulos entre todas as nações”! O público presente à Missa de Envio na praia de Copacabana (último ato central da JMJ) chegou a 3,7 milhões de pessoas. Durante esses dias muitos eventos com participação de milhares de pessoas aconteceram: Cerimônia de Abertura, na terça-feira, 23; a Cerimônia de Acolhida do Santo Padre, na quinta-feira, 25; a Via-Sacra, na sexta-feira, 26; a Vigília do dia 27. A Arquidiocese conseguiu hospedagem que ultrapassou o número de inscritos oficialmente. Além dos que chegaram sem inscrições e que foram acomodados nas casas dos paroquianos que as tinham disponibilizado.

A grande e marcante presença foi a do Papa Francisco, que chegou ao Rio de Janeiro no dia 22 de julho de 2013.

Em sua primeira mensagem, no dia de sua chegada, no Palácio Guanabara, fez o discurso onde podemos ressaltar: “Quis Deus na sua amorosa providência que a primeira viagem internacional do meu Pontificado me consentisse voltar à amada América Latina, precisamente ao Brasil, nação que se gloria de seus sólidos laços com a Sé Apostólica e dos profundos sentimentos de fé e amizade que sempre a uniram de modo singular ao Sucessor de Pedro. Dou graças a Deus pela sua benignidade (...) Aprendi que para ter acesso ao povo brasileiro, é preciso ingressar pelo portal do seu imenso coração; por isso, permitam-me que nesta hora eu possa bater delicadamente a esta porta. (...) Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo”!

O Papa Francisco visitou o Santuário Nacional de Aparecida, o hospital São Francisco de Assis, recebeu as chaves da cidade do Rio de Janeiro e abençoou a bandeira olímpica, visitou a Comunidade de Varginha, presidiu o ato de acolhida central em Copacabana. Um grande momento foi a Via-Sacra com os jovens, e em nossa Catedral Metropolitana ter se encontrado com os argentinos e presidido uma missa para os bispos e padres. Encontrou-se com os responsáveis pela construção da sociedade no Teatro Municipal do Rio do Janeiro e participou da Vigília na praia de Copacabana. No último dia de sua permanência, na Missa de Envio, o Papa ressaltou: “Ide, sem medo, para servir. Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido por vocês”! Antes de encerrar o seu último compromisso na JMJ2013, ele anunciou a Polônia, ou mais objetivamente, Cracóvia como próxima cidade sede, e antes da cerimônia de despedida de sua visita encontrou-se com os voluntários em um animado evento. Nesses dias falou aos Bispos do Brasil e também à presidência do CELAM em discursos memoráveis.

Para então celebrarmos este marco na história da Igreja que completa um ano, eis que a nossa Arquidiocese começou, no dia 15 de julho e ficará até o dia 27 deste mês, a semana “Memória e Missão”. Esta conta com exposição itinerante de fotos, atualmente no Largo da Carioca. Foi também lançada nas redes sociais, com a hashtag#1 ano JMJRIO, com o objetivo de interagir com pessoas do mundo todo e publicar experiência, testemunhos, fotos, filmes de pessoas, paróquias, colégios que marcaram as vidas de tantos jovens. Será lançado no domingo, dia 27, um livro com fotos e textos da JMJ Rio 2013. Nas paróquias, foranias, vicariatos há toda uma programação própria de participação. Também outras dioceses e grupos de jovens do Brasil estão celebrando esse momento.

Eu comentei logo depois do encerramento da JMJ, na entrevista final, e não me canso de repetir: vimos Deus agir! Não tem outra explicação. Para quem tem fé, passado um ano é momento de ação de graças. Para quem não crê e vê apenas com a sua miopia humana será difícil perceber tudo isso. Graças a Deus temos o nosso “aliado invisível”, que é o Espirito Santo, a alma da Igreja. Nós continuamos com entusiasmo e com alegria! As dificuldades enfrentadas, os problemas existentes, as mudanças e transformações que poderiam ter causado desânimo em qualquer organizador, para nós foi uma prova incontestável da ação do Divino na história. Vemos cada ato, cada pessoa, cada família, cada paróquia como instrumentos nas mãos de Deus. Como não ver isso na resposta dos jovens às provocações de várias intolerâncias nesses dias; como não olhar com fé a paciência e alegria demonstradas em enfrentar chuva, frio, filas, mudanças? Como não louvar a Deus por ver o nosso povo abrir as portas de seu coração e de suas casas para acolher? A JMJ fez a acolhida de o povo brasileiro vir à tona e continuar para outros eventos. Como não perceber que a ação de Deus no coração das pessoas vai além do que possamos programar como, por exemplo, a limpeza dos trens e da praia? Como não bendizer a Deus pela criatividade, até com sacrifícios, dos padres e seus paroquianos resolvendo questões de logística, hospedagem? A generosidade espontânea demonstrada por tantas pessoas e comunidades na partilha de bens para ajudar no pagamento dos investimentos da Jornada? Como não perceber que mesmo as autoridades civis e militares têm saudade da JMJ e descobriram que todas as dificuldades e previsões de problemas são resolvidas quando os cristãos agem com fé e vivem no seguimento verdadeiro de Jesus Cristo? É hora de TE DEUM LAUDAMUS! É momento propício de sair ao encontro dos que, tendo participado da JMJ, ainda não encontraram ressonância em nossas comunidades eclesiais.

Agora é tempo de continuar! É tempo de continuar regando as sementes plantadas no Campo da Fé dos corações jovens! É tempo de chamarmos todos os que estão buscando um mundo melhor e mais justo para que, no seguimento de Cristo, se unam a nós nessa caminhada de paz pela transformação de uma sociedade cansada e abatida pela corrupção e injustiças. O mundo novo sonhado por todos acontece quando colocamos em prática os valores do Evangelho. É tempo de esperança e confiança no Senhor que nos conduz. Nada nos desanima, e as dificuldades e crises são ótimas oportunidades para que se possa anunciar ainda mais em quem nós cremos e em quem nós depositamos nossa esperança: Jesus Cristo, nosso Senhor.

O coração agradecido a Deus é também para todas as pessoas, instituições, grupos, comunidades e, principalmente, para os jovens do mundo inteiro que participaram da JMJ 2013, seja com sua presença ou à distância, com suas orações. Aliás, esse foi um dos nossos segredos: a primeira atitude, depois repetida durante todo o tempo de organização, foi de pedir a oração aos mosteiros, conventos, religiosos, religiosas, povo de Deus. Além da oração, que foi composta para que o mundo inteiro rezasse, cartas foram expedidas explicitamente pedindo orações. Para nós que cremos, vemos o sinal que nos foi dado pela intercessão de muitos. A todos, meus sinceros agradecimentos! Rezamos por todos. Deus conhece o coração e as intenções de cada um e dará a recompensa!

A experiência da JMJ Rio 2013 permanecerá como um momento importante não só para os católicos, mas para todas as pessoas de boa vontade que viram que um mundo novo é possível! Viram que é possível existirem jovens que querem a transformação da sociedade e sabem respeitar as pessoas e instituições. Viram quais os caminhos de uma “civilização do amor” que buscamos fazer acontecer nestes tempos de escuridão e dificuldades! A luz que se acendeu em Copacabana e que, graças às mídias, foi para o mundo todo, continuará acendendo muitas outras regiões do mundo. São João Paulo II, idealizador desse evento, estará intercedendo por nós.

Que Deus abençoe e ilumine a todos!

Fonte:http://www.cnbb.org.br/outros/dom-orani-joao-tempesta/14604-jmj-um-ano

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Caros párocos e demais responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil

“Enquanto conversavam e discutiam,
o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles.”
(Lc 24,15)
Somos, hoje, estes “discípulos de Emaús” do Evangelho de Lucas, alcançados diariamente pelo Senhor que nos orienta e nos fortalece no caminho... e no caminhar! É o Mestre que vem ao encontro da realidade dos seus discípulos, como fiel Acompanhante e exímio Assessor! Revigora nossas forças e nos enche de alegria, como fez ao nos proporcionar a JMJ Rio 2013, cuja festa de um ano celebramos neste mês de julho.
Elevamos aos céus uma grande Ação de Graças pelos frutos que a Jornada nos tem, ainda hoje, nos proporcionado: são inúmeros, como “as areias das praias do mar” (Gn 22,17)! Parabéns a todos aqueles, adultos e jovens, que não só acreditaram e se envolveram com este presente de Deus, mas aproveitaram para renovar seu amor à Igreja e seu compromisso pela causa juvenil.
O entusiasmo de muitos jovens nestes últimos tempos tem gritado aos nossos ouvidos, suplicando-nos a existência de mais adultos capacitados para acompanhá-los em sua busca de crescimento como discípulos missionários de Jesus Cristo. Eles, também, são aqueles “discípulos de Emaús” abertos a nós, adultos, que aceitamos ser embaixadores do Ressuscitado em suas vidas.
Vamos festejar este 1º ano de Jornada (cf. sugestão no site www.jovensconectados.org.br) comprometendo-nos a encontrar e capacitar mais adultos para o ministério da assessoria! Estamos convictos de que “na evangelização da juventude a assessoria deve constituir uma preocupação cuidadosa por parte de toda a Igreja, em todos os níveis”, mas é lamentável constatar que “a dificuldade principal para evangelizar as novas gerações” tem sido “a falta de pessoas com perfil adequado para este ministério. [...] Chama atenção a ausência de padres que abracem um trabalho de acompanhamento sistemático dos jovens. Os religiosos e leigos também estão muito distantes.” E queremos mais: queremos “resgatar no coração de todos a paixão pela juventude” (Doc 85, nos203-205)! Quando uma pessoa, um ministro de Deus, um consagrado está apaixonado pelos jovens, ele é capaz de investir, de descobrir novos caminhos, de orientar com competência a vida das novas gerações a ele confiadas. Sem esta “paixão” não há solução! Em grande parte, a causa dos problemas dos jovens não está nos próprios jovens. Está em nós e em nossas estruturas que não os acompanham adequadamente nem valorizam seu protagonismo juvenil.
O Encontro de Revitalização da Pastoral Juvenil no Brasil, acontecido em dezembro passado à luz do Documento 85 da CNBB, destacou a 6ª. Linha de Ação – MINISTÉRIO DA ASSESSORIA  – como uma de suas urgências pastorais. E definiu, assim, para os próximos anos, as duas PISTAS DE AÇÃO:
  1. 1.     criar equipe de assessores em rede, garantindo a articulação, a capacitação, a animação e a formação contínua para assessores e acompanhantes;
  2. 2.   disponibilizar assessores como opção efetiva pelas juventudes.
Estas duas urgências nos chamam a atenção tanto para a capacitação dos vários assessores já existentes, quanto para a descoberta de novos adultos com perfil para esta missão. Onde já existam pessoas envolvidas neste serviço é necessário criar situação de encontro entre elas para a melhoria deste trabalho eclesial. Onde isto ainda não acontece, é necessário um posicionamento mais consciente e concreto que garanta convites explícitos e envolvimento de outras pessoas mais liberadas. O clamor dos jovens por assessoria não pode ser mais ignorado ou minimizado. Que o nosso amor afetivo a eles potencialize nosso amor efetivo, encontrando soluções criativas para atender a esta urgência!
Será que ainda não estamos suficientemente sensíveis aos sinais esperançosos de nossos jovens? Temos menosprezado a força juvenil diante dos desafios desta mudança de época? Os sinais dos tempos trazidos de maneira intensa pelos jovens são acolhidos e refletidos em nossos ambientes paroquiais e espaços comunitários? O distanciamento de tantos jovens que já estiveram conosco um dia (grupos, movimentos, catequese) não têm mais nos incomodado? Aos que têm apostado na juventude a Igreja agradece: “Obrigado aos irmãos bispos, aos sacerdotes, aos seminaristas, às pessoas consagradas e aos fiéis leigos que acompanham aos jovens (...) em sua peregrinação a Jesus” (Francisco, JMJ Rio, 25/07/2013).
Há tantas coisas que podemos fazer para suprir a carência na quantidade e na qualidade de acompanhantes e de assessores das novas gerações! Eis algumas sugestões:
1) definir em cada paróquia um casal (adulto ou jovem-adulto) que se responsabilize de maneira prioritária pela evangelização da juventude local;
2) promover anualmente um encontro dos responsáveis paroquiais das juventudes: assessores, catequistas, educadores, consagrados/as, pais e adultos ligados à Pastoral Familiar, Pastoral da Educação, Pastoral Vocacional, etc.;
3) criar e acompanhar a rede de assessores de jovens, para um melhor serviço a eles;
4) averiguar se os adultos que acompanham os jovens estão capacitados em: processo de educação na fé, projetos pessoais e grupais, cultura juvenil, espiritualidade, teologia etc.;
5) repassar material específico para a formação dos adultos, como, por exemplo os publicados pela CNBB: Documento 85, Estudos 76, Estudos 103, “Aos Jovens com Afeto”, Texto-base da CF 2013,“Civilização do Amor – projeto e missão” (CELAM);
6) investir nos assessores para que participem dos espaços formativos oferecidos pela CNBB (Curso EAD de Capacitação para Acompanhantes de Adolescentes e Jovens: www.eadseculo21.org.br/ead ; Capacitação de Assessores: www.jovensconectados.org.br) e por aqueles Centros e Institutos que servem à Igreja nesta missão;
7) garantir que em cada grupo, movimento, atividade juvenil haja sempre a presença acolhedora, educativa e capacitada de assessores adultos;
8) descobrir e convidar novos assessores para exercerem este delicado e urgente ministério junto aos jovens e aos seus grupos;
9) liberar os assessores de jovens de outros encargos na paróquia;
10) garantir a estabilidade do assessor escolhido bem como a sua substituição periódica, evitando, com isto, tanto as mudanças frequentes, quanto a permanência por longo tempo.
Assessorados por Deus que prometeu estar conosco “até o fim dos tempos” (Mt 28,20), sintamo-nos comprometidos com a qualidade de vida de nossos jovens. Peçamos, portanto, ao Espírito Santo, sabedoria, ternura e criatividade aos pais junto aos seus filhos, aos professores com seus alunos, aos catequistas no meio dos catequizandos, aos párocos e consagrados entre os jovens.
Maria, que acompanhou do começo ao fim seu Filho, nos ensine, no meio dos jovens, a acolhê-los por vocação, a abraçá-los com carinho, a atendê-los em suas necessidades, a preocuparmo-nos quando eles ignoram nossos cuidados, a provocá-los à maturidade da missão, a acompanhá-los em sua via-sacra cotidiana, a chorar suas dores e sua morte, a permanecer fiel a eles mesmo quando não sabemos o que fazer aos pés da cruz, a acreditar em seus sonhos de vida nova e na sua capacidade de transformação.
Grande abraço, queridos apaixonados e apaixonadas pela nossa juventude!
 Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB
Fonte:http://www.cnbb.org.br/comissoes-episcopais-1/juventude-1/14476-dom-eduardo-pinheiro-destaca-necessidade-de-assessoria-para-juventude

Conselho de Cardeais reúne-se no Vaticano

O Conselho de Cardeais está reunido, na casa Santa Marta, no Vaticano desde ontem, 1º de julho. O papa Francisco e o secretário de Estado, Pietro Parolin, participam da reunião, na qual são discutidos temas relativos ao governo e à Secretaria de Estado do Vaticano. Também estão presentes os cardeais membros da Comissão cardinalícia de Vigilância, Santos Abril e Catelló, Thomas Collins, Jean-Louis Tauran, para tratar do Instituto para as Obras da Religião (IOR).

O Conselho de Cardeais foi criado em 30 de setembro do ano passado e é constituído por oito bispos que têm a missão de colaborar com o papa no governo da Igreja e no projeto de reforma da Cúria Romana. A reunião prosseguirá até sexta-feira, 4.

Segundo o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Federico Lombardi, o Conselho de Cardeais retoma hoje, 2, o estudo e o desenvolvimento sistemático dos argumentos apresentados no dia de ontem, bem como a reflexão sobre os vários departamentos da Cúria Romana.

Padre Lombardi informou, ainda, que no sábado, 5, haverá a reunião do Conselho de Economia, que tratará dos Estatutos, programas de trabalhos e demais assuntos relacionados ao IOR.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/internacional/14494-conselho-de-cardeais-reune-se-no-vaticano

SEMINARISTAS E PRESBÍTEROS PARTICIPAM DE FORMAÇÃO MISSIONÁRIA

Para trabalhar o tema “A alegria do Evangelho e a dimensão ministerial da missão”, o Centro Cultural Missionário (CCM) de Brasília, em parceria com a Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada e as Pontifícias Obras Missionárias (POM), realiza a 7ª Formação Missionária para seminaristas e jovens presbíteros (Formise). O curso, que teve início no dia 29 de junho e se estende até o dia 5 de julho, conta com a participação de religiosos de diversas regiões do Brasil.

Redescobrir a missão à luz do ministério ordenado, aprimorar o estudo da teologia e da espiritualidade da missão e fortalecer a consciência missionária num horizonte universal são alguns dos objetivos do curso, que visa, também, intensificar a articulação dos seminaristas por meio dos Conselhos Missionários de Seminários (Comise).

A programação inclui reflexões sobre a dimensão ministerial da Missão, o missionário presbítero ministro da Palavra, da Liturgia, da caridade e ministro Ad Gentes além-fronteiras.

O arcebispo de Palmas (TO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, dom Pedro Brito Guimarães, abriu o estudo da manhã do dia 30 com o tema “Viver a Missão presbiteral anunciando a alegria do Evangelho”.

Dom Pedro falou do presbítero como homem da alegria e da esperança. “O presbítero, como discípulo de Jesus, tem a sagrada obrigação de irradiar para o mundo a alegria do Cristo ressuscitado. A alegria deve ser o distintivo de toda a vida do presbítero: quando anuncia o Evangelho, quando trabalha no atendimento ao povo, quando visita as famílias, quando celebra a Eucaristia e administra os demais sacramentos”, disse.

Segundo o arcebispo, o segredo da vida presbiteral está em seguir e servir a Jesus. “É esta motivação que dá sentido a uma verdadeira vocação. A perseverança de um presbítero na missão depende da contínua adesão ao estilo de vida missionária de Jesus”, afirmou.

Para o secretário executivo do CCM, padre Estêvão Raschietti, “a iniciativa do curso surge como um estímulo para que aconteça efetivamente uma formação missionária mais aprofundada nos seminários do Brasil, em vista da realização do 2º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas previsto para julho de 2015”.

CNBB com informações das Pontifícias Obras Missionárias
Fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/14489-formacao-missionaria-para-seminaristas-e-presbiteros-destaca-dimensao-ministerial-da-missao