OBJETIVO GERAL


OBJETIVO GERAL:
Evangelizar a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (Jo 10,10), rumo ao Reino definitivo.


domingo, 19 de junho de 2016

ENCONTRO NACIONAL DOS DIRETORES DE ESCOLAS DIACONAIS


       A Comissão Nacional dos Diáconos - CND, realizou em Palmas - TO, o XIV Encontro Nacional de Diretores e Formadores de Escolas Diaconais, com a presença de 90 pessoas, representantes de todos os Regionais da CNBB no Brasil, entre bispo, presbíteros, diáconos, candidatos ao Diaconato, esposas e outros fiéis batizados.

       O Encontro teve início na segunda-feira, 30 de maio, às 14h, sendo concluído com o almoço no dia 02 de junho, quinta-feira. O encontro foi coordenado pelo Diácono Zeno Konzen, presidente da CND, com assessoria da ENAP - Equipe Nacional de Assessoria Pedagógica da CND e foi realizado na Comunidade Católica "Sementes do Verbo", de Palmas.


       Padre Pedro Eduardo, Reitor da Escola Diaconal Bom Samaritano, representou a Diocese de Zé Doca – MA, no intuito de colher formação e informações para o êxito da caminhada formativa dos candidatos ao Diaconato da Diocese de Zé Doca. “Foi um momento de conhecer a realidade das Escolas Diaconais do nosso país. Uma troca de experiência que é fundamental para o processo formativo na Escola Diaconal”, salientou Padre Pedro Eduardo.




segunda-feira, 13 de junho de 2016

JUBILEU DOS PADRES, RELIGIOSOS, RELIGIOSAS, SEMINARISTAS, ASPIRANTES, VOCACIONADOS (AS), MINISTÉRIO DE ACOLHIDA E LEITORES, 28 E 29 DE MAIO DE 2016


      Foi realizado nos dias 28 e 29 de maio, na Igreja Jubilar da Paróquia São Sebastião em Carutapera MA, como parte da programação do Ano Santo da Misericórdia na Diocese de Zé Doca, o Jubileu dos Padres, Religiosos, Religiosas, Seminaristas, Aspirantes, Vocacionados (as), Ministério de Acolhida e Leitores e a presença de Dom João Kot, OMI.

     Tendo uma boa representação das paróquias, o jubileu aconteceu durante 24 horas com muito louvor, oração, adoração, pregações, missas, confissões.

        O Pároco de Carutapera, Padre Cosmo de Souza Almeida, proferiu o discurso de abertura por volta das 15 horas do dia 28 de maio, declarando assim aberto mais um Jubileu. A Comunidade Católica Servos da Divina Misericórdia conduziu o terço da misericórdia seguido de pregação do Padre Romildo Góis, sobre o Sacramento da Reconciliação e de Irmão Dudu (Comunidade Católica Servos da Divina Misericórdia), sobre a Misericórdia Divina.

      No fim da tarde, tivemos a primeira Celebração Eucarística que foi presidida por Padre Agnaldo Oliveira, Reitor do Seminário Maior e concelebrada pelos padres presentes. Após o jantar oferecido pela paróquia, deu-se continuidade á programação do jubileu com dramatizações, músicas, animações e louvores, seguidos de testemunhos de vida sacerdotal (Padre Valdeci), religiosa (Irmã Adriana) e vocacional (Seminarista Emerson Adriano).

         Dom João Kot e o Irmão Dudu, conduziram a Adoração e Benção do Santíssimo Sacramento. À meia noite, Padre Cosmo presidiu a segunda Missa concelebrada por vários padres da diocese, encerrando assim a programação do primeiro dia.

          No Domingo dia 29, ás 07 h 00 min, Dom João Kot deu inicio as atividades do jubileu presidindo a Santa Missa dominical, Monsenhor Mário Racca e boa parte padres presentes concelebram. Ainda na parte da manhã a programação foi composta de Pregações, louvores, reflexões e o terço mariano. Após o almoço, por volta das 15 horas, Padre Cosmo concedeu a todos os fiéis ainda presentes a Benção de Envio, encerrando assim mais um jubileu em nossa Diocese, com a proteção de São Sebastião e de Maria de Nazaré, a Mãe da misericórdia!

Luís Henrique Nina Baltazar, 3º ano de teologia





















quinta-feira, 9 de junho de 2016

SANTO ANTÔNIO


Dom Fernando Arêas Rifan*           

   No mês de junho, temos as tradicionais festas juninas. Ao menos originalmente, elas existem para comemorar três santos de grande importância, exemplo para nós, e cuja memória se celebra neste mês: Santo Antônio, dia 13, São João Batista, dia 24, e São Pedro, dia 29. Infelizmente, como muitas outras festas religiosas, as festas juninas são também um pouco desvirtuadas, ficando-se nos acessórios e se esquecendo do principal. Hoje vamos nos deter no primeiro deles, Santo Antônio, cuja festa celebraremos no próximo dia 13 de junho.

      Santo Antônio de Pádua é também chamado, sobretudo pelos portugueses, Santo Antônio de Lisboa. Ele nasceu em Lisboa, chamava-se Fernando, foi cônego da Ordem da Cruz em Lisboa e, depois, em Coimbra. Ali, como hospedeiro, recebeu alguns franciscanos que estavam de partida para Marrocos, na África, onde iriam trabalhar na evangelização dos muçulmanos. Lá foram martirizados e seus corpos foram trazidos para Coimbra, onde foram vistos pelo Cônego Fernando, que, assim, concebeu um grande desejo de ser também franciscano para também receber a palma do martírio. Entrou, pois, na Ordem Franciscana, recém fundada por São Francisco de Assis, recebendo o nome de Antônio. Foi, como era seu desejo, enviado à África, mas seu navio passou por grande tempestade e foi atirado nas costas da Itália. Lá teve oportunidade de conhecer São Francisco pessoalmente.

       Frei Antônio ficou obscuro até que um dia, tendo faltado um pregador numa grande festa, pediram-lhe que fizesse a homilia. Então se revelou o grande gênio da oratória que ele era e seu profundo conhecimento das Sagradas Escrituras, fruto dos seus estudos e da sua vida de oração. Foi então nomeado o pregador oficial dos Franciscanos e professor de Teologia.

      Pregou na Itália e na França, recebendo as alcunhas de “Doutor Evangélico” e “Martelo dos hereges”. Deus o abençoou com muitos milagres que confirmavam sua pregação. É chamado “o santo dos milagres”, tal a quantidade de fatos extraordinários e sobrenaturais que acompanhavam o seu ministério. Sua língua está miraculosamente conservada em Pádua, há mais de 700 anos.

     Um dos grandes milagres da sua vida aconteceu em Rimini, na Itália, quando, ao pregar na praça, percebeu o total desinteresse dos ouvintes. Então lhes disse: “já que não me dais atenção, vou pregar aos peixes”. E foi fazer o seu sermão na praia. Ao começar, os peixes acorreram em profusão, ficando em ordem de altura, e balançando a cabeça em sinal de atenção. É claro que o povo todo o acompanhou admirado e daí por diante acudiu atento à sua pregação.

     Os últimos seis meses da sua vida, passou em Pádua, na Itália, pregando sempre o Evangelho. Ali, exausto, aos 36 anos de idade, veio a falecer. Seu corpo ali se conserva, objeto de veneração de peregrinos de todo o mundo. Foi canonizado em menos de um ano após sua morte. Sua devoção está espalhada por toda a Igreja e seus exemplos são dignos de memória e imitação por todos os cristãos.

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney 


sexta-feira, 3 de junho de 2016

COMISSÃO DIOCESANA DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM AÇÃO



        Em virtude da formação em políticas públicas realizadas no período de 2012 a 2015 pelo Instituto Agostín Castejon, Centro Educacional La Salle, Universidade Católica de Brasília e diocese de Zé Doca. Após concluído o curso estiveram reunidos para dar continuidade aos trabalhos na diocese a comissão de políticas públicas com objetivo de organizar os seminários que serão realizados durante todo o mês de julho nas foranias: Santo Antônio (Zé Doca) Santa Luzia do Paruá (Santa Luzia), Maranhãozinho (São Pedro), Candido Mendes (Nossa Senhora da Conceição), com o tema: POLÍTICAS PÚBLICAS e o lema: TODOS NÓS FAZEMOS PARTE. Sendo realizadas nos dias 02 e 03 de julho os dois primeiros seminários nas foranias de Santo Antonio e Santa Luzia e os demais ainda serão confirmados. 

           A comissão em parceria com a diocese, paróquias, pastoral e movimentos se unem aos vários setores da sociedade para estabelecer espaço de participação nas políticas públicas nas 20 paróquias da diocese de Zé Doca. Portanto temos como objetivo refletir a responsabilidade dos cidadãos e cidadãs principalmente os cristãos que assumem o ser igreja na profundidade dos mais diversos ministérios confiados aos leigos e leigas, membros de pastorais e movimentos eclesiais, mas também aos movimentos sociais e partidos políticos que acreditam que um novo mundo é possível a luz do documento 91 da CNBB, ”Por uma Reforma do Estado com Participação Democrática. ”