OBJETIVO GERAL


OBJETIVO GERAL:
Evangelizar a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (Jo 10,10), rumo ao Reino definitivo.


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

BRASÃO EPISCOPAL


Os elementos, sinais, traços e as cores juntamente com o lema: “Fiat Misericórdia Tua” sugerem o caminho de vida traçado pelo Bispo, sua missão e ministério.
O capelo é o Chapéu com doze pingentes entrelaçados, tudo de cor verde, simbolizam Jesus Cristo, Cabeça da Igreja e seus doze apóstolos. A cruz dourada faz memória ao amor e doação de Deus pela humanidade.
No brasão o coração misericordioso sobressai a cruz, e se abre para acolher e resgatar todos aqueles que estão necessitados de amparo, socorro e direção. Se derrama abundante mente. A pomba, frágil portadora da esperança, representa a humanidade que mergulha sedenta no amor misericordioso e renovador de Jesus. As águas refazem nossas forças, nos purificam. Simbolizam ainda as águas dos rios que correm no Maranhão e principalmente rio Gurupi, a ser atravessado pelo bispo na sua primeira visita a diocese. E ainda a imensidão do oceano que divide os continentes: europeu, a terra nata do bispo, e sul-americano, a terra de sua nova pátria.
As montanhas simbolizam a região sul da Polônia, onde o bispo nasceu, se criou e despertou para a vida religiosa missionária. O lírio que dizer – principio puro da vida; lembra também Maria Imaculada, Mãe e Protetora dos Missionários Oblatos.
O fundo é todo dourado e refere-se à onipresença de Deus, n’Ele tudo se inicia, acontece e termina, Ele é a estrela que nos guia e nunca nos abandona, sempre iluminando nossos caminhos na terra e no mar.

SAGRAÇÃO DE DOM JOÃO KOT, OMI, BISPO DIOCESANO DE ZÉ DOCA – MA

No último sábado, 18 de outubro, em Vitória de Santo Antão – PE realizou-se, na quadra do Colégio Damas, às 18:00hs a Sagração Episcopal do novo Bispo diocesano de Zé Doca, Dom João Kot, OMI. 


A Sagração foi presidida por Dom Pedro Brito Guimarães, Arcebispo Metropolitano de Palmas –TO e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), tendo como bispos co-ordenantes: Dom Fernando Saburido, OSB, Bispo metropolitano de Olinda e Recife – PE e Dom Carlo Ellena, Bispo emérito de Zé Doca – MA e demais Bispos presentes.


Em entrevista à imprensa local Dom João agradeceu o acolhimento do povo nordestino e, quanto ao seu pastoreio, disse: “Eu não quero muita coisa, quero apenas ser um bom fiel, bispo, e bispo de todos”.

Participaram do evento pessoas vindas de várias localidades onde

Dom João exerceu o seu trabalho missionário. Da Diocese de Zé Doca participaram mais de 100 pessoas, percorrendo, de ônibus ou carro, cerca de 3.150 Km (ida e volta) debaixo do sol escaldante do Maranhão, Piauí e Pernambuco, sendo: quase todos os Padres da Diocese, irmãos e irmãs consagrados e não consagrados.




A Posse da Diocese de Zé Doca por parte de Dom João Kot, OMI, será realizada no dia 08 de Novembro às 19:00 hs na Praça da Catedral de Santo Antônio em Zé Doca.

Veja abaixo fotos do evento:


Santo Eugênio de Mazenod fundador da
Congregação dos Oblatos de Maria Imaculada


















terça-feira, 14 de outubro de 2014

A Paróquia São João Batista de La Salle e Nossa Sra. Aparecida realizou a festividade de sua Padroeira.



 Realizou-se no ultimo domingo, dia 12 de outubro, o encerramento da Festividade de Nossa Senhora Aparecida, padroeira da nova paróquia de Zé Doca no bairro São Francisco. Foram nove noites de muita festa, missas, leilões, venda de comidas, oração e reflexão sobre o testemunho de vida de Nossa Senhora.
O Encerramento do festejo, deu-se as 17:30 com a Procissão Luminosa saindo da Igreja Matriz no Bairro São Francisco, onde percorreu-se algumas ruas da paróquia. Ao retornar a matriz, continuou-se a celebração da Santa Missa, presidida por nosso bispo, Dom Carlo Ellena. 

Após o rito da Comunhão, crianças fizeram a coroação de Nossa Senhora Aparecida. Em seguida, a coordenação do festejo agradeceu todas as pessoas que ajudaram e participaram da festividade, e a Dom Carlo que presidiu sua ultima festividade na Paróquia, recebendo, também, uma bíblia de presente de uma legionária da paróquia São João Batista da La Salle e Nossa Senhora Aparecida.



Breve História de Nossa Sra. Aparecida


A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).
Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.
Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.

Veja abaixo algumas fotos do encerramento da festividade:















sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Madre Assunta Marchetti será beatificada em São Paulo

A co-fundadora das missionárias de São Carlos Borromeu, também conhecidas como Irmãs Carlistas ou Scalabrinianas, Madre Assunta Marchetti, será beatificada no dia 25 de outubro, durante cerimônia na catedral metropolitana de São Paulo. 
A missa de beatificação será presidida pelo prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Ângelo Amato, e concelebrada pelo arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, com a presença de bispos, sacerdotes, religiosos. Diversos grupos de peregrinos de diferentes lugares do Brasil participarão da cerimônia.
Para dom Odilo, a beatificação de Madre Assunta é motivo de alegria não apenas para os membros da Congregação, mas para toda a Igreja. “Os cristãos beatificados ou canonizados são o belo fruto da missão e da vida da Igreja; eles realizaram de maneira extraordinária a vocação à santidade, que é de todos; são os grandes cristãos, os católicos exemplares, em cuja vida o Evangelho produziu frutos abundantes’, expressa o cardeal.

Amor ao próximo

Madre Assunta nasceu na Itália em 15 de agosto de 1871, em Lombrici, município de Camaiore. Foi na cidade de São Paulo que ela viveu grande parte de sua vida, dedicando-se a uma intensa ação caritativa voltada sobretudo aos imigrantes, aos doentes e às crianças órfãs ou em situação de pobreza.
“Atuou longamente no Orfanato Cristóvão Colombo da Vila Prudente, perto da igreja de São Carlos Borromeu. Com as companheiras e a mãe, consolidou a Congregação das Missionárias Scalabrinianas, que continuaram o seu ideal de dedicação aos migrantes e aos pobres. A Congregação hoje está presente em vários Estados do Brasil e também em outros países”, comenta dom Odilo.
Em 1895, madre Assunta veio ao Brasil, acompanhando sua mãe e seu irmão, o jovem padre José Marchetti, junto com algumas companheiras, que também nutriam o desejo missionário de acompanhar os imigrantes italianos no Brasil. Passou breves períodos no interior do Estado de São Paulo e no Rio Grande do Sul.
Para dom Odilo, o testemunho dos santos edifica a Igreja. “Eles enfrentaram os problemas e as contradições do seu tempo, foram fiéis a Cristo e à Igreja, cristãos exemplares e cidadãos dignos. Os santos enobrecem nossa comunidade; estão perto de Deus e continuam perto de nós”, afirma.



Fonte: CNBB

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Vocação à vida, aceitação do outro e santidade: três dimensões da família.

As colocações da terceira congregação geral do Sínodo, realizada na manhã desta terça-feira, dia 7, apontaram três dimensões específicas da família. Vocação à vida, aceitação do outro e a santidade foram pontos conclusivos do debate sobre os temas previstos para a sessão, de acordo com a primeira parte do capítulo 3 e do capítulo 4 do Instrumentum Laboris, respectivamente, “Evangelho da família e da lei natural” e “A família e a vocação da pessoa em Cristo”.
 A vocação à vida foi entendida como testemunho de Cristo por meio da unidade familiar. A aceitação do outro considera que a família é a primeira escola de alteridade, o lugar onde se podem aprender a paciência e a lentidão, em contraste com a agitação do mundo moderno. Quanto à santidade, os padres sinodais falaram que a família educa à santidade e é um “ícone da Trindade”, a “Igreja doméstica a serviço da evangelização, futuro da humanidade”.

Temas

A partir dos dois temas propostos e dos debates de ontem, foram descritos pontos de atenção à preparação para o matrimônio, acompanhamento da Pastoral Familiar, a influência dos meios de comunicação, a linguagem o ensinamento da Doutrina eclesial e a situação dos separados e recasados.
Os padres sinodais afirmaram que é necessária uma melhor preparação para o matrimonio, para que este não seja somente válido, mas também frutífero. A proposta é que não haja somente preocupação com “os remédios para o fracasso da união conjugal, mas com as condições que a fazem válida e frutífera”. “A escolha do matrimônio é uma vocação verdadeira e própria e, como tal, requer fidelidade e coerência para ser realmente um lugar de crescimento e salvaguarda do humano”, disseram.
Para isso, de acordo com o que foi apresentado, é necessário acompanhamento constante dos cônjuges em seu itinerário de vida, por meio de uma Pastoral Familiar “intensa e vigorosa”. Alertaram para que o caminho de preparação ao casamento tenha determinados elementos e que seja longo, mas sem o medo de que eventualmente diminua a procura pelas celebrações das bodas na Igreja. “Caso contrário, corre-se o risco de obstruir os tribunais de justiça com os processos matrimoniais”, sinalizaram.
Neste contexto, mostraram um tripé importante dentro Evangelho da família e da lei natural e da família e a vocação da pessoa em Cristo: os meios de comunicação, o ensinamento da Doutrina e a renovação da linguagem. Os padres sinodais manifestaram preocupação com relação aos meios de comunicação, sobretudo quando atuam de forma intrusiva, apresentando ideologias contrárias à Doutrina da Igreja sobre o matrimônio e a família. No mesmo sentido, averiguaram que além de proteger os católicos, também é preciso prepará-los melhor na questão de oferta dos ensinamentos eclesiais de forma mais inclusiva”. Em relação à linguagem, falaram sobre a abertura ao diálogo e uma conversão pastoral para que o anúncio do Evangelho seja mais eficaz.
Sobre os divorciados que voltam a se casar, foi dito que a Igreja não deve apresentar um juízo, mas uma verdade, com um olhar compreensivo: "A 'medicina' da misericórdia da acolhida, atenção e apoio". Foi observado que as famílias que sofrem não buscam soluções pastorais rápidas, não querem ser um mero dado de estatística, mas que sentem a necessidade de serem aconselhadas, aceitas e amadas. "Deve-se dar mais espaço à lógica sacramental que à jurídica", sublinharam.
Por último, trataram da importância da catequese para as famílias, especialmente para as crianças, e da oração dentro das casas, dando lugar a uma “verdadeira e própria geração da fé, transmitindo-a de pais para filhos”. Também foi abordada a formação mais profunda de sacerdotes e catequistas.

Oriente Médio

O papa Francisco, no início da sessão desta manhã, comunicou que o Consistório Ordinário, convocado para o dia 20 de outubro, será dedicado à situação no Oriente Médio, em função dos resultados da reunião de alguns representantes pontifícios e dos superiores dos dicastérios relacionados, que aconteceu entre os dias 2 e 4 de outubro. Seis patriarcas orientais e o patriarca latino de Jerusalém, S.B. Fouad Twal, estarão presentes.

Com informações da agência VIS e fotografia da Rádio Vaticano

“No Sínodo dos Bispos, somos chamados a trabalhar para a vinha do Senhor”, afirma o papa


A 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos foi iniciada, domingo, dia 5, com a missa celebrada na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Na ocasião, o papa Francisco comentou a liturgia do dia, que recorda a imagem da vinha do Senhor, “projeto de Deus para a humanidade”. Ao relacionar com o acontecimento do Sínodo, o pontífice afirmou que os participantes são “chamados a trabalhar na vinha do Senhor”.

 De acordo com Francisco, as assembleias sinodais não servem para “para discutir ideias bonitas e originais, nem para ver quem é mais inteligente”, por outro lado tem a função de “cultivar e guardar melhor a vinha do Senhor, para cooperar no seu sonho, no seu projeto de amor a respeito do seu povo”. O cuidado com a família, considerada parte integrante do desígnio de amor  para a humanidade, será debatido no encontro a partir do tema “Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”.
Em sua homilia, o papa afirmou que “o sonho do Senhor é o seu povo” e que, assim como as videiras, Ele plantou e cultivou com amor paciente e fiel “para se tornar um povo santo, um povo que produza muitos e bons frutos de justiça”. A vinha inculta e com frutos selvagens encontra sua causa na “ganância de poder e de dinheiro” dos agricultores.
Para Francisco, os vinhateiros “arruínam o projeto do Senhor pois não trabalham para Ele, mas só para os seus interesses, carregando sobre os ombros do povo pesos insuportáveis. Quando, na verdade, a tarefa dos líderes do povo é cultivar a vinha com liberdade, criatividade e diligência”.
A formação de um povo santo que pertença a Deus e produza bons frutos é, segundo Francisco, o desejo do Senhor, e os 191 padres sinodais, que até o dia 19 de outubro discutirão sobre a família, devem ter seus pensamentos e projetos apontados para esta indicação. “Para cultivar e guardar bem a vinha, é preciso que os nossos corações e as nossas mentes sejam guardados em Cristo Jesus pela ‘paz de Deus que ultrapassa toda a inteligência’, como diz São Paulo”, lembrou o bispo de Roma.

Clareza

Segunda, dia 6, as atividades tiveram início às 9h, com debate sobre “matrimônio e família”. Num breve discurso de introdução, o papa Francisco deu orientações aos padres sinodais sobre seus posicionamentos. “Falar claro é condição básica”, exortou. “Que ninguém diga ‘isso não se pode dizer, fulano pensará isso ou aquilo de mim’. É preciso dizer tudo o que se sente, a verdade sem temores”, afirmou.
Francisco contou que, em fevereiro, durante o último consistório, um cardeal escreveu para ele lamentando que nem todos os presentes tiveram coragem de dizer algumas coisas “por respeito ao papa, pensando que ele pensasse de forma diferente”.
“Isto não é certo, não é sinodalidade, porque os padres sinodais devem dizer tudo o que, no Senhor, sentem que têm que dizer,  sem pavor. Ao mesmo, deve-se escutar com humildade e acolher, de coração aberto, o que dizem os irmãos. Com estas duas atitudes, se exerce a sinodalidade”, explicou o papa.
Em entrevista à Rádio Vaticano, o arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, reiterou o desejo de conhecer as realidades enfrentadas pela família no mundo todo. “O sínodo é convocado para que faça aparecer a voz e o pensamento da Igreja, ou seja, das igrejas nos diversos lugares, como nas dioceses, as conferências episcopais que os bispos representam. Sobretudo, o papa quer ouvir para depois ter uma palavra da Igreja a respeito desse assunto”, explicou dom Odilo.
O arcebispo de Budapeste, na Hungria, e presidente-delegado do Sínodo, cardeal Peter Erdo, apresentou o relatio ante disceptationem (relatório precedente ao debate). Ele recordou o papa Paulo VI, quando afirmou que “a família não é só sujeito de evangelização, mas sujeito primário no anúncio da Boa Nova de Cristo”. Diante disso, considera ser necessária “a incessante compreensão e atualização do Evangelho da Família, e os problemas familiares mais graves devem ser considerados como ‘sinal dos tempos’”.
Divorciados recasados, preparação de sacerdotes para trabalhar com aconselhamento de casais sobre a validez de sua união e dificuldades sociais e culturais que pesam na vida matrimonial e familiar foram elementos apresentados no relatório. O documento sugeriu “dar respostas reais e impregnadas de caridade aos problemas que, especialmente hoje, tocam a existência da Família”.

Com informações da Rádio Vaticano
Com fotografia da Rádio Vaticano e agência AFP