OBJETIVO GERAL

OBJETIVO GERAL: Criar e fortalecer comunidades eclesiais missionárias enraizadas na Palavra de Deus e nas realidades da diocese, tendo a missão como eixo fundamental.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Papa Francisco: é triste encontrar um padre que perdeu a esperança
O povo de Deus precisa de que nós, padres, ofereçamos este sinal de esperança, vivamos esta esperança em Jesus que refaz todas as coisas.
09.09.2013

O Papa Francisco explicou hoje na missa na Casa Santa Marta que a esperança é algo diferente de um simples otimismo. O Papa também disse que é triste encontrar um sacerdote que perdeu a esperança.

Francisco explicou que a esperança é Jesus em pessoa, é a sua força de libertar e refazer uma nova vida. O otimismo é apenas uma atitude humana.

O Papa alertou para o risco de considerar a esperança como uma virtude de segunda classe, se comparada com a fé e a caridade.

“A esperança é um dom, é um presente do Espírito Santo”. “Se não dizemos ‘Tenho esperança em Jesus Cristo, pessoa viva, que agora vive na Eucaristia, que está presente na sua Palavra’, não é esperança; é bom humor e otimismo.”

Ao comentar o episódio evangélico em que Jesus cura a mão paralisada de um homem, o Papa afirmou que Jesus liberta a mão da doença e demonstra a quem o critica que o caminho deles não é o da liberdade.

“Liberdade e esperança caminham juntas: onde não há esperança, não há liberdade”. Jesus liberta da doença, do rigor e refaz aquele homem e quem não acreditou nele.

“Jesus, a esperança. Refaz tudo. É um milagre constante. Não somente fez milagres de curas, tantas coisas...eram somente sinais, sinais daquilo que está fazendo agora, na Igreja. O milagre de refazer tudo: o que faz na minha, na tua e na nossa vida. Refazer. E o que ele refaz é justamente o motivo da nossa esperança. E esta esperança não decepciona porque Ele é fiel.”

O Papa então citou de modo especial os sacerdotes. “É um pouco triste quando se encontra um sacerdote que perdeu a esperança”; mas “é belo encontrar quem chega no final da vida não com otimismo, mas com esperança”. “Este sacerdote está em união com Jesus Cristo, e o povo de Deus precisa de que nós padres ofereçamos este sinal de esperança, vivamos esta esperança em Jesus que refaz todas as coisas”.

“O Senhor que é a esperança da glória, que é o centro, que é a totalidade, nos ajude nesta direção: dar esperança, ter paixão pela esperança. E, como disse, nem sempre é otimismo, mas foi o que Nossa Senhora teve no momento das trevas: na noite de Sexta-feira até a manhã do domingo. Aquela esperança; e ela a tinha. E aquela esperança refez tudo. Que o Senhor nos dê esta graça.”

(Com informações da Rádio Vaticano)
Médicos e Padres 
A presença de padres estrangeiros foi muito positiva, tanto para o atendimento pastoral das comunidades católicas, como para o conjunto do país.

Não é fácil, e talvez nem convenha, comparar médicos com padres, ou vice-versa. Mesmo que, para se ressaltar a importância da profissão de médico, se costume dizer que ela é um verdadeiro “sacerdócio”. Mas aqui a comparação entre médicos e padres é colocada a propósito da polêmica instaurada nacionalmente, a respeito da contratação, ou não, de médicos estrangeiros para exercerem sua profissão em municípios que não dispõem do atendimento médico por profissionais brasileiros. 

Faltam médicos brasileiros. Faltam padres brasileiros. Aí sim é possível fazer algumas ponderações. Diante da falta de padres brasileiros, a Igreja sempre esteve muito aberta para acolher padres estrangeiros. E o povo sempre recebeu bem os padres vindos de outros países, especialmente da Europa, mas também do Canadá e até dos Estados Unidos. 

Para dimensionar melhor o que significou para a Igreja do Brasil a presença de padres estrangeiros é revelador conferir quantos deles acabaram sendo eleitos bispos. Nas últimas décadas, somando os que já são agora eméritos, passa de cem o número de bispos estrangeiros colocados à frente de dioceses no Brasil. Isto representa, propriamente, um terço do episcopado brasileiro. 

Claro que a análise deste fato comportaria outros ingredientes que ajudariam a explicar a composição do clero brasileiro. Mas o dado mais eloquente a ser levado em conta é, sem dúvida, a disposição de acolher, sem restrições nem reservas, a presença de padres estrangeiros, com plena jurisdição pastoral. 

Esta atitude contribuiu, certamente, para confirmar a fama do Brasil ser um país aberto à universalidade, acolhedor da diversidade, sem maiores problemas de convivência com o diferente, pronto para a harmonia de relacionamentos com pessoas de outras culturas. 

O fato evidente é este: a presença de padres estrangeiros foi muito positiva, tanto para o atendimento pastoral das comunidades católicas, como para o conjunto do país, que pôde contar com a valiosa contribuição de pessoas capacitadas e laboriosas, que puderam prestar valiosos serviços sociais junto à população. 

Diante disto surge espontânea a pergunta: por que não acolher os médicos estrangeiros, ainda mais diante da carência de profissionais que faz com que centenas de municípios brasileiros estejam desprovidos de atendimento médico? 

Diante de situações dramáticas, que precisam de solução urgente, dá para dispensar o apelo à tradição brasileira, de abertura para a diversidade cultural, e centrar nossa motivação na urgência humanitária de socorrer a tantos doentes que acabam morrendo por falta de médico. 

Nenhum médico gostaria de ser acusado de omissão de socorro profissional, causado por sua irresponsabilidade. 

Certamente a classe médica do Brasil não quer ser responsabilizada pela falta de atendimento profissional a tantas pessoas que precisam com urgência de socorro médico. 

Fica o apelo para que a classe médica do Brasil, através de seus organismos de representação, coloque diante do Ministério da Saúde suas ponderações sobre esta demanda, para que se chegue rapidamente a uma solução, que não comprometa a imagem dos médicos brasileiros, não constranja os médicos estrangeiros, e sobretudo se transforme em medidas eficazes em favor dos doentes, para quem a saúde não tem nacionalidade, pois ela goza de cidadania universal.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Carta compromisso da 5ª Semana Social Brasileira

A assembleia da 5ª Semana Social, promovida pela Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida no Centro Cultural de Brasília-DF, de 2 a 5 de setembro de 2013, analisou a realidade brasileira e global, escutou os clamores populares e celebrou a caminhada dos movimentos sociais e das igrejas, na defesa e na promoção da vida.
Este processo, que acontece há vinte anos, tem contribuído no debate com a sociedade para proposições de iniciativas para a superação das desigualdades sociais e regionais.

É um esforço conjunto das organizações sociais na defesa dos direitos humanos e da natureza como expressão da solidariedade e da profecia cristã.
É exigência da fé, amar a Deus e ir ao encontro do outro, sobretudo, dos pobres e necessitados. Pois “os pobres são os juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências Éticas da Ordem Democrática, nº 72, CNBB, Doc nº 42, 1989).
As manifestações de rua que acontecem no país desde junho deixam um alerta para a sociedade. Não é mais possível negar os direitos e a participação dos cidadãos/as invisibilizados/as.

O modelo desenvolvimentista assumido pelo Estado Brasileiro atual, baseado em políticas compensatórias, submete a nação às determinações da mundialização neoliberal em crise, reprimariza a economia, explorando os bens naturais e humanos para a exportação, transformando-os em commodities. Este modelo viola o direito dos povos e ameaça a vida do planeta, impactando as comunidades rurais e urbanas, as classes trabalhadoras e a população em geral.

A 5ª Semana Social Brasileira, ao debater sobre o Estado para que e para quem, procurou dar vez e voz ao conjunto da sociedade, bem como dos povos e comunidades impactadas pelas políticas do Estado, em sintonia com os clamores das ruas e suas reivindicações. Estes são novos sujeitos políticos no processo de construção da sociedade e do Estado do Bem Viver, conviver, pertencer e ser. Seus fundamentos são a solidariedade, a fraternidade e a sustentabilidade para garantir vida plena às gerações presentes e futuras.

Reconhecemos os avanços que a sociedade conquistou nas últimas décadas, conscientes de que essas vitórias estão ameaçadas pelo desmonte constitucional. Por isso, comprometemos-nos na refundação de um Estado de inclusão e de igualdade social. O protagonismo dos movimentos sociais garantirá um Estado que se fundamente na democracia direta, participativa e representativa. Acreditamos nos sinais de esperança presentes na sociedade e nas igrejas que apontam para um novo Estado e uma nova sociedade.

Para construir o Estado que queremos, assumimos os seguintes compromissos:

1) Defender o trabalho para todos/as. Trabalho digno e não precarizado. Nenhum direito a menos. Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários como repartição dos abusivos ganhos de produtividade do capital. Reaparelhamento do aparato fiscalizador do Ministério do trabalho. Fortalecer a Economia Popular Solidária como uma política de Estado.

2) Promover a formação para a cidadania, apoiando a proposta da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas e da convocação de um plebiscito para uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva. Participar da campanha saúde +10; 10% do orçamento da União para a educação e os demais direitos sociais; contra a privatização dos serviços públicos.

3) Retomar e fortalecer a metodologia das Assembleias Populares, com a criação de Tribunais Populares, pela democratização do Judiciário e do acesso à justiça e a reestruturação do Sistema de Segurança pública, visando à construção de um Estado defensor dos direitos humanos e ambientais.

4) Apoiar a Reforma Agrária, a agricultura familiar e agroecológica; o reconhecimento dos territórios dos Povos Originários e Comunidades Tradicionais: camponeses, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas, recicladores, e demais grupos sociais fragilizados, cujos direitos são garantidos pela Constituição Federal e que não são cumpridos.

5) Fortalecer a Campanha pela Democratização dos Meios de Comunicação Social e participar de fóruns específicos.

6) Garantir a efetivação dos Conselhos de Juventudes para o controle social das políticas públicas; assumir a campanha contra o extermínio de jovens, principalmente pobres e negros; contra a redução da maioridade penal e a violência às mulheres.

7) Incentivar políticas de defesa civil, com participação da sociedade, para a prevenção dos impactos socioambientais dos projetos desenvolvimentistas e a proteção e garantia de direitos das populações afetadas.

8) Exigir do Governo Federal a implementação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil e que haja sua efetiva participação.

9) Incentivar a criação e o fortalecimento dos fóruns populares que monitoram e propõem políticas urbanas nos bairros, nas regiões administrativas e nos municípios.

10) Informar e mobilizar a sociedade sobre a gestão dos recursos públicos, participando de campanhas pela revisão da distribuição orçamentária da União; por uma reforma tributaria progressiva e participativa; contra uma política de endividamento público e de gestão do orçamento social e ambiental irresponsável. Exigir do governo o fim dos leiloes do petróleo, pela plena reestatização da Petrobras, bem como a auditoria da dívida pública, conforme o artigo 26 das Disposições Transitórias da Constituição Federal.

Dentre estes compromissos, destacamos a urgência pela:

1- Reforma política

2- Demarcação das Terras Indígenas, dos Territórios Tradicionais, dos Quilombolas e Pesqueiros

3- Solicitar ao papa Francisco que convoque um evento internacional sobre a Vida no Planeta

Apoiamos a reforma política que garanta a soberania popula; a Campanha da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas; a convocação do Plebiscito Popular para uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva; a Campanha pela Demarcação dos Territórios Tradicionais e Pesqueiros.

Concluímos afirmando nosso apoio ao papa Francisco na renovação da Igreja.

Brasília – DF, 5 de setembro de 2013


terça-feira, 13 de agosto de 2013

3º etapa do Curso Regional de Doutrinas Sociais da Igreja, em Pastos Bons diocese de Balsas

Aconteceu nos dias 02, 03 3 04 de agosto, tendo como assessor  Pe. Umberto Guidotti e, contando com a presença de algumas dioceses do regional nordeste5: Brejo, Bacabal, Caxias, Balsas, Viana, Zé Doca, Imperatriz e Coroatá.
Participantes da Diocese de Zé Doca; Nonato Paiva, Raimundo, Arlan, Poeta da Paroquia de Santo Antônio de Zé Doca e Sr. Mario da Paroquia São Sebastiao de Carutapera.
Depoimento de Pe. Umberto Guidotti.
- Qual a importância do Curso de DSI para a nossa Igreja nos dias de hoje?
Pe. GUIDOTTI – É preciso descobrir este segredo bonito que nós temos que é os acervos que nós temos da Doutrina Social da Igreja não somente a nível mundial do fruto das encíclicas dos papas, mas de uma Doutrina Social da Igreja construída e elaborada aqui na América Latina pelos os nossos bispos, através das conferencias episcopais em Medellin de 1968, Puebla de 1979, Santo Domingo de 1992 e aparecida em 2007.
A igreja é estruturada sob três esteios. 1º esteio é o esteio da palavra, 2º esteio é o esteio da liturgia e o 3º esteio é o esteio da caridade, tem que ter uma caridade organizada, significa uma estrutura da caridade tanto quanto numa paroquia numa diocese ter uma estrutura da catequese e ter uma estrutura da liturgia, nós temos muitas pessoas que trabalham na liturgia e muitas pessoas que trabalham na catequese, se gasta dinheiro para abrilhantar nossas liturgias, se gasta para fornecer subsídios didáticos para a catequese, mas a cinderela continua sendo a parte social, a caridade organizada que cuida da assistência, da promoção e da libertação dos pobres, cuida da injustiça, cuida da construção do Reino de Deus, tudo isso nós encontramos,  aquilo que nós chamamos  de Doutrina Social da Igreja, que agora  esta tudo resumido num livro chamado “ COMPÊNDIO” da DSI. Este COMPÊNDIO seria uma espécie de catecismo da Doutrina Social da Igreja, como existe o catecismo da Igreja Católica que fala dos dogmas, que fala das verdades, existe um catecismo apropriado para a DSI, que deveria está nas mãos de todos.

Este Doutrina deveria fazer parte do conteúdo da  catequese, sobretudo dos adolescente e jovens da Crisma, e também fazer parte dos cursos de formação de todos os agentes de pastorais, não é possível pensar uma verdadeira formação cristã, deixando de lado a doutrina Social da Igreja.

Estes conteúdos de Medellin, de Puebla e Santo Domingo através de uma introdução feita por minha parte , uma leitura dos textos, bonitos, proféticos e inovadores que teria muito ajudado a igreja se tivessem sido posto em pratica. Hoje pela manha 04/08, por exemplo, nós vimos como documento de Medellin, já falava da pobreza da igreja, já incentivava os bispos e a igreja a não ir atrás dos privilégios,  da riqueza, de não ir atrás de anéis de ouro essas coisas que o Papa Francisco esta lançando para o mundo todo, nós da américa latina já tínhamos falado antes a 30, 40 anos atrás já havíamos falado que nós precisávamos de uma igreja como esta. Então graças a Deus veio este Papa Latino Americano que esta resgatando esta produção dos nossos bispos e da nossa Igreja. Precisa por tanto continuar, aprofundar e espalhar mais este tesouro da Doutrina Social da Igreja no nosso meio e nas nossas comunidades.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013


JOVENS DA DIOCESE DE ZÉ DOCA (MA) PRESTIGIARAM A MARCHA MUNDIAL DAS JUVENTUDES
A Macha Mundial das Juventude aconteceu dia 26 de julho, onde os participantes de grupos juvenis da pastoral da juventude e dentre outros movimentos ligado à juventude foram às ruas da cidade maravilhosa levando uma mensagem a sociedade civil: “Chega de Violência e Extermínio de Jovens”.
Texto a seguir tirado do site da pj (http://www.pj.org.br/noticias/1675):
O principal grito motivador da marcha vem da “Campanha Nacional contra a Violência e Extermínio de Jovens”, que é organizada pelas Pastorais da Juventude do Brasil em parceria com outras organizações da Igreja e da Sociedade. Assim aconteceu. Os jovens se concentraram no Arpoador a partir de 13h30min e depois seguiram rumo à praia de Copacabana, onde acontece a Via-Sacra com a presença do Papa no período da noite.   
      

Durante a concentração será oferecida uma Oficina para confecção de cartazes com mensagens de defesa pela vida da juventude, além dos principais gritos já utilizados na Campanha. Também serão distribuídas bandeiras e outros instrumentos pela organização da Marcha. “Este é o momento oportuno de irmos para as ruas lutar pela vida dos jovens de todo o mundo”, afirma o assessor nacional da Pastoral da Juventude e um dos organizadores da marcha, Joaquim Silva. Para ele, a motivação da caminhada vem de muito antes, quando a PJ já organizava eventos de massa por todo o país. Mas a força do gesto deve ser ainda maior, já que o Brasil tem vivido um período de intensas manifestações em várias cidades.

Outro tema que estará presente na atividade é o posicionamento contra a Redução da Maioridade Penal. O membro do Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) pela PJ, Edgar Mansur afirmou que o tema sempre foi discutido nas pastorais e na Igreja, mas que a amplitude que o assunto ganhou na mídia requer uma postura mais clara. “Muitas pessoas se assustam com esse posicionamento de ser contra a redução da maioridade penal. Mas não temos medo de reafirmar essa postura, porque acreditamos que ela vai de encontro ao que o Evangelho nos propõe. Não queremos mais gente na cadeia, queremos mais direitos respeitados e caminhos verdadeiramente transformadores”, completou.


A divulgação segue sendo feita por meio de panfletagens e uso das redes sociais. Segundo os organizadores, a fala do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, na missa de abertura da JMJ, foi motivadora. Na oportunidade ele rezou pelas vítimas da chacina da Candelária e citou os jovens mortos no incêndio da boate “Kiss” em Santa Maria. “O cenário de violência e de negação de direitos da juventude está presente no mundo inteiro. Reunir uma multidão internacional de jovens é assumir a ousadia de que a juventude quer viver aqui, e em todo lugar do mundo”, disse a jovem catarinense Aline Ogliari.


 A “Marcha Mundial das Juventudes” é um evento ligado a “Tenda das Juventudes”, que está acontecendo na paróquia de Santa Bernadete no bairro de Higienópolis. No local, temas que envolvem os direitos juvenis estão sendo aprofundados durante a semana.

Peregrinos da Diocese de Zé Doca participam das catequeses

Durante toda a semana da JMJ, que aconteceu no Rio de Janeiro, houve três dias de catequese (24- 25- 26/ 07) da qual os peregrinos da Diocese de Zé Doca participaram intensamente, ouvindo as palavras dos bispos que dirigiram tais catequeses.

As ondas do mar foram o fundo sonoro para a catequese do arcebispo de Juiz de Fora, MG, Dom Gil Antônio Moreira, no Clube Costa Brava em Joá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. "Pode chover o que quiser, a chuva, a agressão do mundo, nada nos fará abandonar a Cristo", disse aos jovens presentes, que escutavam o barulho das chuvas durante toda a quarta-feira, 24.

O arcebispo contou o testemunho de uma tempestade no Rio Amazonas, que acabou levando-o para um vilarejo ribeirinho. Dom Gil lembrou que a sede humana só é saciada com Deus porque "as coisas humanas só preenchem até certo ponto".

Para as amigas Maria Eduarda, Brenda e Sabrina de Nova Olinda (MA), as palavras da catequese foram importantes para preencher a alma com a graça de Deus. Segundo elas, o bispo falou em uma linguagem muito próxima.




DIOCESE DE ZÉ DOCA CHEGAR A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE


Foi dia 22 do mês corrente às vinte horas e trinta minutos, os peregrinos da diocese de Zé Doca chegaram a Rio de Janeiro onde acontece a Jornada mundial da Juventude. 


Os dois grupos da diocese foram acolhidos por duas paróquias da arquidiocese do Rio.

O primeiro grupo foi acolhido pela paróquia Nossa Senhora Mãe da Divina Providência –Bairro Taquara– onde foram recepcionados pela comunidade e direcionados para o alojamento. Já o segundo grupo foi direcionado para a paróquia Nossa Senhora de Fátima no bairro Olaria. 


terça-feira, 25 de junho de 2013

CNBB cria ação de boas-vindas ao Papa Francisco

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançará um livro em dois volumes: o primeiro volume contando, de forma temática e com testemunhos, a Peregrinação da Cruz e Ícone de Nossa Senhora pelo Brasil, denominada no país como “Bote Fé”; no segundo volume, constarão nome, paróquia, cidade e algumas mensagens de participantes dessa ação por meio da Rede Social eCatholicus.

Para ter o nome impresso no livro, os fiéis devem acessar a https://www.ecatholicus.com.br/Publico/Login.aspx  a rede social da Igreja Católica lançada recentemente pela CNBB em parceria com o CERIS - Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais e a Associação Petras de Promoção da Igreja. Na rede, após se cadastrar, o usuário deverá buscar pelo perfil do Papa Francisco, localizar o campo para a assinatura e deixar uma mensagem que será encaminhada ao Santo Padre pela CNBB.

"Naturalmente nem todas as mensagens poderão ser impressas no livro, apenas algumas que serão selecionadas por uma equipe da CNBB. Mas todos os nomes das pessoas que participarem dessa ação constarão no livro que também indicará a paróquias e a cidade desse fiel", disse padre Valdeir Goulart, que coordena a ação. "As mensagens não selecionadas serão disponibilizadas ao Papa por meio eletrônico", completou padre Valdeir. “As mensagens poderão ser redigidas utilizando apenas 150 (cento e cinquenta) caracteres. "Foi uma maneira que encontramos para otimizar a ação e evitarmos textos longos. Como prevemos uma grande participação dos fiéis nessa campanha, textos longos dificultariam a ação", disse Fábio Castro, administrador da rede eCatholicus.


quarta-feira, 19 de junho de 2013


BANDEIRA PEREGRINA DA PARÓQUIA DE 
ZÉ DOCA- MA


Os jovens da paróquia catedral de Santo Antônio que irão a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), levarão uma bandeira para o Rio de Janeiro, (RJ) em homenagem todos àqueles que assinarem a bandeira.









A bandeira que os jovens levarão a JMJ começou a circular desde dia 08 de junho do ano corrente (período da festividade de santo Antônio), já obteve várias assinaturas até mesmo do nosso bispo diocesano Dom Carlo Ellena.




A bandeira tem como objetivo angariar recursos financeiros para ajudar os jovens que representarão a paróquia catedral de Santo Antônio na Jornada Mundial da Juventude que contará com a presença de Sua Santidade Papa Francisco.  Qualquer informação ou ajuda entre em contato conosco através do e-mail: diocesezedoca_ma@hotmail.com





















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