OBJETIVO GERAL

OBJETIVO GERAL: Criar e fortalecer comunidades eclesiais missionárias enraizadas na Palavra de Deus e nas realidades da diocese, tendo a missão como eixo fundamental.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

ENCERRAMENTO DA FESTIVIDADE DE SANTO ANTÔNIO DA PARÓQUIA CATEDRAL DE ZÉ DOCA

Ontem por volta das cinco horas e trinta minutos, defronte a primeira capela da cidade de Zé Doca –comunidade Santa Tereza– deu-se inicio a procissão que finaliza a trezena de Santo Antônio. Os fiéis foram se aglomerando para este último dia da festividade, contando com a presença do nosso bispo Dom Carlo, padre Márcio Junior reitor de seminário menor, padre Brito pároco da paróquia catedral cujo qual se celebra tal festividade e padre Avelino da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro do município de Maracaçumé.



 A procissão percorreu algumas ruas de nossa cidade para assim homenagear Santo Antônio, lembrando o testemunho deste grande doutor da igreja que não parou de anunciar o evangelho de Cristo Jesus aos mais necessitados.











 Após percorrer algumas ruas da cidade cheguemos a catedral, onde dermos continuidade com a celebração eucarística. Ao termino desta, o reverendo pároco da catedral agradeceu todas as pessoas que contribuíram direta e indiretamente com a festividade de Santo Antônio.
















Já no largo da catedral houve venda de comidas típicas, leilões e show com Francisco Marinho encerando assim esta festividade de Santo Antônio.


Santo Antônio, rogai por todos nos!

Projeto une Igreja no Brasil em prol formação de seminaristas das dioceses mais pobres

Comunhão e Partilha: este é o nome do projeto solidário que surgiu da preocupação do episcopado brasileiro com a formação dos seminaristas das dioceses mais pobres. “Temos irmãos bispos que vivem em dificuldades para a manutenção da ação pastoral de sua diocese, e mesmo para a manutenção dos seminários”, relata o presidente da Comissão Episcopal para a Solidariedade entre as Dioceses, dom Alfredo Schaffler (foto). 

A Comissão foi criada após a Assembleia Geral dos Bispos em 2012 com a responsabilidade de coordenar o projeto. Desde junho do ano passado, todas as dioceses e prelazias do Brasil destinam 1% de sua receita bruta mensal para um fundo administrado pela CNBB, com o objetivo de colaborar com as dioceses que não tem recursos para custear plenamente a formação de seus seminaristas. Estas dioceses foram divididas em dois grupos: o primeiro, reúne as dioceses com renda mensal até 10 mil reais, e o outro com renda mensal acima de 10 mil e abaixo de 20 mil reais. “Existem situações muito precárias no Brasil, de bispos que vivem de forma abnegada e pobre, e às vezes até passando necessidade, para poder manter os seminaristas”, explica dom Alfredo. 

O fundo de solidariedade já realiza, desde agosto do ano passado, o repasse no valor de dois salários mínimos, em benefício de cada seminarista das 14 dioceses do primeiro grupo. São elas: Marajó (PA), São Félix do Araguaia (MT), Corumbá (MS), Borba (AM), Rui Barbosa (BA), Ponta de Pedras (PA), Paranatinga (MT), São Raimundo Nonato (PI), Zé Doca (MA), Brejo (MA), Carolina (MA), Bom Jesus de Gurguéia (PI), Bagé (RS) e Humaitá (AM).

A partir de março deste ano, o fundo iniciou o repasse no valor de 75% de dois salários mínimos em benefício de cada seminarista das 23 dioceses do segundo grupo: Abaetetuba (PA), Barra (BA), Oeiras (PI), Jardim (MS), Lábrea (AM), Cametá (PA), Coroatá (MA), Floriano (PI), Salgueiro (PE), Itabuna (BA), Tefé (AM), Três Lagoas (MS), Irecê (BA), Coari (AM), Cristalândia (TO), Cruzeiro do Sul (AC), Crateús (CE), Coxim (MS), Barra do Garças (MT), São Gabriel da Cachoeira (AM), Almenara (PA), Itacoatiara (AM) e Serrinha (BA).

Até o final de maio, 232 seminaristas foram beneficiados com o projeto. Cada diocese beneficiada deve informar à CNBB o nome do seminarista, bem como enviar um relatório anual da ajuda recebida e sua aplicação. O projeto “Comunhão e Partilha” terá duração de cinco anos, quando deverá ser avaliado pela Assembleia Geral da CNBB.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

NOVE ANOS DE SAGRAÇÃO EPISCOPAL DE DOM CARLO ELLENA, BISPO DE NOSSA DIOCESE.


Hoje lembramos nove (09) anos da Sagração Episcopal de Dom Carlo Ellena, bispo da Diocese de Zé Doca. Uma data que ficou e ficará marcado na memória de todo o povo desta diocese.
Foi no ano de 2004, nesta mesma data de hoje que a partir da 19h: 30 se iniciou a celebração eucarística pela qual o monsenhor Carlo Ellena foi sagrado e empossado como bispo da diocese de Zé Doca.
A praça da catedral de Santo Antônio estava repleta de fiéis que esperavam tal acontecimento, vindos de todos os cantos da diocese e de outras dioceses que compõem o Regional Nordeste5, como também os familiares e amigos (as) do bispo eleito se fizeram presente neste momento importante de sua vida do bispo e da igreja particular de Zé Doca.
O lema cujo bispo eleito de nossa diocese escolheu é: “acreditamos no amor”. Este lema fez parte de toda a sua caminhada, (e continua fazendo) nas diversas paróquias por onde ele visitou levando sempre em primeiro lugar o amor que Deus transmitiu aos apóstolos como testemunho para que fizéssemos o mesmo.
Dom Carlo Ellena ao longo destes anos testemunhou através dos seus jeitos simples e humilde uma dedicação muito grande pela nossa diocese, lutando sem hesitar do projeto do reino de Deus mesmo diante das dificuldades que presenciou.
Dom Carlo, só temos a agradecer primeiramente a Deus por nos ter dado um bispo como você, e em segundo lugar a você que tanto amou e continua amando nossa diocese. Que Deus continue abençoando e dando muitas forças para continuar testemunhando com palavras e gestos o Reino de Deus.   
PARABÉNS, DOM CARLO ELLENA a nossa diocese só tem a agradecer a Deus por nos ter dado você como bispo.

segunda-feira, 10 de junho de 2013


FESTIVIDADE DE SANTO ANTÔNIO


Ontem aconteceu a nona noite da festividade de Santo Antônio cujos notários responsáveis foram a legião de Maria e grupos juvenis da paróquia. A santa missa foi presidida pelo padre Agnaldo reitor do seminário maior Dom Guido Maria casulo da diocese de Zé Doca- MA. Logo mais ao termino da celebração eucarística houve o show de Frei Zeca que animou como muita alegria povo de Deus que se encontrava no largo da catedral.







É FESTA DE SANTO ANTÔNIO


Desde junho do corrente ano a paróquia Catedral de Santo Antônio está em festa em louvor a Deus por meio da intercessão do Santo que desde sempre buscou através das palavras e ações anunciar as boas novas a humanidade. O santo cujo nome de batismo era conhecido como Fernando acreditava que as “palavras só ganham vida quando são as obras que falam”.
A paróquia catedral realiza durante todos os dias da festividade missas a partir das 19h: 30 que desde do primeiro dia da festividade até 13 de junho, data qual se festeja ou se comemora com muita devoção a figura deste Santo doutro da Igreja que tanto nos inspira a testemunhar como nossas palavras e ações as maravilhas que Deus vem fazendo em nossas vidas.  Todos dias após a santa missa acontece no largo da catedral vendas de comidas tipas.
 
Devoções a Santo Antônio

É invocado como protetor de coisas perdidas, porque em Montpellier, na França, onde lecionava e pregava, um noviço franciscano saiu do convento e roubou seus comentários escritos sobre os salmos. Ele rezou para que o ladrão lhe devolvesse a preciosa obra. Arrependido, o ladrão voltou e lhe devolveu o livro manuscrito. Daí o fato de ser invocado para encontrar coisas perdidas.
Também, na França, uma senhora de Toulouse, por ter alcança do uma grande graça, por intercessão de Santo Antônio, resolveu levar pães à igreja, para que fossem abençoados e distribuídos aos pobres. Daí vem a tradição de se abençoar os pães de Santo Antônio, no dia 13 de junho, para se crescer no amor para com os pobres e para se buscar a restituição da saúde a muitos de nossos doentes.
A devoção a Santo Antônio teve desenvolvimento popular surpreendente. O folclore brasileiro e italiano é rico em alusões ao poder milagroso do santo para casamento e para encontrar coisa perdida. O fato é que Santo Antônio não decepciona nunca seus devotos.

sábado, 8 de junho de 2013


CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
          Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada 

MOVC – C – Nº 0285/13

CARTA-MENSAGEM AOS PRESBÍTEROS DO BRASIL
Meus queridos presbíteros do Brasil,
Tenho Sede!

“Vinde a mim, todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vós” (Mt 11,28-29).

Caros irmãos, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada sente-se no dever de saudá-los, cordial e fraternalmente, por ocasião do Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes, anualmente celebrado na solenidade do Sagrado Coração de Jesus. A Igreja realiza este Dia Mundial de Oração com a finalidade de ajudar os presbíteros a aprofundar a união com Jesus Cristo e com os irmãos e as irmãs, na fidelidade aos compromissos assumidos na ordenação presbiteral. “A vocação sacerdotal é um dom de Deus, que constitui certamente um grande bem para aquele que é o seu primeiro destinatário. Mas é também um dom para a Igreja inteira, um bem para a sua vida e missão (CNBB, Doc. 93, nº 104). Por isto, neste dia, as comunidades, a quem servimos pastoralmente, são convocadas a rezar conosco e por nós para a nossa santificação.
Estamos em plena vigência da mudança de época. Tudo muda rapidamente, até mesmo na vida e no ministério presbiteral. No entanto, uma coisa permanece para sempre: a nossa configuração com Jesus Cristo (Cf. PDV 5). O sacramento da ordem nos configura e nos incorpora a Jesus Cristo, santo, misericordioso, manso e humilde de coração. Quem é ordenado entra numa ordem, a ordem presbiteral. Esta configuração e esta incorporação nos candidatam à santidade, enquanto presbíteros. “Do ser configurado com Cristo decorre um agir conforme ao de Cristo” (CNBB, Doc. 93, nº 50).
A nossa missão, irmãos, enquanto ministros ordenados têm seus segredos, seus encantos e suas paixões. O segredo da vocação presbiteral está no encantamento por Jesus, por sua Igreja e pelo seu povo. Ninguém segue fielmente, por muito tempo, a alguém por quem não tenha encantamento. O segredo da fidelidade presbiteral radical está no encantamento por Jesus, por sua pessoa e por seu projeto de vida. O segredo do seguimento missionário está no encantamento pelo estilo e pelo modelo de vida missionária de Jesus. O segredo da vida missionária está na capacidade de se encantar ou se reencantar cada dia, de começar sempre de novo, sem olhar para trás. Quem assim não vive, a chama da vocação se apaga, a vida perde o sentido, vira rotina e dificilmente se mantém, por muito tempo, na missão.
Como os apóstolos, tornamo-nos discípulos missionários de Jesus, deixando barcos, redes, pátria, família e projetos pessoais. Às vezes, após um tempo de caminhada, a vida de fé é invadida por uma crescente insensibilidade; os valores evangélicos vão perdendo sentido; a oração vai se tornando árida e fatigante; os compromissos apostólicos ou sociais vão perdendo a novidade; experimentam-se desilusões e fracassos; e o pior, a escuridão que nos leva para longe do Senhor.
A oração, no entanto, constante e bem feita faz milagre. Jesus diz que há alguns demônios que só podem ser expulsos pela oração (Mc 9,29). Vejamos o exemplo do sacerdote Zacarias que, em meio à crise que o levou à mudez, decorrente do não acreditar na promessa de gerar um filho, mesmo na velhice, compôs este cântico que rezamos todas as manhãs, nas laudes da Liturgia das Horas: “...de conceder-nos que, libertos do inimigo, a ele nós sirvamos sem temor, em santidade e justiça diante dele, enquanto perdurarem nossos dias” (Lc 1,72-74). A oração o salvou da mudez e da esterilidade.
A busca da santidade deve ser uma constante em nossa vida. Renovar cada dia o compromisso com Jesus, optando pelo radicalismo do evangelho de forma mais lúcida e madura, leva-nos à santidade. Esta não deve ser buscada por motivos emocionais e psicológicos e sim pela configuração a Jesus Cristo, Homem de oração. É a santidade que nos conduz à pobreza e ao compromisso solidário com os pobres e excluídos da sociedade. Para se viver esta santidade, é necessário que a cada dia aconteça em nós a conversão pessoal e pastoral. Somos santos, à medida que nos deixarmos conduzir pelo Senhor na fé, na cruz e na esperança.
O cuidado da vida espiritual, o qual nos afasta da tibieza, deve ser um dever que infunde fé, esperança e alegria. Os fiéis têm sede de presbíteros, homens de Deus, conselheiros, mediadores de paz, amigos fiéis e prudentes, guias seguros em quem confiar nos momentos duros da vida para encontrar conforto e segurança. O Documento de Aparecida lembra que "o povo de Deus sente a necessidade de presbíteros discípulos: que tenham profunda experiência de Deus, configurados com o coração do Bom Pastor, dóceis às orientações do Espírito, que se nutram da Palavra de Deus, da Eucaristia e da oração; de presbíteros missionários: movidos pela caridade pastoral que os leve a cuidar do rebanho a eles confiado e a procurar os mais afastados pregando a Palavra de Deus, sempre em profunda comunhão com seu Bispo, com os presbíteros, diáconos, religiosos, religiosas e leigos; de presbíteros servidores da vida: que estejam atentos às necessidades dos mais pobres, comprometidos na defesa dos direitos dos mais fracos, e promotores da cultura da solidariedade. Também de presbíteros cheios de misericórdia, disponíveis para administrar o sacramento da reconciliação” (DAp 199).
Na homilia da missa crismal, na quinta feira-santa, o papa Francisco disse que “as pessoas agradecem-nos porque sentem que rezamos a partir das realidades da sua vida de todos os dias, as suas penas e alegrias, as suas angústias e esperanças. E, quando sentem que, através de nós, lhes chega o perfume do Ungido, de Cristo, animam-se a confiar-nos tudo o que elas querem que chegue ao Senhor: ‘Reze por mim, padre, porque tenho este problema’, ‘abençoe-me, padre’, ‘reze para mim’… Estas confidências são o sinal de que a unção chegou à orla do manto, porque é transformada em súplica - súplica do povo de Deus. Quando estamos nesta relação com Deus e com o seu povo e a graça passa através de nós, então somos sacerdotes, mediadores entre Deus e os homens”.
Temos, portanto, três campos ou três espaços para o nosso trabalho que nos fazem homens de três lugares: o púlpito e o altar, de onde distribuímos o pão da palavra e o pão da Eucaristia; o confessionário, de onde exercemos o ministério do perdão; e a estrada, onde gastamos nossa vida em busca das ovelhas perdidas.
Caríssimos, o nosso querido papa Francisco nos quer “pastores com cheiro das ovelhas”. Ele também diz preferir uma “Igreja acidentada por sair de si, do que uma doente por fechar-se em si mesma”.
Que Deus Pai renove em nós, presbíteros, o Espírito de santidade, com o qual fomos ungidos, e renove também nossas mentes e nossos corações para que o povo sinta que somos discípulos missionários de Jesus Cristo, comprometidos com o evangelho da vida e da santidade.
Unamo-nos, rezemos uns pelos outros e contemos também com a oração do povo para permanecermos firmes na fé, na oração e na missão para sermos pastores segundo o Coração de Jesus.

Palmas, 19 de maio de 2013
Festa de Pentecostes 
Dom Pedro Brito Guimarães,
Arcebispo metropolitano de Palmas e
Presidente da Comissão para os
Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Encerramento das Missões para Cristo com Maria,           em Zé Doca – MA


Maria, nossa Mãe

“Como credes e sabeis, estávamos todos mergulhados na morte, na velhice, nas trevas, na miséria. (…) Todavia, como Cristo nasceu de Maria, a vida que por ela nos vem supera em muito a que nos veio por Eva.
Em lugar da velhice, recuperamos a juventude; em vez da corrupção, a incorruptibilidade; a luz, em lugar das trevas. Ela é nossa mãe, mãe da nossa vida, da nossa incorruptibilidade, mãe da nossa luz”.

As eloquentes palavras acima, pronunciadas por um santo abade medieval, Elredo, exprimem de um modo magnífico no que consiste a maternidade de Maria com relação a nós. 

Maria é, de fato, nossa mãe no sentido mais pleno, mais espiritual da palavra, e reverenciar, louvar, amar, servir esta bondosíssima mãe é o dever de todo aquele que foi gerado para a graça pelo sacrifício do Calvário, é o dever de todo verdadeiro cristão.

É nada mais do que esta sublime verdade que a Cavalaria de Maria procura propagar em suas atividades missionárias em território nacional, e, entre os dias 22 e 28 de abril de 2013, de um modo especial, na Paróquia Catedral Santo Antônio de Pádua, em Zé Doca – MA.

Na Santa Missa de encerramento destas missões realizada no dia 28 de abril, pôde-se extraordinariamente perceber quão grandioso é o poder de atração maternal que possui a Santíssima Virgem. 

Verdadeiramente a Catedral estava regurgitante de pessoas que participaram com autêntica piedade da Celebração Eucarística presidida por S. Excia. Revma. Dom Carlo Ellena (Bispo Diocesano). 

Após a celebração, procedeu-se à solene cerimônia de coroação da imagem peregrina, e de consagração da diocese de Zé Doca ao Imaculado Coração de Maria.


Procissão Luminosa na Catedral Santo Antônio de Pádua, em Zé Doca – MA 

Dois belos prodígios: um antigo, outro recente 

Século XIII. Um frade franciscano diante de um rio. Está ele a fazer uma eloquente pregação. Terá ele enlouquecido? De repente, as águas começam a se movimentar de um modo diferente. Grandes cardumes de peixes de todos os tamanhos começam a emergir, a aparecer na superfície da torrente. 
Parecem eles escutar com toda atenção aquela inusitada prédica. Que cena admirável! Um grande santo, um grande taumaturgo, um grande pregador foi desprezado por todo um povo de uma cidade sendo recebido com verdadeira alegria pelos seres aquáticos.
É Santo Antônio de Pádua a realizar mais um de seus inigualáveis prodígios, acabando por converter aquela pobre povoação estupefata. 

Século XXI. Zé Doca – MA. Milagres um tanto diferentes estão acontecendo! É a imagem de Maria que visita os lares! 

É a própria Santíssima Virgem que toca os corações! E o resultado pôde-se apreciar na magnífica procissão luminosa realizada em torno da Catedral Santo Antônio de Pádua no último dia 27 de abril, na qual os fieis puderam manifestar publicamente seu amor à Mãe de Jesus, rezando o terço, cantando e bradando, fazendo, enfim, o firme propósito de agradá-la com uma vida mais fiel aos ensinamentos de Nosso Senhor.


Missões para Cristo com Maria em Zé Doca – MA 

Santo Antônio, grande santo, grande arauto do Evangelho 

Zé Doca, este é o pitoresco nome da cidade maranhense onde a Cavalaria de Maria está realizando suas atividades missionárias entre os dias 22 e 28 de abril deste ano de 2013. 
Santo Antônio de Pádua, eis o patrono de uma paróquia cuja igreja matriz é nada mais nada menos que uma Catedral! 
Antônio de Pádua: um dos santos mais famosos. Grande religioso, grande taumaturgo, grande orador, grande evangelizador, grande missionário, grande arauto do Evangelho… Eis um modelo a ser seguido por todos quantos se dedicam a propagar o nome de Jesus Cristo pelo mundo afora! 
Catedral Santo Antônio de Pádua de Zé Doca: nesta comunidade paroquial, belíssima foi a acolhida que receberam a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima e os cavaleiros de Maria por este povo cheio de fé, que, animado por seu pastor e pai, S. Excia. Revma. Dom Carlo Ellena, participou da Santa Missa por ele presidida, celebração esta que deu início a mais uma semana de Missões para Cristo com Maria. 


Fonte: http://cavalariademaria.blog.arautos.org/2013/04/missoes-para-cristo-com-maria-em-ze-doca-ma/#