OBJETIVO GERAL

OBJETIVO GERAL: Criar e fortalecer comunidades eclesiais missionárias enraizadas na Palavra de Deus e nas realidades da diocese, tendo a missão como eixo fundamental.

sexta-feira, 25 de março de 2016

MISSA DOS SANTOS ÓLEOS NA DIOCESE DE ZÉ DOCA


Mais um ano a Diocese de Zé Doca realizou a “Missa da Unidade” ou Missa dos Santos Óleos, junto de seu pastor diocesano Dom João Kot, OMI, o clero da diocese, seminaristas, religiosos e religiosas e centenas de fiéis vindos de todas as paróquias da diocese de Zé Doca.



Segundo a norma litúrgica a Missa dos Santos Óleos deve ser celebrada na manhã da quinta-feira Santa, mas por razões pastorais, sobretudo as grandes distâncias de nossa Igreja particular, celebramos na quinta-feira antes da Semana Santa e para possibilitar que mais fiéis e todo o clero participem desta celebração.

A Diocese de Zé Doca, a cada ano a realiza em uma paróquia diferente, e este ano no dia 17 de março, quem acolheu toda a Diocese foi a Paróquia São Pedro em Maranhãozinho, onde o Padre Sáris Ribeiro Verde atua como pároco.

Nesta Missa foram abençoados os óleos dos enfermos e catecúmenos e consagrado o Óleo do Crisma, que serão usados durante todo o ano pelos párocos e pelo bispo na administração dos sacramentos, Batizados, Crismas, Ordenações e Unções dos Enfermos.

Foi uma bela Missa, bem preparada pelo Padre Sáris Verde e seus paroquianos, cheia de simbologias que caracterizavam a liturgia celebrada. Cada padre recebeu de uma família local uma estola, que marcou solenemente momento, na celebração da Missa do Crisma, todos os padres renovaram perante o bispo diocesano Dom João Kot, OMI e todo o povo, suas promessas sacerdotais.







Em sua homilia o Bispo exortou a todo o povo presente e aos sacerdotes, refletindo a liturgia da palavra e a missão que o sacerdote exerce com o povo, tudo isso é por graça divina. Dom João destacou: “A sociedade, os homens que se entregam apenas aos interesses particulares, as ideologias humanas, correm o risco de promover situações de perigo. Agora dentro de uma Igreja, dentro de uma sociedade de fé, não permitamos que isso aconteça. Celebrando a Missa da Unidade queremos celebrar nossa comunhão com Deus, com o irmão e todos aqueles que estão aqui celebrando conosco. [...] que não se permita que nas nossas paróquias e comunidades sejam divididas por causa das preferencias partidárias e ideológicas. A Igreja não é isso... e não é permitido usar o espaço da Igreja para isso. Igreja é reconciliação, é criar uma sociedade mais humana e fraterna. Essa é a nossa missão” ressaltou o bispo aos padres e ao povo ali presente.


Agradecemos de coração na pessoa do reverendo Padre Sáris Ribeiro Verde a todos os paroquianos de Maranhãozinho, pela belíssima celebração preparada e pelo acolhimento a todos os irmãos de nossa diocese que estiveram ali celebrando como Igreja particular de Zé Doca. 





















































































































quarta-feira, 16 de março de 2016

UM NOME COMUM ESPECIAL


                                                          Por Dom Fernando Arêas Rifan*
José é um nome hebraico, muito comum entre nós, cujo significado é “aumento, acréscimo, Deus dê aumento” (Gn 30,24). E que belo nome! Nome honrado, sobretudo por dois grandes personagens bíblicos: no Antigo Testamento, José, o grande provedor do Egito, vendido por seus irmãos e depois vice-rei, figura de Jesus Cristo, e no Novo, São José, esposo da Virgem Maria e pai adotivo de Jesus. O mês de março é a ele dedicado e sua festa, no próximo dia 19.  

São José era de família nobre, a família real de Davi. Se a sua família ainda estivesse reinando, ele seria um príncipe. Mas a sua nobreza veio principalmente por ter sido escolhido para esposo e guarda da honra e virgindade daquela que viria a ser a mãe do Filho de Deus feito homem, Jesus.

Quando ele tinha apenas desposado Maria, primeira parte do casamento hebraico, mas antes de recebê-la em casa, ocorreu a Anunciação e a Encarnação do Filho de Deus. Maria objetou ao Anjo mensageiro a impossibilidade de ter um filho, pois “não conhecia varão” (Lc 1,34), isso apesar de ser noiva de José, o que claramente indica o seu voto de virgindade, de pleno conhecimento do seu futuro esposo. O Anjo, da parte de Deus, lhe garantiu que a concepção daquele filho não seria por obra humana, mas sim “por virtude do Espírito Santo” (Mt 1,18). O próprio José, em sonho, foi advertido pelo anjo do que ocorrera. E ele teria como missão ser o guarda daquela Virgem Mãe e pai nutrício daquele Filho, que era realmente o Filho de Deus. E Jesus lhe dava o nome de pai, sendo conhecido como “o filho do carpinteiro” (Mt 13,55), tido por todos “como sendo filho de José” (Lc 3,23).

São José protegeu a Sagrada Família, sobretudo na fuga para o Egito, quando da perseguição de Herodes ao Menino Jesus. Como chefe e protetor da Sagrada Família, ele se tornou o patrono de todas as famílias. E seu modelo de amor, humildade, paciência e obediência a Deus. : “Do exemplo de São José chega a todos um forte convite a desenvolver com fidelidade, simplicidade e modéstia a tarefa que a Providência nos designou” (Bento XVI).

São José é também o padroeiro dos trabalhadores porque, como carpinteiro, sustentava a Sagrada Família com o seu suor e o trabalho de suas mãos. A festa de São José, como padroeiro dos trabalhadores, se comemora no dia 1º de maio, dia do trabalho.

Antigamente havia uma festa especial para honrar o Patrocínio de São José, ou seja, sua proteção, seu amparo. Daí o nome muito comum a pessoas e cidades, Patrocínio e José do Patrocínio, em honra do patrocínio de São José.

Tendo tido a mais bela das mortes, pois morreu assistido por Jesus, que ainda não tinha começado a sua vida pública, e por Maria Santíssima, São José é invocado como padroeiro dos moribundos e patrono da boa morte.

O Papa Pio IX proclamou São José patrono da Igreja, que é a família de Deus. Por tantos gloriosos motivos, São José faz jus à honra e à devoção especial que lhe tributamos. 

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney



domingo, 13 de março de 2016

SETOR DIOCESANO DA JUVENTUDE – DIOCESE DE ZÉ DOCA


    Caríssimos Reverendos da Diocese de Zé Doca e Vida Religiosa Consagrada. 

    É com muito entusiasmo e protagonismo juvenil que apresentamos a decisão de criarmos o Setor Diocesano da Juventude em nossa Igreja Local. 

    A proposta foi pensada logo após a escolha do novo Assessor para as Juventudes em nossa última Assembleia Diocesana de Pastoral, o Ir. Heider Costa - FSC

    O Setor Diocesano da Juventude nasce a partir do Documento 103, Estudos da CNBB, Intitulado: “Pastoral Juvenil no Brasil: Identidade e Horizontes”. Onde o capítulo V nos convoca dizendo:

    A comunhão, fruto da unidade, é anunciada pelo Evangelho e trabalhada permanentemente pela Igreja. Os discípulos missionários de Jesus Cristo se abrem a este convite e se empenham nesta busca. A organização diocesana, convicta desde valor e missão, convoca todas as forças para este objetivo comum. E para a área juvenil, não pode ser diferente! (DOC. 103, p. 57).

    Diante desse convite e imbuídos pelo desejo de dar um rosto mais dinâmico e juvenil para nossa Diocese, ao longo do ano de 2016, Ir. Heider – Assessor Diocesano do Setor da Juventude, vai organizar a melhor forma de unir todas as expressões, congregações e movimentos juvenis com a finalidade de construir um projeto Diocesano de Juventude. 

    Algumas razões para se criar o Setor Diocesano de Juventude:
  • Favorecimento do diálogo entre os segmentos, a partir de reuniões e algumas atividades conjuntas;
  • Maior visibilidade e produtividade da potencialidade juvenil na diocese;
  • Exercício constante de se pensar juventude a partir dos vários pontos de vista e da diversidade sociocultural, à luz do Evangelho de Jesus Cristo e dos documentos eclesiais.


    Os objetivos são fundamentados no próprio documento 103, que diz:
  • Fortalecer e dinamizar a Pastoral Juvenil diocesana a partir de todas as forças presentes;
  • Garantir espaço de reflexão, discernimento, tomada de posição e celebração conjunta;
  • Auxiliar a Igreja com suas comunidades na acolhida aos jovens, garantindo sua opção afetiva e efetiva por eles;
  • Auxiliar a diocese a responder com mais capacidade e resultados ao clamor dos jovens por vida plena em todas as suas dimensões.


    O Setor Diocesano da Juventude exerce uma verdadeira ação pastoral quando, em comunhão com as orientações da Igreja local, envolve a participação de todos e se organiza para atingir objetivos, para realizar alguns projetos, para provocar mudanças.

    Vale ressaltar que o Setor Diocesano da Juventude não substitui a organização própria de cada segmento, nem unifica a metodologia, espiritualidade, história... cada uma mantem seus planejamentos, formações e outros.

    Pedimos aos Párocos, os Religiosos e as Religiosas que incentivem os grupos já existentes nas paróquias a se integrarem e participarem das reuniões que posteriormente serão programadas. 

    Lembramos que preferencialmente o Ano de 2017 foi declarado no Maranhão o Ano da Juventude e muitas atividades conjuntas poderão ser frutos do Setor Diocesano da Juventude.


Dom João Kot, OMI                               Ir. Heider Costa, FSC
Bispo de Zé Doca                                     Coordenador do Setor Diocesano. da Juventude

PARÓQUIA DE CENTRO NOVO REALIZA SUA 4º ASSEMBLÉIA PAROQUIAL

Entre os dias 04 a 06 de março do corrente ano a Paróquia São Pedro Apóstolo do Município de Centro Novo do Maranhão realizou sua 4º Assembléia Paroquial na sede da paróquia, com a participação de uns 50 agentes de pastorais e coordenadores de comunidades. Aqui destaca o referido evento em três momentos.
1º ANTES
Além das devidas reuniões para preparar a assembléia paroquial, a paróquia organizou uma pesquisa com os coordenadores de comunidades, catequistas e agentes pastorais sobre alguns assuntos pertinentes na vida pastoral da paróquia como: formação bíblica-catequetica, liturgia, auto-sustentação e sobre os sacramentos.
Esta pesquisa motivou as discussões anteriores a assembléia provocando em todos muitos questionamentos e uma reflexão nas comunidades e nos grupos. Como afirma dona Raimunda da Quadra 60: “eu acho que não passei nesta ‘prova’ (diz sorrindo), pois nunca tinha parado para pensar nestes assuntos e agora fiquei pensando em todas as minhas respostas”.

2º DURANTE
Na sexta feira a noite a assembléia começou como a reza da via sacra na Igreja Matriz, após todos os presentes se encontraram no salão paroquial, que estava recebendo o primeiro evento, e fizeram uma avaliação sobre as atividades de 2015.
No sábado houve uma formação sobre o dizimo com Padre Brito, Marinete (Zé Doca) e Ireni (Centro do Guilherme) onde Padre Brito começou falando dos mandamentos da igreja até chegar ao mandamento que orienta a dar dízimos e ofertas.
A partir de reflexões bíblicas e da pesquisa sobre o dizimo que a paróquia realizou, a equipe diocesana esclareceu sobre o assunto proposto destacando que dizimo não é dinheiro, mas gratidão e fé. Também sobre os objetivos e aplicação do dizimo na paróquia e que a experiência de Deus é a base de toda compreensão do dizimo.
A tarde o grupo que participava da assembléia foi dividido em equipes onde cada um tinha um texto bíblico para refletir sobre o dizimo e após um estudos todos explanaram e aproveitaram para dar testemunho desta experiência de ser dizimista.
No domingo a assembléia paroquial continuou seu planejamento a partir do método ver, julga e agir.

Ver a realidade
Este momento foi coordenado pelo Professor Euzin, coordenador da comunidade Chega Tudo, onde apresentou a realidade social da paróquia, destacando sobre a mineração, que foi motivo de muitos debates, e sobre o desmatamento e como conseqüência a questão indígena no município de Centro Novo. Por fim, professor Euzim apresentou a pesquisa que a paróquia realizou antes da assembléia sobre formação bíblica-catequetica, liturgia, auto-sustentação e sobre os sacramentos.
Este momento da apresentação da pesquisa provocou na assembléia muitos comentários, algumas surpresas e, sobretudo uma reflexão da realidade paroquial,  que de fato este era o objetivo da pesquisa.
Julgar
A professora Socorro França, de Centro Novo, coordenou este momento apresentando a partir de fundamentações bíblicas e de documentos da igreja a paróquia que queremos ser, destacando que a mesma deve ser uma igreja em estado permanente de missão, que deve ser uma casa de iniciação cristã que provoca um encontro pessoal com cristo. E que também a paróquia deve ser uma igreja a serviço da vida plena combatendo todo tipo de violência e cultura de morte  presente na nossa sociedade atual. 
E por fim, destacou-se que a paróquia dever ser uma casa da misericórdia onde todos experimentem a infinita misericórdia do Pai, ainda mais neste ano do jubileu da misericórdia.   
Agir
Padre Nunes, coordena este momento apresentando o Plano Diocesano de Pastoral, destacando o objetivo geral do plano diocesano e as prioridades da diocese que são: 1) Igreja em estado permanente de missão; 2) Igreja casa de iniciação cristã; 3) Igreja a serviço da vida plena para todos.
E por fim, foi realizado o planejamento paroquial para o ano de 2016 com seus encontros e compromissos ao decorrer do ano.

3º E DEPOIS...
Como fruto da 4º assembléia paroquial surgiu o I Plano Paroquial de Pastoral (2016-2019), diagnosticando a realidade, os desafios e as metas da paróquia a partir do Plano Diocesano de Pastoral.
A paróquia de Centro Novo ao decorrer deste ano escolheu a primeira prioridade do Plano diocesano para ser trabalhado, que é “Igreja em estado permanente de missão” e para isto foi criada duas equipes missionárias para motivar as comunidades nesta dimensão missionária: 1) Equipe Missionária São Pedro e 2) Equipe Missionária São Paulo
Depoimentos
“A paróquia está de parabéns pela pesquisa que realizou, pois embora sendo doloroso saber algumas coisas mais é importante para nós católicos refletirmos” Professora Dorinha – Centro Novo.
“Eu gostei muito da organização da assembléia e foi muito positivo a gente se encontrar e discutir estas coisas, o negativo é que algo tão importante como estas discussões deveria ter mais pessoas para levar também estas discussões para frente”. Professora Socorro – Centro Novo
“A assembléia foi ótimo, sobretudo os trabalhos em grupo onde discutimos com os colegas e aprendemos juntos a partir da experiência de cada um e vamos levar todo este aprendizado para nossas comunidades” Luiz Carlos – Quadra 40.

“Esta Assembléia trouxe grandes avanços, sobretudo no conhecimento do que é o dizimo e as ofertas justamente porque muitas vezes nós não valorizamos o dizimo em nossas comunidades e sobre a organização e acolhida gostei muito apesar de nossa paróquia ser bem jovem estamos no rumo certo. Esta é a 4º assembléia nossa e cada ano estamos avançando, só tenho a agradecer a todos.” Raimundo João – Pov. Limão. 

quinta-feira, 10 de março de 2016

DECRETO EPISCOPAL: NOMEAÇÃO DOS VIGÁRIOS FORÂNEOS



“FIAT MISERICORDIA TUA”



DOM JOÃO KOT OMI,
POR MERCÊ DE DEUS E SÊ APOSTÓLICA
 BISPO DIOCESANO DE ZÉ DOCA – MA


          Aos que esta nossa Provisão virem, saudação, paz e bênção no Senhor. 

          Faço saber que, em virtude das necessidades espirituais e pastorais de nossa Diocese, e depois de consultar os presbíteros de todas as Foranias (segundo o cânon 553 par. 02), nomeio para oficio de Vigário Forâneo, para o período de três anos (de 01 de março de 2016 a 01 de março de 2019), os Reverendos Padres:

          1.  Pe. Alvelino da Silva Santos – Forania Santo Antônio,
          2.  Pe. Francisco Costa Morais – Forania Santa Luzia,
          3.  Pe. Saris Ribeiro Verde – Forania São Pedro, e
          4.  Pe. Cosmo de Sousa Almeida – Forania N. Senhora da Conceição.


          Recomendo a todos os Padres, Religiosos, Religiosas, Lideranças leigas e ao Povo de Deus em geral, que acolham nas suas Foranias os Vigários Forâneos e colaborem com eles para que a nossa amada Diocese de Zé Doca possa cada dia melhor servir na obra da evangelização.

          Dado e passado em nossa cúria Diocesana de Zé Doca – MA, aos 29 de fevereiro de 2016. E, o Monsenhor Raimundo Brito dos Santos, Chanceler “Ad hoc” a subscreveu. 

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+Dom João Kot, OMI
Bispo de Zé Doca - MA



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Monsenhor Raimundo Brito dos Santos
Chanceler "Ad hoc"

RETIRO ANUAL DO CLERO



Nos dias 22 a 25 de fevereiro, no Cenobio da Diocese de Castanhal foi realizado o retiro anual os padres e eu Dom João Kot, bispo da Diocese de Zé Doca. O retiro foi pregado por Dom José Maria Chaves dos Reis, Bispo de Abaetetuba – PA. Do seu jeito simples, mas cheio de experiência e espiritualidade, refletiu conosco sobre o Ano Santo da Misericórdia, sobre o nosso chamado e nos ajudou na renovação da vivencia da nossa vocação.

Na quarta-feira, 24 de fevereiro, terminamos o dia na catedral de Castanhal: participamos da adoração ao SS. Sacramento, uma pequena reflexão penitencial que nos motivou a se aproximar do sacramento da confissão, e terminamos o dia celebrando a Santa Missa.  Em muitos momentos do retiro estávamos rezando juntos e lembrávamos de todos os padres e religiosos da nossa Diocese, nosso povo de Deus, e também, com muito carinho do nosso bispo emérito, Dom Carlo (que inclusive mandou nos dias do retiro um e-mail com saudações).

Tivemos também um momento da nossa reunião privativa, onde entre os vários assuntos foi feita consulta sobre os vigários forâneos. Ao longo dos dias, conversei com os padres sugeridos e decidimos logo, que ao receber aceitação, comunicaríamos ao povo das nomeações que foram feitas (conforme: http://diocesezedoca-ma.blogspot.com.br/2016/03/fiatmisericordia-tua-dom-joao-kot-omi.html )

Agradeço a Deus por cada um que participou do retiro, ao nosso pregador e a todos que nos acompanharam com suas orações. Que este tempo privilegiado de meditação e convivência fraterna produza muitos frutos nos serviços que prestamos ao povo de Deus na nossa Diocese de Zé Doca.

Maria, Mãe da Misericórdia e Santo Antônio, rogai por nós.


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+Dom João Kot, OMI
Bispo de Zé Doca - MA