OBJETIVO GERAL

OBJETIVO GERAL: Criar e fortalecer comunidades eclesiais missionárias enraizadas na Palavra de Deus e nas realidades da diocese, tendo a missão como eixo fundamental.

domingo, 25 de janeiro de 2026

FESTIVIDADE DE SÃO SEBASTIÃO EM ARAGUANÃ

 


A Paróquia São Sebastião e Nossa Senhora Aparecida, em Araguanã, celebrou a festividade de São Sebastião, realizada de 11 a 20 de janeiro de 2026. Foram dias marcados por intensa participação da comunidade paroquial e de fiéis das diversas comunidades, fortalecendo a espiritualidade e a comunhão eclesial.

Durante o festejo, a paróquia teve a alegria de acolher celebrantes de várias Paróquias da nossa Diocese e de outras Dioceses, enriquecendo ainda mais os momentos celebrativos. No dia 18, a Santa Missa foi presidida pelo Bispo Diocesano de Zé Doca, Dom João Kot, OMI, ocasião especial de unidade e proximidade com o pastor diocesano.

O encerramento da festividade contou com procissão pelas principais ruas da cidade, seguida da Santa Missa solene, presidida pelo Monsenhor Padre Raimundo Brito, Vigário Geral da Diocese de Zé Doca e Reitor do Seminário Maior Dom Guido Maria Casullo. Que São Sebastião continue intercedendo pela paróquia e por todo o povo de Deus, fortalecendo a fé e a esperança de todos.


Fotos: PASCOM SANTUÁRIO 

Texto: PASCOM SANTUÁRIO




















sábado, 17 de janeiro de 2026

DECRETO PELO OITAVO CENTENÁRIO DA MORTE DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS, É ANUNCIADO UM ANO JUBILIAR ESPECIAL COM INDULGÊNCIAS PLENÁRIAS ANEXAS.

 


“Conservem a memória de nosso pai e irmão Francisco, para o louvor e glória daquele que o engrandeceu entre os homens e o glorificou entre os anjos. Orem por ele, como ele mesmo nos pediu antes de morrer, e orem a ele, para que Deus também participe com ele de sua santa graça”. (Carta encíclica do Irmão Elias, a todas as Províncias da Ordem, pela morte de São Francisco, 7 = FF 311).

Embora os frutos da graça do Jubileu Ordinário do ano de 2025, que acaba de terminar, no qual todos fomos impelidos a nos tornarmos peregrinos desta esperança que não decepciona, ainda sejam oportunos e eficazes (cf. Rm 5,5), a isso acrescenta-se, como continuação ideal, uma nova ocasião de júbilo e santificação: o oitavo centenário da feliz passagem de São Francisco de Assis da vida terrena para sua pátria celeste (3 de outubro de 1226).

Nos últimos anos, outros jubileus importantes estiveram relacionados à figura e

obras do Santo de Assis: o oitavo centenário da criação do primeiro presépio em Greccio, da composição do Cântico das Criaturas, um hino à sagrada beleza da criação, e o da impressão dos Sagrados Estigmas, que ocorreu no Monte della Verna, quase um novo Calvário, dois anos antes de sua morte, 2026 marcará o ápice e a realização de todas as celebrações anteriores: será, de fato, o Ano de São Francisco e todos nós seremos chamados a nos tornarmos santos no mundo contemporâneo, seguindo o exemplo do Patriarca Seráfico.

Se é admiravelmente verdade que “não há outro nome debaixo do céu dado aos homens” (cf. At 4,12) além de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, é igualmente extraordinariamente verdade que entre os séculos XII e XIII, na época das chamadas guerras santas, da frouxidão moral e do fervor religioso mal compreendido, “nasceu um sol no mundo”: Francisco, que, filho de um rico comerciante, tornou-se pobre e humilde, verdadeiro Cristo Antigo na terra, oferecendo ao mundo exemplos tangíveis de vida evangélica e uma imagem real de perfeição cristã.

O nosso tempo não é muito diferente daquele em que Francisco viveu, e precisamente à luz disso, o seu ensinamento é talvez ainda mais válido e compreensível hoje. Quando a caridade cristã definha, a ignorância espalha-se como a imoralidade, e aqueles que exaltam a concórdia entre os povos fazem-no mais por egoísmo do que por um sincero espírito cristão; quando o virtual se sobrepõe ao real, as divergências e a violência social fazem parte do quotidiano

e a paz se torna cada vez mais insegura e distante, este Ano de São Francisco

incita-nos a todos, cada um segundo as suas possibilidades, a imitar o pobre de

Assis, a moldarmo-nos tanto quanto possível segundo o modelo de Cristo, para não frustrarmos os propósitos do Ano Santo que acaba de terminar: que a esperança que nos viu como peregrinos se transforme agora em zelo e fervor de caridade ativa.

“E nisto quero saber se amais o Senhor e me amais como seu servo e vosso, se fareis isto, a saber, que nunca haja um irmão no mundo que tenha pecado tanto quanto poderia pecar, que, depois de ver os vossos olhos, vá embora sem o vosso misericordioso perdão, se o pedir.”

Com estas palavras extraordinárias, relatadas na conhecida Epístola ad quendam ministrum, São Francisco não só oferece consolação e conselhos a um confrade anônimo, mas sobretudo delineia e enfatiza o conceito fundamental de misericórdia, ao qual o perdão e a indulgência estão indissociavelmente ligados. E é precisamente um perdão, o conhecido “Perdão de Assis” ou “Indulgência da Porciúncula”, que o Papa Honório III concedeu por privilégio excepcional diretamente a Francisco para aqueles que, tendo confessado e recebido a comunhão, visitaram em 2 de agosto uma antiga igreja perto de Assis, erguida 800 anos antes em uma “pequena porção de terra” (daí o nome Porciúncula).

Com o mesmo entusiasmo e alegria generosos que o Santo, ao ver sua oração atendida pelo Vigário de Cristo, irradiou sobre a multidão presente na consagração da Porciúncula ao anunciar a graça concedida, Sua Santidade o Papa Leão XIV, Ministro de nossa fé e nossa alegria, estabelece que, a partir de 10 de janeiro de 2026, coincidindo com o encerramento do Jubileu Ordinário, até 10 de janeiro de 2027, seja proclamado um Ano especial de São Francisco, no qual todo cristão fiel, seguindo o exemplo do Santo de Assis, possa se tornar um

modelo de santidade de vida e uma testemunha constante da paz.

Para uma consecução mais perfeita dos seus objetivos, a Penitenciária Apostólica, por meio do presente Decreto expedido em conformidade com a vontade do Sumo Pontífice, por ocasião do Ano de São Francisco, concede a Indulgência Plenária sob as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Santo Padre), que pode também ser aplicada sob a forma de sufrágio pelas almas do Purgatório:

1) Membros:

- das Famílias Franciscanas da Primeira, Segunda e Terceira Ordens Regulares e Seculares;

- Institutos de Vida Consagrada, Sociedades de Vida Apostólica e Associações Públicas ou Privadas de Fiéis, homens e mulheres, que observem a Regra de São Francisco ou sejam inspirados por sua espiritualidade ou que, de qualquer forma, perpetuem seu carisma;

2) a todos os fiéis, sem distinção,

que, com espírito desapegado do pecado, participarem do Ano de São Francisco visitando em peregrinação qualquer igreja conventual franciscana, ou local de culto em qualquer parte do mundo que tenha o nome de São Francisco ou esteja ligado a ele por qualquer motivo, e ali seguirem devotamente os ritos jubilares ou dedicarem pelo menos um período adequado de tempo à piedosa meditação e elevarem orações a Deus para que, seguindo o exemplo de São Francisco, brotem em seus corações sentimentos de caridade cristã para com o próximo e autênticos desejos de harmonia e paz entre os povos, concluindo com o Pai Nosso, o Credo e invocações à Bem-Aventurada Virgem Maria, a São Francisco de Assis, a Santa Clara e a todos os santos da Família Franciscana.

Os idosos, os doentes e aqueles que cuidam deles, e todos aqueles que por motivos graves não podem sair de casa, também poderão obter a Indulgência Plenária, desde que estejam desapegados de qualquer pecado e tenham a intenção de cumprir o mais breve possível as três condições habituais, se participarem espiritualmente das celebrações jubilares do Ano de São Francisco, oferecendo suas orações ao Deus Misericordioso, as dores ou sofrimentos de sua vida.

Para que tal oportunidade de obter a graça divina pelo Poder das Chaves da Igreja se concretize mais facilmente, esta Penitenciária solicita firmemente a todos os sacerdotes, regulares e seculares, dotados das faculdades apropriadas,

que se coloquem à disposição, com espírito pronto, generoso e misericordioso,

para a celebração do Sacramento da Reconciliação.

Este decreto é válido para o Ano de São Francisco. Não obstante qualquer

disposição em contrário. 

Dado em Roma, da Sé da Penitenciaria Apostólica, no dia 10 de janeiro de 2026, Vigília da Festa do Batismo do Senhor.


TRADUÇÃO LIVRE FEITA PELO PADRE PEDRO EDUARDO SILVA LIRA

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

COMUNICADO EPISCOPAL



Dom João Kot, OMI

   Bispo de Zé Doca




        “FIAT MISERICORDIA TUA”

Nº 01/2026


Ano Jubilar Franciscano


      Saudações em Jesus Cristo, envio a todos.

O Papa Leão XIV proclamou um Ano Jubilar especial, coincidindo com o 800º aniversário da morte de São Francisco de Assis. A Penitenciária Apostólica emitiu um Decreto publicado em 10 de janeiro, declarando um ano inteiro de celebrações em honra a São Francisco de Assis, o Pequeno Pobre.

Segundo o Decreto, Leão XIV estabeleceu que, a partir de 10 de janeiro, após o encerramento do Ano Jubilar da Igreja, até 10 de janeiro de 2027, poderá ser proclamado um Ano Especial de São Francisco, no qual todo cristão, "seguindo o exemplo do Santo de Assis, poderá tornar-se um modelo de santidade de vida e uma testemunha constante da paz".

Em seu decreto, a Penitenciária Apostólica também anunciou que as indulgências plenárias serão concedidas aos católicos "sob as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Santo Padre), podendo também ser aplicadas na forma de sufrágio pelas almas do Purgatório".

A indulgência será concedida àqueles que participarem de uma peregrinação "a qualquer igreja conventual franciscana ou local de culto em qualquer parte do mundo que leve o nome de São Francisco ou esteja ligado a ele por qualquer motivo". Os doentes, os idosos e os cuidadores que não podem sair de casa também podem obter uma indulgência plenária nas condições habituais, "se participarem espiritualmente das celebrações do Jubileu do Ano de São Francisco, oferecendo ao Deus Misericordioso as suas orações pelas dores e sofrimentos da vida".

Desta forma, em nossa Diocese de Zé Doca, temos duas paróquias (em Nova Olinda do Maranhão e Bom Jardim) e inúmeras capelas, nas demais paróquias, sob o título e a intercessão do Pai Seráfico. Evidentemente que estes templos são os locais em nossa Igreja diocesana de Zé Doca para onde os fiéis devem peregrinar em condições para receber a Indulgência para si ou para um falecido.

Nas duas matrizes paroquiais dedicadas a São Francisco (Nova Olinda do Maranhão e Bom Jardim) temos relicário que guarda e expõe relíquias de primeiro grau de São Francisco. Caso uma paróquia receba um desses relicários por ocasião de uma peregrinação, os fiéis também terão a oportunidade de lucrar a Indulgência. 

Exorto toda a nossa Comunidade diocesana durante o Ano de São Francisco, participar de uma peregrinação a uma igreja dedicada a São Francisco, realizar os jubilares ou fazer uma pausa para oração e meditação, e concluir com o Pai Nosso, o Credo e invocações à Virgem Maria, a São Francisco, a Santa Clara e aos Santos da Família Franciscana.

Por fim, recordo aos presbíteros que se disponibilizem amplamente para o Sacramento da Reconciliação, para que este tempo seja verdadeiramente um tempo de misericórdia. 

Deus vos abençoe abundantemente, garanto minhas orações e vossas humildemente peço.


Dom João Kot, OMI

Bispo diocesano



Zé Doca, 16 de janeiro de 2026


Nova Olinda do Maranhão


Bom Jardim


DESPERTAR VOCACIONAL E VISITAS A VOCACIONADOS

 


À luz do chamado de Jesus — “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga” (Lc 9,23) 

O Despertar Vocacional tem se afirmado como uma verdadeira urgência para a Igreja que caminha e cresce na edificação do Reino de Deus. Cuidar das vocações é cuidar do futuro da Igreja. 

Nesses primeiros dias do ano, padre Brito, promotor vocacional da Diocese, realizou visitas e encontros de despertar e animação vocacional em diversas paróquias, levando aos vocacionados uma palavra de esperança e encorajamento. Esses momentos foram marcados pela oração, partilha e reflexão a luz da palavra de Deus sobre as vocações na Bíblia e sobre o chamado que Deus tem para nós hoje, ajudando jovens a discernirem, com liberdade e fé, o projeto que o Senhor sonha para suas vidas.

O despertar vocacional, vivido nesses encontros, tornou-se sinal de esperança e compromisso, mostrando que Deus continua chamando e que a Igreja permanece atenta e disponível para acompanhar cada vocação com zelo e amor.

As visitas aconteceram nas paróquias:

 São João Batista (São João do Caru- Comunidades de Santarém, Dois Irmãos e Matriz)

São Sebastião e Nossa Senhora Aparecida (Santuário em Araguanã)

São José (Paruá); 

Santa Luzia (Santa Luzia do Paruá); 

São Pedro (Maranhãozinho); 

São Sebastião (Carutapera – Basílica); 

Nossa Senhora Mãe da Igreja (Comunidade Aurizona - Godofredo Viana)

Santuário de Estandarte - (Cândido Mendes - Visita aos vocacionados que entrarão no propedêutico este ano).


Texto: Pastoral Vocacional da Diocese. 

Fotos: Pascom.



São João do Caru.







Araguanã






Santa Luzia do Paruá







São José (Paruá)






Maranhãozinho








Santuário de Estandarte

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

MISSA DE RENOVAÇÃO DA PROVISÃO CANÔNICA DO PE. JOÃO BATISTA SILVA E SILVA

 


A Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja, no município de Godofredo Viana, viveu um momento especial de fé, comunhão e gratidão com a celebração da Missa de Renovação da Provisão Canônica do Padre João Batista Silva e Silva como pároco da comunidade paroquial.

A Santa Missa foi presidida por Monsenhor Raimundo Brito dos Santos, Vigário Geral da Diocese de Zé Doca, que, em nome do bispo diocesano, confirmou oficialmente a permanência do Padre João Batista à frente da paróquia, renovando sua missão pastoral e seu serviço ao povo de Deus naquela Igreja particular.

Durante a celebração, destacou-se o significado da provisão canônica como sinal de confiança da Igreja no ministério do sacerdote, reafirmando o compromisso do pároco com o anúncio do Evangelho, a administração dos sacramentos e o cuidado pastoral do rebanho que lhe foi confiado. Em sua homilia, Monsenhor Raimundo Brito recordou que o pároco é chamado a ser pastor, servo e testemunha do amor de Cristo, conduzindo a comunidade no caminho da fé, da unidade e da missão.

O Padre João Batista, emocionado, agradeceu à Diocese de Zé Doca, às lideranças pastorais e a todos os fiéis da Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja pela confiança e pela caminhada realizada até aqui, renovando também publicamente sua entrega ao serviço do Reino de Deus.


A celebração foi marcada pela participação ativa da comunidade, que acolheu este momento com alegria, orações e espírito de comunhão, fortalecendo ainda mais os laços entre o pastor e seu povo.

Que a renovação da provisão canônica do Padre João Batista Silva e Silva seja sinal de novos tempos de fé, esperança e evangelização para a Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja e para toda a Diocese de Zé Doca.

Texto: Robson

Fotos: Pascom











terça-feira, 30 de dezembro de 2025

ENCERRAMENTO DO ANO JUBILAR VICARIATO SÃO PEDRO

 


O Vicariato São Pedro no dia 28 de dezembro, reunido com todas as paróquias em ato de fé e esperança  em  solene celebração realizou o encerramento do Ano Santo Jubilar, o qual nos chamou a ser peregrinos de esperança, não de qualquer esperança, mas da esperança autêntica, que é Jesus! 

 Neste ano de 2025, ano de muitos acontecimentos, desafios, alegrias e tristezas, fomos conduzidos pelo fervoroso apelo da Igreja a olhar sempre para o futuro, com esperança e alegria, a nos tornar mais firmes e convictos em nossa fé em Jesus Cristo, a unir o nosso clamor ao clamor da Igreja, as nossas alegrias, às alegrias da Igreja, e assim sermos sinais de esperança para os outros. 

Queiramos sinceramente, que este ano não tenha sido somente mais um ano qualquer, mas o ano em que fomos revigorados e transformados pelo amor de Deus. Muitas foram as peregrinações que nos visitaram nesta Igreja Jubilar, e nós, que também visitamos outras igrejas jubilares, que este itinerário, tenha nos proporcionado um encontro mais vivo e real com o Senhor Jesus, o Emanuel, nossa salvação.

E por quê peregrinar? Peregrinamos porque temos um horizonte, como a Sagrada Família de Nazaré, que caminha com Jesus! Saímos de nossas realidades para nos encontrar nas realidades de nossos irmãos, em uma só fé, unidos por um único objetivo, alcançar do Bom Deus os seus favores, e sermos promotores, facilitadores da esperança, pois como nos diz Paulo: “a esperança não decepciona”. E porque, em Jesus, jamais somos decepcionados, é que chegamos até aqui, olhando para Jesus, para o seu presépio, e sendo capazes de contemplar, neste menino, a claridade da luz de Deus e seu amor eterno.

Texto: Pe. Augustin Mulele

Fotos: Pascom