OBJETIVO GERAL


OBJETIVO GERAL:
Evangelizar a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (Jo 10,10), rumo ao Reino definitivo.


sábado, 30 de novembro de 2013


“Na justiça e piedade vivamos,  Aguardando a bendita esperança,  E a vinda do Cristo Senhor!” 
(Antífona do Tempo de Advento) 



Natal é momento doce e cheio de significado para as nossas vidas. É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca.É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações. É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui. 

Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.
O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração.
Que neste Natal você e sua Comunidade sintam mais forte ainda o significado da palavra “Amor”, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz.
Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último. Queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.

FELIZ E ABENÇOADO NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO cheio depaz, amor, esperança e muitas REALIZAÇÕES PARA TODOS!


Irmã Maria Luisa Sanna 
Coordenadora da Pastoral Litúrgica Diocesana 
Zé Doca, 21 de Novembro de 2013, Memoria da Apresentação de Nossa Senhora

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Xª ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL
Zé Doca, 20-24 de novembro de 2013

A nossa Assembleia começou bem antes do dia 20 de novembro. Foram feitas orações em todas as Paróquias e Comunidades; os convites chegaram pontuais; os padres escolheram as pessoas com cuidado...enfim as mais de 110 pessoas que estavam presentes eram e são a “nata da Diocese”; responsáveis e, já faz tempo, engajadas na vida das Paróquias. Estas presenças qualificadas garantiram pontualidade, atenção, desejo de avaliar, aprender e compromisso com os programas marcados.
Sentimos uma responsabilidade maior ainda neste ano de espera do novo Bispo. Por isso não tomamos grandes decisões, mas o serviço à Diocese continua: estamos com um Plano Diocesano de Pastoral a ser vivido durante os anos de 2011 a 2015. Por isso o levamos em consideração e retomamos o compromisso de vivenciá-lo nas atividades cotidianas de cada Paróquia.
“Como foi a Assembleia?” – me perguntaram  diversas pessoas.
“Foi boa” – respondi. De fato nunca ouvi responder de outro jeito quando se pergunta sobre o resultado de um encontro, de uma palestra ou de uma Assembleia. Sempre: “tudo bacana, tudo joia, tudo azul...”. A nossa Assembleia também foi tudo isso.
Acertamos “na mosca” o convite feito aos três assessores do estudo;
- a Irmã Maria Eugênia Lloris Aguado, da Comissão para o tema central da Assembleia Geral da CNBB em Aparecida: foi ela que nos apresentou e nos ajudou a entender melhor o texto da CNBB de Estudo n. 104, já trazendo para nós algumas novidades de melhoria do mesmo texto, oferecidas por pessoas ou Dioceses ou paróquias ou  Comunidades... Valeu, Irmã, a sua vinda nestas terras; a senhora se tornou amiga e companheira. A nossa colaboração para com o texto não foi grande, mas achamos que algumas coisinhas podem ser levadas ao novo texto e podem enriquecê-lo. E lá se foi o primeiro dia. Obrigado, Irmã.
-  o senhor Joilson Costa – a ele não faltam as palavras – nos ofereceu uma visão internacional, nacional e até local das coisas que acontecem: uma análise de conjuntura inteligente, preparada, atual, documentada e vivaz. Obrigado, amigo, pela amizade que dura no tempo.
- Padre Abas é “prata da casa”: para ele ficou a tarefa de analisar – mas o tempo foi pouco mesmo – a realidade da nossa Diocese. Nela aconteceram e acontecem ainda tantas coisas, a bem pensar e refletir, que nem sempre  sabemos ver e julgar, muito menos agir para melhorar a situação. E lá se foi o segundo dia. Obrigado, Padre Abas, pelo serviço.
            Aproveitamos o tempo para conhecer o conteúdo do I° Encontro da Igreja Católica da Amazônia Legal. Padre Paulo Ricardo e Dom Carlo trouxeram de Manaus (AM) conteúdo, fotos e vídeos. Nós também ficamos conhecendo melhor os grandes problemas da Amazônia tais como: os grandes projetos do Governo; a realidade indígena daquelas terras; o tráfego de pessoas e de órgãos humanos que lá (e não apenas lá) existem; o desmatamento que não termina nunca; ad dificuldades da Igreja na Amazônia (pobreza material, faltas de evangelizadores; falta de Seminários e Universidades; viagens pelos rios infinitos daquele lugar...e a teimosia cristã de Padres, Bispos, Religiosos/as, Leigos em cortar essas terras levando a Palavra de Deus entre mil dificuldades... Foi bem-vinda a carta do Papa Francisco: ela nos animou e nos deu coragem. O Papa está ao nosso lado e se preocupa com a Amazônia, pois ele disse: “Não podemos perder a Amazônia... Não deixem que roubem a Amazônia!!!”

O dia 24, pela manhã, paramos para programar algumas atividades, poucas e as mais importantes, para o ano de 2014. As Celebrações da Palavra e as Santas Missas que acompanharam o tempo da Assembleia nos garantem a bênção do Bom Deus, pois foi ele que nos chamou e nos enviou. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013


"Pecadores, sim. Corruptos, não"



Por Salvatore Cernuzio


ROMA, 12 de Novembro de 2013 (Zenit.org) - Pelos muros da capela da Domus Sanctae Marthae, ressoou nesta segunda-feira (11) uma crítica contundente de Francisco, já manifestada em páginas escritas em 2005, quando Bergoglio ainda era o arcebispo de Buenos Aires, e recolhidas no livro "A cura da corrupção".
O cardeal Bergoglio falava então de uma corrupção que é "o joio do nosso tempo", que "se alimenta de aparência e de aceitação social, se ergue como medida da ação moral e pode consumir a partir de dentro", até causar uma "esclerose do coração" do homem ou da própria Igreja. Se as palavras do arcebispo de Buenos Aires já tinham abalado muitas consciências, sua reproposição, agora, na sua qualidade de Sumo Pontífice da Igreja Universal, assume um valor diferente: o valor de uma denúncia, alta e clara, contra uma atitude que é mais ínfima e desprezível do que o próprio pecado. 
De fato, diz o papa, é quase melhor definir a nós próprios como pecadores do que como corruptos. Porque "aquele que peca e se arrepende pede perdão, se sente frágil, se sente filho de Deus, se humilha e pede a salvação de Jesus". Mas quem é corrupto "escandaliza" não pelas suas culpas, diz o Santo Padre, mas porque "não se arrepende", "continua a pecar, e, mesmo assim, finge que é cristão". É alguém que leva, enfim, uma "vida dupla". E isso "faz muito mal" para a Igreja, para a sociedade e para o próprio homem.
“É inútil que alguém diga ‘Eu sou um benfeitor da Igreja! Eu coloco a mão no bolso e ajudo a Igreja’, se depois, com a outra mão, rouba do Estado, rouba dos pobres [...] É injusto", diz Bergoglio, recordando o que diz Jesus no Evangelho de hoje sobre quem é causa de escândalo: "Mais vale a esse que lhe pendurem uma pedra de moinho ao pescoço e seja lançado ao mar!".

"Aqui não se fala de perdão", observa o papa, o que esclarece ainda mais a diferença entre corrupção e pecado. Jesus "não se cansa de perdoar", explica Francisco, e nos exorta a perdoar até sete vezes por dia o irmão que se arrepende. No mesmo Evangelho, porém, Cristo adverte: "Ai daquele que provoca escândalos!". Jesus "não está falando de pecado, mas de escândalo, que é outra coisa", ressalta o papa, "e acrescenta que é melhor que lhe coloquem no pescoço uma pedra de moinho e o joguem no mar do que causar escândalo a um só destes pequeninos".

Quem escandaliza engana, e "onde há engano não há o Espírito de Deus [...] Esta é a diferença entre o pecador e o corrupto": quem leva "vida dupla é corrupto"; quem "peca, mas gostaria de não pecar", é apenas "fraco": este "recorre ao Senhor" e pede perdão. "Deus o ama, o acompanha, está com ele".
Todos nós “devemos nos reconhecer pecadores. Todos nós". Mas "o corrupto está amarrado a um estado de suficiência, não sabe o que é a humildade". Jesus chamava esses corruptos de "hipócritas", ou, pior ainda, de "sepulcros caiados", que parecem "bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão".

Bergoglio vai fundo e afirma: "Uma podridão vernizada: esta é a vida dos corruptos. E um cristão que se gaba de ser cristão, mas que não leva vida de cristão, é um desses corruptos", acrescenta.

"Nós todos conhecemos alguém que está nesta situação: cristãos corruptos, padres corruptos... Quanto mal eles causam à Igreja, porque não vivem no espírito do Evangelho, mas no espírito da mundanidade". Mundanidade que é um perigo a respeito do qual São Paulo já alertava os cristãos de Roma, escrevendo: "Não se conformem com a mentalidade deste mundo". Comenta o Santo Padre: "Na verdade, o texto original é mais forte, porque nos diz para não entrarmos nos esquemas deste mundo, nos parâmetros deste mundo, ou no mundanismo espiritual".

As homilias do papa Francisco na Casa Santa Marta já não se limitam a usar metáforas simpáticas para aguçar as consciências embaçadas dos fiéis. Depois da dura homilia de hoje e do alerta feito na última sexta-feira aos devotos da "deusa tangente", as suas críticas se tornaram implacáveis, porque o que está em jogo é a vida e a alma das pessoas.
Como bom pastor, o papa tem o dever de guiar o seu rebanho pelo caminho que leva até Deus. Por isso, no final de um sermão que foi mais forte que o habitual até aqui, ele ressaltou a esperança e recordou que Cristo "não se cansa nunca de perdoar, mas com a condição de não querermos levar uma vida dupla, de irmos até Ele arrependidos: ‘perdoa-me, Senhor, eu sou um pecador’". E conclui: "Peçamos hoje a graça do Espírito Santo, que foge de todo engano, a graça de nos reconhecermos pecadores: somos pecadores. Pecadores, sim. Corruptos, não".

terça-feira, 26 de novembro de 2013

DIOCESE DE ZÉ DOCA REALIZA ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL 

Assembleia Diocesana de Pastoral aconteceu no Centro Diocesano João XXIII (município de Zé Doca), nos dias 21 a 24 do mês corrente, iniciando as 19h: 30 com a oração na capela Nossa Senhora de Guadalupe. Contando com a presença de vários representantes das paróquias que compõe a diocese.












domingo, 17 de novembro de 2013

ELEITA A NOVA COORDENAÇÃO DIOCESANA DA PASTORAL DA JUVENTUDE 

Componentes da Coordenação Diocesana da Pastoral da Juventude

Coordenador: Marcos Antônio Sales Ferreira (Paróquia de Carutapera)

Vice- Coordenador: José Ribamar (Paróquia de Bom Jardim)

Tesoureiro: Edilson Silva Guimarães (Paróquia de Cândido Mendes)

Secretario: Alba Rosa do Carmo (Paróquia de Santa Luzia)

Coordenação dos Setores

Setor 01: Jorgivan C. Lima

Vice: Francisco B. Chaves

Setor 02: Edineia Pereira Costa

Vice: Jeferson Lopes Araújo

Setor 03: Edivaldo Ferreira dos Santos

Vice: Samuel V. Quadros

Padre Referencial: Valdeci da Silva Moreno

Presidente Médici, 17 de Novembro de 2013.

sábado, 16 de novembro de 2013

CNBB promove Encontro Nacional de Revitalização da Pastoral Juvenil

Com a finalidade de planejar as atividades de evangelização dos jovens no Brasil, a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB promoverá, de 11 a 15 de dezembro, em Brasília, o Encontro Nacional de Revitalização da Pastoral Juvenil. As inscrições estarão abertas a partir desta quinta-feira, 10, até 10 de novembro, pelo site www.jovensconectados.org.br
O objetivo do encontro é contribuir para que a Igreja no Brasil e as expressões juvenis possam colher concretamente os frutos dos acontecimentos relacionados à juventude. Durante os últimos anos, foram diversas as atividades no país como a peregrinação dos símbolos da JMJ, os Botes Fés, os Seminários Nacionais de Jovens, a Campanha da Fraternidade, a Jornada Mundial da Juventude, entre outros eventos diocesanos e de diversas expressões que trabalham com juventude.
O encontro é destinado ao adulto responsável da evangelização da juventude diocesana; jovem líder representante de cada diocese que represente o conjunto de expressões juvenis na diocese; assessores nacionais adultos de cada expressão juvenil (Movimentos, Pastorais da Juventude, Novas Comunidades); assessor adulto de cada congregação religiosa que trabalha com juventude e a coordenação nacional de cada expressão juvenil.

Acompanharão o encontro os bispos referenciais da juventude nos Regionais da CNBB; bispos referenciais regionais para as questões da JMJ; o coordenador nacional dos Centros e Institutos de Juventude e da Pastoral Presbiteral do Regional; os coordenadores nacionais de algumas pastorais afins; além das equipes Jovem de Comunicação e de Subsídios e a Coordenação da Pastoral Juvenil Nacional, todas da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude (CEPJ) da CNBB.
ASSEMBLEIA DIOCESANO DA PASTORAL DA JUVENTUDE
DIOCESE DE ZÉ DOCA
Presidente Médici (MA), dia 16 e 17 de Novembro de 2013.


Está acontecendo, desde às 9 horas da manhã do dia de hoje, na Paroquia de Santa Terezinha do menino Jesus, ( Município de Presidente Médici- MA) a Assembleia Diocesana da Pastoral da Juventude que irá até domingo (17) meio dia.

O representante da PJ, padre Alvelino listou os principais pautas que serão discutidas ao longo dessa assembleia, como também algumas formações que acontecerá nesses dois dias, a saber:

1. Eleição da Coordenação Diocesana da Pastoral da Juventude;

2. Eleição da Coordenação dos Setores (1, 2 e 3) da pastoral;

3. Calendário Diocesano de atividades da PJ.

4. Palestra sobre a Campanha da Fraternidade 2014 (Ir. Vitória);

5. Revitalização da pastoral juvenil. 



Juventude somos nós, nossa força, nossa voz!

sábado, 9 de novembro de 2013

Em defesa dos seminaristas: identidade em crise
Rafael Vieira da Costa
Nós, seminaristas, como qualquer outro vocacionados a qualquer profissão, estamos desenvolvendo nossas potencialidades.

 
Parece que aquele sistema de seminário altamente regimental é coisa do passado. Há uma abertura de consciência dos formadores e, também, da Igreja no que diz respeito à formação dos seminaristas. O sentimento que cada formando carrega é o da auto-formação, ou seja, a liberdade de educar a si mesmo. Contudo, não encontramos pessoas realizadas em sua vocação, afinal, devia ser esse o estereótipo de um formando, porque segundo os parâmetros modernos essa liberdade injetada no seminarista devia realizá-lo como pessoa e como seminarista que busca ser sacerdote do Altíssimo. Em contraposição encontramos seminaristas geralmente em “crise vocacional” – termo usado comumente nas casas de formação. Mas, então, por que realizar-se como “projeto de padre” é um problema? Em minha humilde análise de um seminarista em contexto proponho uma resposta ao questionamento: isso é um problema de identidade.
Nós, seminaristas, como qualquer outro vocacionado a qualquer profissão somos pessoas que estamos desenvolvendo nossas potencialidades e temos uma vaga idéia da direção em que nossos passos querem seguir. De modo que, na formação precisamos basicamente de três coisas: competência, controle e vocação. Explico: competência significa ter condições de lidar com as interpelações da sociedade; controle, ou seja, canais para nossos impulsos rebeldes, e vocação, a convicção de que somos chamados a fazer aquilo pelo qual somos atraídos. Acontece que nos encontramos não competentes para responder à demanda da sociedade, a vida celibatária parece que está além do horizonte, os impulsos são fortes e difíceis de serem controlados, e o sentimento geral é de que não sou chamado a viver a radicalidade do evangelho. Por isso, todos nós procuramos uma estrutura clara para nos testar e sermos testados a fim de tomar as decisões futuras.
Vejamos como isso se torna um problema de identidade. Se um seminarista quer ser competente ele se vê nos campos mais difíceis que é a filosofia e a teologia. Poucos alunos têm orgulho em estudar esses cursos, até mesmo porque até hoje se discute se a teologia é um campo de estudo ou não, e a filosofia é considerada coisa para quem não tem o que fazer. Um médico, um advogado, um psicólogo orgulha-se de seu campo de atuação porque isso é valioso diante da sociedade. E, mesmo nossos professores não nos passam orgulho em terem estudado teologia e filosofia, porque são poucos os que acreditam na eficácia de contribuir com o mundo através desses campos. Por isso, nós seminaristas ficamos projetando para o futuro outros cursos para sermos competentes em ajudar a sociedade, a filosofia e a teologia se tornaram apenas um modo de cumprir o currículo.
O controle das nossas pulsões, por vezes, também não é claro. Se um seminarista começa a namorar dentro do seminário ele não é mandado embora, ao contrário, se faz vista grossa e se diz: “é melhor que ele tenha uma experiência de namoro antes de assumir o celibato”. Até mesmo se tem hoje um receio muito grande por parte dos formadores em chamar a atenção pelas amizades particulares, mesmo que os seminaristas estejam envolvidos em relações consumidoras de enormes energias, desgastante, por causa do apego excessivo. Isso é um problema do seminarista, ele que deve resolver sozinho a questão. Como podemos perceber, não há uma identificação do seminarista com a vivência do celibato.
Se o seminarista quer um auxílio à sua vocação ninguém sabe lhe dizer com precisão o que significa ser sacerdote. Parece que quanto mais estamos perto da ordenação mais vagas ficam as nossas idéias sobre o ministério. Antigamente a Igreja dizia que era uma honra ordenar um sacerdote e se o candidato não correspondesse às exigências devia se retirar. Hoje não temos exigência e nós seminaristas que parecemos dizer à Igreja “se você não corresponder às minhas expectativas eu me retiro”. Porque antes tínhamos claramente, como a água, o que era ser padre, hoje, ninguém quer abraçar uma vocação que não tenha certa carga de exigência. Existem muitos padres que não acreditam na eficácia do seu ministério e na força do seu apostolado, por vezes se tornam professores, psicólogos, cantores entre outras coisas, mas não convencem a nós seminaristas que vale a pena ser padre.
Nessas três áreas citadas (competência, controle e vocação) estamos frustrados. Encontramo-nos em meio ao dilema. Sentimo-nos como alguém que não tem uma disciplina respeitada (competência), os impulsos não podem ser controlados, tudo é ambíguo (controle), e o chamado se tornou uma fonte de questionamentos intermináveis (vocação). Evidentemente, não há muitos referenciais para seguirmos, pessoas que realmente amam a sua função. Por isso, sofremos uma crise de identidade, não nos identificamos com o que vemos e o que devemos ser. Essa reflexão surgiu a partir de minha vivência seminaristica com meus amados formadores Pe. Luciano Toller e Hélio Feuser que, com amor e cuidado me ajudam a criar competência, controle e vocação. Posso dizer que a Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus tem me ajudado a integrar-me como pessoa-humana e pessoa-vocação.
* Texto baseado no livro “Intimidade”, de Henri Nouwen.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

DIOCESE DE ZÉ DOCA
Av. do Comércio, 345
65365-000 ZÉ DOCA – MA



                                                   Zé Doca, 04 de novembro de 2013.


Caríssimos e Reverendíssimos

Padres, Irmãos e Irmãs, 

Este mês de novembro é bastante importante: comemoramos os nossos irmãos falecidos, para eles rezamos, agradecemos pelos bons exemplos e pedimos perdão a Deus se ainda precisam da nossa ajuda para receber o abraço definitivo e infinito do Bom Deus; festejamos os Santos todos nos alegrando por já eles viverem na companhia de Deus: tudo isso pela salvação alcançada por Cristo, nosso Irmão maior e prêmio de quem faz o bem. É mês importante também pela nossa Igreja particular Diocese de Zé Doca: está às portas o momento maior do nosso compromisso pastoral de evangelização: A ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL.

Dirijo-me a todos vós para lembrar a data e começar a escolher as pessoas que mais possam nos ajudar na reflexão e no trabalho no próximo ano. A ASSEMBLEIA vai acontecer num momento particular que a Diocese está vivendo: a espera, na oração, do novo Bispo que o Papa Francisco irá nos enviar.

Enquanto esperamos, não podemos deixar de continuar trabalhando, pois a evangelização “não pode ir de férias” e ficar na tecla de “espera”.

Por isso: mãos às obras e todos comprometidos para fazer uma Assembleia de estudo, de reflexão, traçando um caminho de compromisso sério. Então:

DATA: 21(com a janta) até dia 24 ao meio dia do mês de novembro.

ASSUNTOS: iremos fazer a proposta de uma pauta que será, mais ou menos, com os seguintes itens:

- estudo sobre o texto n. 104 da CNBB: “Paróquia, Comunidade de Comunidades”. Quem tem o texto, favor não o esqueça em casa.

- repasse do conteúdo do “I° Encontro da Igreja Católica da Amazônia legal” (Manaus de 28 a 31 de outubro passado).

- repasse do conteúdo da CF-2013

- análise de conjuntura da nossa realidade socio-econômica-religiosa evidenciando os problemas do nosso povo e da nossa Igreja particular.

- uma programação “de mínima” apontando, sobretudo, os compromissos mais importantes e inadiáveis.

- e outros...

QUEM DEVE PARTICIPAR: os Padres, os(as) Irmãos(ãs), os Coordenadores paroquiais da pastoral e representantes “de peso” na vida religiosa das nossas Paróquias. Um total de 6 pessoas por Paróquia. Participar todos do começo até o fim, sem ausências (possivelmente) porque a Assembleia é nossa.

LUGAR: o Centro Diocesano de Pastoral João XXIII, em Zé Doca.

Lembrando que o nosso V° Plano Diocesano de Pastoral 2011-2015 tem como palavra-chave “EVANGELIZAR...” é bom começar a rezar bastante, a se preparar com empenho, prontos a mais este desafio. Vale a pena, pois este dá sentido ao nosso Batismo e à nossa missão.

Espero todos e todas.

Com a bênção do vosso bispo


+ Dom Carlo Ellena
e Coordenação Diocesana de Pastoral