OBJETIVO GERAL

OBJETIVO GERAL: Criar e fortalecer comunidades eclesiais missionárias enraizadas na Palavra de Deus e nas realidades da diocese, tendo a missão como eixo fundamental.

terça-feira, 10 de abril de 2012

A UNICIDADE DA IGREJA


    Diante do crescente fenômeno da proliferação das seitas cristãs que se apresentam aos homens como novas herdeiras da Igreja de Jesus Cristo, e também diante da difusão de um incoerente ecletismo que leva a pensar que todas as religiões se equivalem como se não houvesse diferença entre a verdade e o erro, o Magistério da Igreja Católica sustenta e reafirma a verdade da unicidade da Igreja, porque assim como existe um só Cristo, também existe uma só Igreja que Cristo fundou e que subsiste na Igreja una, santa, católica e apostólica. Portanto, os católicos são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica entre a Igreja fundada por Jesus Cristo e a Igreja Católica. Há cinquenta anos, o Concílio Vaticano II afirmou que a única Igreja de Cristo subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro (Papa) e pelos Bispos em comunhão com ele. A Santa Sé explica que com esta expressão “subsiste”, o Concílio Vaticano II quis harmonizar duas afirmações doutrinais: por um lado, a de que a Igreja de Cristo, não obstante as divisões dos cristãos, continua a existir plenamente só na Igreja Católica e, por outro, a de que existem numerosos elementos de santificação e de verdade fora da sua composição, isto é, nas Igrejas e comunidades eclesiais que ainda não vivem em plena comunhão com a Igreja Católica. O Magistério da Igreja afirma que “os fiéis não podem, por conseguinte, imaginar a Igreja de Cristo como se fosse a soma - diferenciada e, de certo modo, também unitária - das Igrejas e comunidades eclesiais; nem lhes é permitido pensar que a Igreja de Cristo hoje já não exista em parte alguma, tornando-se, assim, um mero objeto de procura por parte de todas as Igrejas e comunidades. Os elementos desta Igreja já realizada existem, reunidos na sua plenitude, na Igreja Católica e, sem essa plenitude, nas demais comunidades” (Roma, Congregação para a Doutrina da Fé: Declaração Dominus Iesus n° 17).
    As promessas de Jesus Cristo de nunca abandonar a sua Igreja (Mateus 16,18; 28,20) e de guiá-la com o seu Espírito (João 16,13) comportam que, segundo a fé católica, a unicidade e unidade, bem como tudo o que concerne a integridade da Igreja, jamais virão a faltar.
    O devido respeito pela liberdade religiosa e a sua promoção de modo algum podem justificar uma indiferença perante a história bimilenar da Igreja. Pelo contrário, é o próprio amor à Deus e ao próximo que incita os católicos a anunciar a todos a verdade sobre Cristo e sobre a unicidade e subsistência de sua Igreja que para todos permanece una, santa, católica e apostólica. Neste caso não se trata de proselitismo, no sentido negativo atribuído a este termo. Citando o Papa Bento XVI, recentemente o excelentíssimo Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, afirmou que “a Igreja Católica cresce não por proselitismo, mas por atração” . Segundo a legislação canônica da Igreja, “jamais é lícito a alguém levar os homens a abraçar a fé católica por coação, contra a própria consciência” (Código de Direito Canônico, cânon 748 § 2).
Luís Eugênio Sanábio e Souza
ESCRITOR

sexta-feira, 30 de março de 2012

VIVER A SEMANA SANTA

         Para muitos, um feriado; para outros, uma devoção; para o comércio, oportunidade fantástica de vendas; para outros ainda, um momento especial de meditação, oração e renovação da fé. E para você, o que significa “viver a semana santa”?

            Existe um jeito, um lugar, um momento muito especial no qual aprendemos a “viver a semana santa”. É o que nos aponta o saudoso Papa VI: “Se há uma liturgia que deveria encontrar-nos todos juntos, atentos, solícitos e unidos para uma participação plena, digna, piedosa e amorosa, esta é a liturgia da grande semana. Por um motivo claro e profundo: o Mistério Pascal, que encontra na Semana Santa a sua mais alta e comovida celebração, não é simplesmente um momento do Ano Litúrgico: ele é a fonte de todos as outras celebrações do próprio Ano Litúrgico, porque todas se referem ao mistério da nossa redenção, isto é, ao Mistério Pascal”.

            Eis o sentido do que significa “viver a semana santa”: fazer memória do mistério do amor de Deus que se manifestou na entrega confiante de Jesus ao Pai, até a morte de cruz, por fidelidade à sua missão. Mais ainda, significa celebrar o mistério do amor de Deus que sustentou Jesus em seu calvário e o ressuscitou , Messias e Senhor.

            “Viver a semana santa” significa fazermos memória destas ações maravilhosas de Deus. Mais, saber que estamos “revivendo” todos estes fatos. “De geração em geração, cada um de nós é obrigado a ver-se a si próprio, com os olhos penetrantes da fé, como tendo ele mesmo estado lá no Calvário, na primeira sexta-feira santa, e diante do sepulcro vazio, na manhã da ressurreição. Hoje, todos nós, aqui reunidos para celebrar a eucaristia, estávamos lá, prontos a morrer na morte de Cristo e a ressuscitar em sua ressurreição. Será exatamente nossa comunhão com o corpo sacramental do verdadeiro Cordeiro que nos tornará realmente presentes àquele eterno presente”.

            Concluo com uma parte da homilia de S. Gregório de Nazianzo, bispo do séc. IV que certamente também nos dá uma dica de como “viver a semana santa”: “Se és Simão Cireneu, toma a cruz e segue a Cristo. Se, qual o ladrão, estás crucificado com Cristo, como homem íntegro, reconhece a Deus. Adora aquele foi crucificado por tua causa. Se és José de Arimateia, pede o corpo a quem o mandou crucificar; e assim será tua a vítima que expiou o pecado do mundo. Se és Nicodemos, aquele adorador noturno de Deus, unge-o com perfume para a sua sepultura. Se és Maria, ou a outra Maria, ou Salomé, ou Joana, derrama tuas lágrimas por ele. Levanta-te de manhã cedo, procura ser o primeiro a ver a pedra do túmulo afastada, e a encontrar talvez os anjos, ou melhor ainda, o próprio Jesus” (Liturgia das Horas, vol. II,p.352).

Aí sim, poderemos exclamar: “FELIZ PÁSCOA!”

TEXTO EXTRAÍDO DO LIVRO:
LITURGIA EM MUTIRÃO II
Autor do texto:
Pe. Carlos Gustavo Haas

domingo, 25 de março de 2012

MUNDO VOCACIONAL

Clique na imagem para acessar o blog

O BLOG DO GRUPO VOCACIONAL DE NOVA OLINDA ESTÁ EM PLENO FUNCIONAMENTO;

DIVULGUEM AÍ ENTRE SEUS AMIGOS!!!
mundovocacional.blogspot.com.br



QUE DEUS SEJA SEMPRE A NOSSA FORÇA! 
                                                                         UM FRATERNO ABRAÇO A TODOS. 

sábado, 10 de março de 2012

A DIOCESE DE ZÉ DOCA PREPARANDO A VISITA DA CRUZ E DO ÍCONE DA JMJ

Em ritmo acelerado, a Diocese de Zé Doca está preparando a visita da Cruz e do ícone de Nossa Senhora nos dias 20.21.22 e 23 de abril deste ano 2012. Os dois símbolos da JMJ estão sendo esperados e passarão em todas as Paróquias, embora durante poucas horas vividas intensamente e religiosamente.

A equipe dos jovens está fervendo de atividades e de encontros: é que precisamos nos preparar melhor e ajudar a toda a população para receber esta “visita ilustre” na maneira melhor. Afinal é o presente do Beato João Paulo II aos jovens do mundo inteiro e que já passou por muitos países, chamando milhões de jovens e adultos.
    
Estão ativos e bonitos dois “blogs” que oferecem reflexões, atividades, celebrações e avisos. Acessem e estejam por dentro da nossa organização:
diocesezedoca-ma.blogspot.com & http://jmjdiocesezd.blogspot.com/

Foi preparada uma camiseta pensada e trabalhada em vista dos dias de visita da Cruz, personalizada para a Diocese de Zé Doca. Ela está à venda (R$ 15,00): contatar Padre Alvelino: fones: residencial 98/3373-1569; cel. 8769-2392.

Com a mesma arte foi confeccionado um cartaz para propaganda e animação. Foi preparada também uma Oração: a publicamos para cada um copiá-la, distribuí-la e, sobretudo, rezar com ela. Quando os jovens querem, eles fazem e fazem bonito.

O momento alto da visita será na Catedral de Zé Doca, no dia 20 de abril, às 18,00 hs com a Ordenação diaconal de três seminaristas: Márcio Júnior de Godofredo Viana, Elinaldo Nunes de Cândido Mendes e Pedro Eduardo de Zé Doca.

Estamos esperando, mas não de braços cruzados e sim vigiando e preparando.



ORAÇÃO AOS PÉS DA CRUZ DA JMJ

Senhor Jesus, que carregaste a cruz até o monte Calvário e, pregado nela, morreste para salvar a humanidade, nós Te agradecemos pela visita de Tua cruz á nossa Diocese, Paróquias e Comunidades. Somos o Teu povo neste pedaço do Maranhão bonito, mas tão sofrido.

Sabemos que a Tua ação no mundo é glória da Igreja católica. E temos a certeza: a glória das glórias é a Tua cruz. Com São Paulo dizemos: “Longe de mim gloriar-me a não ser na cruz de Cristo”. Nós Te adoramos e Te bendizemos, porque pela Tua santa cruz remistes o mundo, pois só na Tua morte e ressurreição nós encontramos a salvação.

Pedimos: dai-nos a coragem de não nos envergonharmos da Tua cruz; nós acreditamos que não era um simples homem quem por nós a carregou e morreu crucificado nela, mas eras Tu, o Filho de Deus feito homem.

           Maria, Tua mãe e mãe da Igreja, presente na hora da Tua paixão, e agora ao lado da Tua cruz, guie os jovens, todo homem e mulher, com carinho e força, para viver a cruz que carregam todo dia.

Amém.




Na celebração do encerramento da Porta Santa, ao término do Ano Santo da Redenção (25 de março de 1983 a 22 de abril de 1984), que teve como tema: “Abri as Portas ao Redentor”, o Papa João Paulo II desejou entregar a Cruz de 3,80 m aos jovens, confiando a eles a tarefa de irem pelo mundo anunciar Jesus Cristo a todos os povos. Estas foram as Palavras do Papa: “Meus queridos jovens, ao concluir este Ano Santo, confio-vos o símbolo deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Levai-a pelo mundo afora como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciai a todos que só na morte e ressurreição de Cristo é que poderemos encontrar salvação e redenção”

O Padre Eric Jacquinet, encarregado pela Santa Sé de organizar as JMJ, afirmou: “O Beato João Paulo II queria organizar não somente um encontro internacional de jovens, mas um encontro deles com Jesus Cristo e com a Igreja presente em todo o mundo. Queria que tivessem esta experiência de descobrir Jesus Cristo na Igreja”.

quarta-feira, 7 de março de 2012

CONFIANÇA NA IGREJA CATÓLICA CRESCE


Confiança na Igreja Católica cresce 4% em um ano, segundo FGV A Fundação Getúlio Vargas (FGV) faz pesquisa e publica o índice de confiança dos brasileiros nas instituições. Em 2010, antes das eleições, no primeiro semestre, a Igreja Católica ocupava a sétima posição no ranking, com 34% de confiança.

Em 01.07.2010, publicamos, sob o título Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, a recomendação aos diocesanos para que não votassem na candidata Dilma Rousseff, no PT e em todos os partidos e candidatos que tinham como proposta a descriminalização do aborto, que é um assassinato de uma pessoa inocente e indefesa.

Depois dos debates sobre o aborto e uma "agenda de valores" nas eleições, a Igreja saltou do sétimo lugar, com 34%, para o segundo lugar (AQUI), atingindo 54% de confiança. Essa variação de 20% correspondeu a um acréscimo de 38 milhões de brasileiros que voltaram a ter confiança na Igreja Católica.

A FGV publicou nova pesquisa recentemente, referente ao último trimestre de 2011, na qual ouviu 1.550 brasileiros, distribuídos por todos os estados. As Forças Armadas permaneceram em primeiro lugar, a Igreja Católica manteve o segundo e o Ministério Público subiu para terceiro lugar na confiança dos brasileiros.

Na comparação entre a pesquisa do final de 2010, quando a Igreja alcançou 54% de aprovação, com a do final de 2011, quando atingiu 58%, observa-se um crescimento de 4%, em um ano. Isso significa que, dos 190 milhões de brasileiros, mais 7,6 milhões passaram a considerar a Igreja Católica uma das instituições brasileiras mais confiáveis. Ter 58% de confiança da população brasileira significa que 110,2 milhões de brasileiros consideram a Igreja Católica confiável.

Estamos jubilosos, juntamente com todos os católicos e cristãos. E Jesus Cristo está crescendo!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quaresma segundo a liturgia


QUARESMA  SEGUNDO A LITURGIA

O Tempo da Quaresma vai  da 4ª-feira de Cinzas até à Missa da Ceia do Senhor, exclusive. É o tempo para preparar a celebração da Páscoa.

"Tanto na Liturgia quanto na catequese litúrgica esclareça-se melhor a dupla índole do tempo quaresmal que, principalmente pela lembrança ou preparação do Batismo e pela penitência, fazendo os fiéis ouvirem com mais freqüência a palavra de Deus e entregarem-se à oração, os dispõe à celebração do mistério pascal". ( Sacrosantum Concilium, n. 109).

Durante este tempo, é proibido ornar o altar com flores; o toque de instrumentos musicais só é permitido para sustentar o canto.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove este ano, durante a Quaresma, a Campanha da Fraternidade, cuja finalidade principal é vivenciar e assumir a dimensão comunitária e social da Quaresma. A Campanha da Fraternidade ilumina de modo particular os gestos fundamentais desse tempo litúrgico: a oração, o jejum e a esmola.

Neste ano, o tema da Campanha é: "Fraternidade e saúde pública", e o lema: "Que a saúde se difunda sobre a terra" (cfr. Eclo, 38,8).

Nesta 4ª-feira de Cinzas é dia de jejum e abstinência.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

QUARESMA? DE NOVO?

“QUARESMA? DE NOVO?”
        Assim mesmo respondeu Beppy à mãe que o informava e advertia: “Depois das festas de Carnaval, nós todos, papai, mamãe, Loredana sua irmã e você, iremos até à Matriz para receber as cinzas sobre nossas cabeças, pedir perdão do nossos erros e começar a Quaresma. No mesmo dia haverá também – assim me falou padre Luís – a abertura da Campanha da Fraternidade 2012”. Este ano iremos refletir e rezar para que todos tenham muita saúde, e os hospitais do Brasil todo sejam bem melhores, mais equipados e atendam com carinho a todos os doentes”.
        “Quaresma? Campanha da Fraternidade? De novo, mamãe” – falou Beppy, pisando forte no chão e se jogando no sofá.
               Pois é: quaresma, de novo!!
               Refletindo sobre esta resposta de Beppy, pensei no “tempo”. O tempo, para mim, é a “coisa” mais honesta e justa que possa existir. Um ano, um mês, uma semana, um dia, uma hora, um minuto, um segundo... tem a mesma duração para todos os homens de todos os tempos e de todas as latitudes. Aí sim que não há distinção de pessoas. O cumprimento de um segundo é exatamente igual para o rico e para o pobre, para o branco e para o negro, para o ‘estudado’ e para o analfabeto...
             Todos iguais perante o tempo, mas, no entanto, o tempo não é igual para todos, não é vivido de maneira igual para todos.
        Uma hora, para quem está vivendo uma situação de alegria,  como a formatura, um aniversário, uma conquista, uma promoção...  aparece tão curta que dá vontade  da hora ter mais dos sessenta minutos... dá vontade de esticar o tempo, quase pudesse parar para viver melhor  e com mais intensidade aquela situação de alegria.
        A mesma hora, para quem está num hospital ou está sofrendo um momento triste como o falecimento de um filho, uma doença incurável, um fracasso na vida, um acidente, uma dificuldade familiar, uma preocupação financeira... parece tão longa, dolorosa, demorada demais, parece não passar nunca...
              Talvez, inconscientemente, Beppy viveu esta situação quando deu aquela resposta à mãe. Há também o ditado: “Esta ou aquela coisa é longa, demorada como a Quaresma”. Não é o fato dos quarenta dias, mas a sensação que os quarenta dias sejam mais cumpridos do que outros quarenta dias do ano. Esta idéia passou no nosso inconsciente e vivemos a Quaresma como um momento pesado, que gostaríamos passasse logo, bem ligeirinho e a Páscoa fosse já bem aí, na próxima semana.
              Por que tudo isso?
        Talvez porque pensamos ainda o tempo de Quaresma como momento triste, sem alegria alguma, a ser vivido de cara fechada, sem sorrisos; talvez por não entender, ou não levar suficientemente a sério, os compromissos quaresmais. A Quaresma é tempo de seriedade, compromisso e austeridade, mas não de tristeza.
        A nós, que não temos o costume – mas que é também uma necessidade - da oração, da reflexão, da meditação sobre a Palavra de Deus, a Quaresma pede mais oração: nós achamos isso pesado e, por isso, o tempo não passa.
              A nós, que não temos o costume de aceitar e oferecer a Deus momentos difíceis da vida - embora não possamos fugir destes momentos de sacrifício - a Quaresma nos pede jejum e sacrifícios, até procurados, para treinar e fortalecer o nosso espírito e colaborar com o Sacrifício de Cristo, em desconto dos nossos pecados.
Por isso o tempo não passa.
              Lembro que, em outros tempos, nas famílias cristãs, cada componente escolhia um gesto para ser vivido durante os quarenta dias: o pai, por exemplo, escolhia de não fumar ou de não tomar cafezinho...; a mãe escolhia de não ir toda semana no salão...; os filhos escolhiam de não comer sorvete, não comprar historinhas em quadrinhos... e - o compromisso maior - colocar numa caixinha o dinheirinho poupado e levar o “bolo”, ao término da Quaresma, ao Padre Luís, na Matriz em favor da Campanha da Fraternidade. Sim, porque viver bem a Quaresma é também praticar mais a caridade, saber olhar para quem precisa do nosso apoio e do fruto dos nossos sacrifícios.
              Por todos esses motivos, Beppy exclamou: “Quaresma? De novo?”.
        “Coisas de outros tempos” - alguém poderia dizer. Mas eu sei que, no mundo todo, em todas as Igrejas, estes são os compromissos pregados para todos os cristãos. A Palavra de Deus está aí, bem clara. Juntando os esforços e as pequenas colaborações de adultos e pequenos, a Igreja do Brasil, por exemplo, está realizando grandes projetos. Sobretudo o projeto que, na verdade, é uma necessidade, de nos educarmos mais à oração, ao sacrifício em favor dos irmãos e à caridade.
              O tema da Campanha da Fraternidade completa o projeto sensibilizando a sociedade inteira sobre um problema crucial da vida humana. Este ano é a saúde: “Que a saúde si difunda sobre a terra” (Eclo 38,8). 
Boa Quaresma em vista de uma Feliz Páscoa!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ROTEIRO DA CRUZ E DO ÍCONE DA JMJ
 visitando todas as Paróquias da Diocese de Zé Doca


 – 20 de abril de 2012


- 08,00 hs: a Diocese de Viana entrega a Cruz e o Ícone na ponte do rio Pindaré e carreata até Bom Jardim


BOM JARDIM E SÃO JOÃO DO CARÚ: das 9,30 às 12,00 hs


NEWTON BELLO: das 12,30 hs até 15,30 hs


ZÉ DOCA:
- as 16,00 hs (Posto 4)
- às 18,00 hs: Ordenação Diaconal de Márcio Júnio, Pedro Eduardo e Elinaldo Nunes
- celebrações até 02,00 hs (21 de abril)


- 21 de abril de 2012 


 - ARAGUANÃ: das 02,30 até às 07,00 hs
 - NOVA OLINDA: das 07,30 às 10,30 hs
 - SANTA LUZIA DO PARUÁ: das 11,00 às 14,00 hs
 - PRESIDENTE MÉDICI E CENTRO DO GUILHERME: das 14,30 às 17,30 hs
 - MARANHÃOZINHO: das18,00 às 20,30 hs
 - GOV. NUNES FREIRE: das 21,00 às 01,00 (22 de abril) 


 22 de abril de 2012


 - MARACAÇUMÉ E CENTRO NOVO: das 01,30 às 07,00 hs
 - BOA VISTA DO GURUPI E JUNCO DO MARANHÃO: das 08,00 às 11,00 hs
 - AMAPÁ DO MARANHÃO: das 12,00 às 14,00 hs 
 - CÂNDIDO MENDES: das 15,30 às 18,30 hs
 - GODOFREDO VIANA: das 19,00 às 21,00 hs 
 - LUÍS DOMINGUES: das 21,30 às 24,00 hs
 - CARUTAPERA: das 00,30 às 06,00 hs (23 de abril) 


 23 de abril de 2012:
às 09,00 entrega dos símbolos à Diocese de Pinheiro em Turilândia


 PARA UMA BOA ORGANIZAÇÃO: 

1. Caminhão, revisado e abastecido, para os símbolos ( Diocese) 
2. Um carro-som (cada Paróquia deve providenciar) 
3. Água mineral para quem tem sede (cada Paróquia) – barraquinhas para venda de comidas e bolos... 
4. Faixas e cartazes (cada Paróquia)
5. Avisar a Polícia Rodoviária Federal (Diocese)
6. Avisar a Polícia Militar (cada Paróquia) 
7. Assistência de uma Ambulância (cada Paróquia)
8. Guardas para segurança dos símbolos (cada Paróquia) 
9. Velas (cada Paróquia) 
10. Cantos – animação – fogos... (cada Paróquia) 
11. Banheiros (químicos ?) suficientes 
12. Vendas das camisetas (todas iguais – vender muito antes para financiar as despesas – a Coordenação providencia a confecção) 
13. Convite a todos, jovens e adultos, de todos os povoados e Comunidades de perto e de longe
14. Usar capacidade inventiva e criativa nos trajetos de carreatas, nas celebrações... 
15. Precisamos de chuva, mas... tomara não chova muito naqueles dias!!! (é já pedir demais!?!? Deus sabe!) 
 A Comissão organizadora da visita da Cruz
Caros Padres,
Caros Religiosos e Religiosas,
Caros Animadores e Agentes de Pastoral, 
Caras Comunidades e Povo de Deus da nossa Diocese.

Espero que esta carta encontre a todos em saúde e bem animados no trabalho pastoral. É isso que Deus espera de nós e do nosso Ministério de Sacerdotes Ordenados e Sacerdotes pelo Batismo: o nosso Objetivo Geral do Plano de Pastoral é “Evangelizar”. A todos/as as minhas saudações.

 Esta carta é uma série de avisos em vista dos próximos compromissos que acontecerão em breve e que estão programados para o ano todo, a fim de realizar os objetivos e as prioridades do nosso V Plano Diocesano de Pastoral. 

Peço a todos de tomar nota e colocar esta carta sempre bem em vista e quase “de cabeceira”: fazendo assim talvez não seja sempre necessário relembrar os compromissos com cartas ou telefonemas.

1. Acompanha esta carta a Programação dos Encontros de Pastoral que acontecerão ao longo do ano. Eventuais modificações serão comunicadas com tempo pelas Coordenações responsáveis para cada encontro.

2. Vai também o Roteiro dos símbolos – Cruz e Ícone de nossa Senhora – durante a visita nas Paróquias da nossa Diocese de 20 a 23 de abril desta ano. Este será um grande momento de Graça para a Diocese, para as Paróquias e para o nosso povo. Todo empenho e trabalho será certamente abençoado por Deus e os frutos aparecerão ao longo da vida das Comunidades e da juventude. Cada Paróquia é convidada a mobilizar toda a Sociedade Civil, Religiosa, as Pastorais, os Sindicatos, os idosos, os doentes, os estudantes das Escolas e o Povo de Deus em geral.

3. No dia 20 de abril, durante a visita dos símbolos da JMJ, às 18,00 hs, na Catedral de Santo Antônio (Zé Doca) haverá a Ordenação Diaconal de três jovens da nossa Diocese: contamos com a presença de caravanas vindas de todas as Paróquias para receber a Cruz e o ícone da JMJ à 16,00 hs e participar da Ordenação Diaconal.

4. O Retiro espiritual do Clero este ano volta a acontecer no Cenóbio de Castanhal do dia 27 (janta) de fevereiro até o dia 2 (almoço) de março. É tempo de Quaresma e nada mais oportuno para nos prepararmos à Páscoa do Senhor, ressurreição para Ele, para nós e para o povo todo. Este ano ao Retiro participarão somente os Padres, pois estarão presentes outras três Diocese (Castanhal, Abaetetuba e Bragança do Pará) que não levam os/as Religiosos/as: estes/as Irmãos/ãs sempre participam do Retiro nas próprias Congregações. 

5. a) A Congregação das Irmãs Franciscanas Missionárias de Susa confirmaram por dois anos (pelo menos) a presença na Comunidade do Paruá. Notícia que nos alegra e pela qual agradecemos a Deus.

b) As Irmãs da Sagrada Família de S. Emília de Rodat, que já trabalharam tantos anos em Godofredo Viana e em Newton Bello, irão abrir uma nova Comunidade em Centro Novo. Bem-vindas e muitos agradecimentos.

c) A nossa Diocese vai assumir, nos próximos meses, a responsabilidade pastoral da Comunidade de São João do Carú, com os 20 povoados do Município, em pleno acordo com o Provincial dos Frades Franciscanos Conventuais: a eles o nosso obrigado – grande que não tem tamanho – pelo serviço pastoral prestado ao longo de tantos anos. Quem mais agradece é o povo de São João do Carú.

6. Lembro a data da Consagração dos SS. Óleos em Luís Domingues no dia 29 de março, quinta-feira antes da Semana Santa. Naquele mesmo dia, depois do almoço das 14,00 hs às 17,00 hs se reunirá o Conselho Diocesano de Pastoral (Padres, representantes dos/das Irmãos/ãs, coordenadores das Pastorais diocesanas... como de costume) e às 18,00 hs haverá a Consagração dos SS. Óleos à qual estão convidadas pessoas, quantas mais melhor, de todas as Paróquias. Vamos lá bem numerosos.

7. Lembro aos Párocos de providenciar e enviar breve (ou telefonar) o resultado da estatística pedida pelo Vaticano a propósito dos Batizados ( de 0 anos a 1 ano; de 1 ano até 7 anos; de 7 anos em diante) e Casamentos realizados no ano de 2011.

8. Lembro também de enviar urgentemente o dinheiro arrecadado durante a Campanha de Evangelização 2011. Já está às portas a Campanha da Fraternidade 2012: a este propósito cada Pároco e Comunidade prepare na melhor forma possível a abertura solene da CF-2012: que tal todos fazer a abertura no 1º Domingo de Quaresma? 

Com a bênção de Deus. 
 + Carlo Ellena
 Bispo da Diocese de Zé Doca