OBJETIVO GERAL

OBJETIVO GERAL: Criar e fortalecer comunidades eclesiais missionárias enraizadas na Palavra de Deus e nas realidades da diocese, tendo a missão como eixo fundamental.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

ABERTURA DA ESCOLA DIACONAL BOM SAMARITANO





Aconteceu no final de semana dos dias 13 e 14 de Fevereiro de 2016, no Centro Diocesano São João XXIII em Zé Doca - MA, a abertura oficial da Escola Diaconal Bom Samaritano da Diocese de Zé Doca – MA.

Com a assessoria do Diácono Permanente Ferdnando Costa e sua esposa Mércia Regina da Paróquia Santa Inês da Diocese de Viana – MA, aconteceu o primeiro encontro-estudo sobre o Diaconato Permanente.

Participaram desse encontro acompanhados de suas esposas, 13 (treze) senhores que após indicação dos seus respectivos Párocos e avaliação dos critérios, foram acolhidos como alunos da primeira turma dessa Escola Diaconal. São eles:

- Isaías Silva Rocha e sua esposa Edinalva do Nascimento Rocha (Paróquia Catedral Santo Antônio – Zé Doca – MA);

- Joselito Oliveira Maciel e sua esposa Kátia Cilene Maciel (Paróquia Catedral Santo Antônio – Zé Doca – MA);

- Pedro Bezerra de Morais Junior e sua esposa Eudna Alves dos Santos Morais (Paróquia Catedral Santo Antônio – Zé Doca – MA);

- Balbino Gomes Neto e sua esposa Rejane Santos Gomes (Paróquia São Pedro – Maranhaozinho – MA);

- Paulo Goveia dos Santos e sua esposa Anailde Alves Menezes (Paróquia São Pedro – Maranhaozinho – MA);

- Flávio Ferreira de Sousa e sua esposa Ivone Fonseca Lira (Paróquia São João Batista – Centro do Guilherme – MA);

- Francisco Graciano de Araújo e sua esposa Maria da Conceição Santana (Paróquia São João Batista – Centro do Guilherme – MA)

- Genival Marques Mesquita e sua esposa Juceleia Ribeiro Mesquita (Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Governador Nunes Freire – MA);

- Gilmar Paiva de Almeida e sua esposa Maria Gerlândia Santos de Almeida (Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Governador Nunes Freire – MA);

- Josenito Vieira de Oliveira e sua esposa Marizete Pereira de Oliveira (Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Governador Nunes Freire – MA);

- Ulisses Maranhão e sua esposa Rosilene Oliveira (Paróquia Nossa Senhora Imaculada Conceição – Maracaçumé – MA);

- João Bezerra da Silva e sua esposa Maria Antônia Sansão da Silva (Paróquia São Pedro Apóstolo - Centro Novo do Maranhão – MA);

- Raimundo Nazareno Nina Saraiva e sua esposa Odaisa de Maria Baltazar Saraiva (Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Cândido Mendes – MA);

Também participou desse encontro como ouvinte, o missionário da Comunidade Católica Servos da Divina Misericórdia Getúlio Carlos da Silva, que atualmente reside na Paróquia São Sebastião em Carutapera – MA.

Dom João Kot, OMI, Bispo de Zé Doca – MA, se fez presente no início dos trabalhos no dia 13, onde acolheu a todos e falou acerca da importância daquele momento histórico da nossa Diocese.

Padre Pedro Eduardo, Reitor da Escola Diaconal, também acolheu a todos, introduziu a temática do encontro e a programação do final de semana.

Após a apresentação de todos, o Diácono Ferdnando deu início a temática do encontro, e ao longo do dia discorreu sobre o histórico e a vocação do Diaconato Permanente.

Na manhã do dia 14, houve a celebração da Santa Missa na Catedral de Santo, presidida por Dom João Kot, OMI, concelebrada por Monsenhor Raimundo Brito, Vigário Geral da Diocese e Pároco da Catedral de Santo Antônio, por Padre Pedro Eduardo, Reitor da Escola Diaconal, por Padre Elinaldo Nunes, Pároco da Paróquia São Pedro de Centro Novo, com a presença de todos os alunos da Escola Diaconal e suas esposas.

Após a Santa Missa, o Diácono Ferdnando e sua esposa Mércia trataram sobre o Diaconato Permanente e a Família. Dom João Kot, OMI, e Padre Pedro Eduardo fizeram as considerações e os agradecimentos, e em seguida houve o almoço de confraternização encerrando o encontro.






































quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

NOTA DO PRESIDENTE DO REGIONAL NORDESTE 5 DA CNBB


Eu ouvi o clamor do meu povo (cf. Ex 3, 9)

(Nota do Presidente do Regional Nordeste 5 da CNBB)

          Como Presidente do Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, neste tempo especial de vivência da misericórdia divina, dirijo-me à sociedade brasileira e aos governos federal e estadual.

          Em 27 de janeiro de 2016, por ocasião de nossa Assembleia Anual, todos nós, bispos católicos do Maranhão, tivemos oportunidade de visitar o povo indígena Gamela, no município de Viana-MA. Na ocasião, pudemos nos inteirar da situação desse povo que, há décadas, luta contra a invasão de seu território e, por isso, tem sofrido constantes ameaças, inclusive de mortes. Nos últimos dias, há notícias da existência de uma lista com nomes de lideranças do povo a serem assassinadas.

          Diante da gravidade da situação solicito:

          1. À Fundação Nacional do Índio (FUNAI) a constituição do Grupo de Trabalho para Identificação e demarcação da terra indígena Gamela. 

          2. Aos órgãos de defesa e proteção dos Direitos Humanos que intervenham para garantir a integridade física do povo indígena Gamela. 

          3. Aos órgãos de Segurança Pública que investiguem as ameaças e a possibilidade de existência de pistoleiros na região. 


          O papa Francisco, em sua visita ao México, dirigindo-se aos povos indígenas, afirmou: "O desafio ambiental que vivemos e as suas raízes humanas têm a ver com todos nós e nos interpelam. (...) Nisso, vocês têm muito a nos ensinar. (...) Os vossos povos, como já reconheceram os bispos da América Latina, sabem relacionar-se harmoniosamente com a natureza". E, citando o Livro Sagrado do Povo Maia, disse: "Um desejo de viver em liberdade tem sabor de terra prometida”.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ZIKA VÍRUS: PEÇA PROVIDENCIAL PARA A ESTRATÉGIA DO ABORTO


          O aborto é uma ação tão má, antinatural e prejudicial que, para ser aceito na sociedade precisa de toda uma estratégia de ação, visando o convencimento das pessoas, que são levadas propositalmente ao erro. Quando surgiu o alarde a respeito do zika vírus e sua ligação com a microcefalia as pessoas atentas às estratégias antivida logo perceberam que uma nova fase deste plano estava sendo colocada em prática. Não demorou para a confirmação. Em poucas semanas figuras do governo, da mídia e do movimento feminista se apressaram e cobrar a liberação do aborto em caso de microcefalia.
Estratégia
         Estamos diante de uma tática conhecida do movimento abortista: explorar casos de comoção social, primeiramente alardeando-os e, depois, no auge da ebulição das dúvidas angustiantes do momento, propor a legalização o aborto. A estratégia visa dois fins: 1) abrir um precedente para o aborto para um caso específico e, com isso, 2) ampliar as legalizações já existentes, de forma que, em determinado momento, dadas tantas legalizações pontuais, não haja mais por que não legalizar definitiva e totalmente o aborto.
          Esta estratégia fora usada nos EUA, até a legalização do aborto naquele país. Em 1973 uma gestante entrou com um pedido de permissão para abortar, por estar grávida devido a um estupro. A disputa jurídica, conhecida como Roe x Wade, foi favorável ao aborto, gerando uma ação em cascata que, como dissemos, legalizou totalmente o aborto naquele país. Acontece que o caso foi premeditado, pois a mulher, Jane ROE, não havia sido estuprada. Ela admitiu que mentiu como estratégia para legalizar o aborto!
          No Brasil acompanhamos recentes exemplos claros desta estratégia. Uma adolescente estuprada em Alagoinha, Pernambuco, em 2009, teve sua tragédia explorada ao máximo, finalizando com o aborto (embora os seus pais da jovem fossem contrários!). Também recentemente assistimos ao debate sobre a anencefalia (outra forma de má formação cerebral). Para não dizermos aqui da manipulação das células troncos embrionárias, também uma forma de aborto, apresentadas como salvação para as pessoas em cadeiras de rodas, o que já se comprova como infundado.
          O imediatismo é outra característica desta ação premeditada. Após explorar um fato, com toda sorte da alarmismo na mídia, algum grupo logo se propõe a levar ao STF, a corte máxima da justiça brasileira, o pedido de legalização do aborto. Também isto é parte da estratégia. Propositalmente não se leva a questão ao legislativo, pois sabe-se que ali, onde há representantes eleitos pelo povo, a questão do aborto não passa, uma vez que a ampla maioria dos brasileiros é contrária ao assassinato de bebês. Leva-se a questão aos Ministros, cuja colegialidade atual foi quase toda apontada pelo Governo de esquerda que há anos governa este país e que tem no aborto um dos seus objetivos.
          Em todos estes casos, no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo afora há um padrão de ação: explora-se um caso grave, gera-se comoção social e busca-se a legalização do aborto para aquele caso (estupro, anencefalia, microcefalia, etc). Uma vez que a sociedade tiver aceitado várias exceções para a lei que proíbe o aborto, o cenário está pronto para sua legalização total no país.
Os interessados
          Aqueles que estão ávidos em legalizar o aborto, usando das circunstancias que se apresentem no momento, não são pessoas ignorantes. São grupos financiados por grandes Fundações, geralmente Estadunidenses, que derramam rios de dinheiro nos países pobres para promover o controle populacional, para o qual o aborto tem uma função eminente. O argumento utilizado, entre outros, é que abortar crianças com deficiência é um “direito humano”. [1]
          Une-se ao conluio das ONGs, Fundações e da mídia o próprio governo de esquerda do nosso pais que, com o então presidente Lula, já se comprometeu oficialmente junto à ONU com a legalização do aborto no Brasil[2].
          O que estamos assistindo, como já denunciado em outros textos pró-vida, é a legalização da eugenia, ou seja, de uma limpeza racial. Definimos quem pode ou não nascer, segundo nossas conveniências financeiras e padrões estéticos. Ontem o direito de nascer foi negado às crianças com anencefalia, hoje aos com microcefalia e amanhã aos que não tem olhos verdes… Estamos regredindo como sociedade ao plano moral das tribos mais subdesenvolvidas, como de certos índios que matam seus filhos deficientes recém nascidos.
Mas e a realidade da microcefalia?
          Ao denunciarmos a orquestrada tática de manipulação social que os defensores do aborto fazem, usando desta tragédia que é a microcefalia, não estamos de forma alguma relativizando-a. A microcefalia é algo muito sério, uma questão de saúde pública. Porém jamais o aborto, ou seja, o assassinato de um ser humano indefeso, deve ser o meio para sanar um problema, pelo simples fato que uma vida é digna, independente de suas condições. Além do mais, há outros fatores a ponderar:
– admitir o aborto nestes casos é, como já dito, aceitar a tática da indústria do aborto para legalizá-lo totalmente no país;
– muitas crianças com microcefalia terão uma vida muito saudável, como o caso da jovem que tornou-se jornalista[3]. Vamos abortar “preventivamente” todas estas crianças?
– ainda não está devidamente confirmado que o vírus zika é o causador da microcefalia; somente um número menor de casos teve esta confirmação.
– não podemos nos nivelar por baixo na luta contra enfermidades. Somos um povo altamente capaz, que deve usar de seus recursos financeiros e tecnológicos para vencer esta praga. Usando uma comparação, não se descriminaliza o assassinato como forma de combater a altas taxas de homicídio no país.
“Reivindicar o direito ao aborto e reconhecê-lo legalmente, equivale a atribuir à liberdade humana um significado perverso e iníquo: o significado de um poder absoluto sobre os outros e contra os outros. Mas isto é a morte da verdadeira liberdade.” (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 20)
Pe. Silvio Roberto, MIC
Diretor da Casa Pró-Vida Mãe Imaculada

VISITAR OS DOENTES


Por Dom Fernando Arêas Rifan*

            Visitar os enfermos é uma das obras de misericórdia corporal, assim como consolar os aflitos é umas das obras de misericórdia espiritual. Ambas são inseparáveis.

            Nesse mês, exatamente no dia 11, ocorreu a XXIV Jornada Mundial do Doente, que coincidiu com a festa de Nossa Senhora de Lourdes, porque ali afluem milhares de enfermos de todos os países e continentes para pedir a cura e a consolação, pela intercessão de Nossa Senhora, que a muitos tem curado e a todos consolado. Além dos milagres de cura corporal, ali acontecem conversões de milhares de pecadores, a cura da alma e o consolo das aflições.

            Em sua mensagem para essa jornada, o Papa Francisco nos convida a meditar “a narração evangélica das bodas de Caná (Jo 2, 1-11), onde Jesus realizou o primeiro milagre a pedido de sua Mãe. O tema escolhido –Confiar em Jesus misericordioso, como Maria: ‘Fazei o que Ele vos disser’ – insere-se muito bem no âmbito do Jubileu Extraordinário da Misericórdia”

“A doença, sobretudo se grave, põe sempre em crise a existência humana e suscita interrogativos que nos atingem em profundidade. Por vezes, o primeiro momento pode ser de rebelião: por que havia de acontecer precisamente a mim? Podemos sentir-nos desesperados, pensar que tudo está perdido, que já nada tem sentido... Nestas situações, a fé em Deus se, por um lado, é posta à prova, por outro, revela toda a sua força positiva; e não porque faça desaparecer a doença, a tribulação ou os interrogativos que daí derivam, mas porque nos dá uma chave para podermos descobrir o sentido mais profundo daquilo que estamos vivendo; uma chave que nos ajuda a ver como a doença pode ser o caminho para chegar a uma proximidade mais estreita com Jesus, que caminha ao n osso lado, carregando a Cruz. E esta chave é-nos entregue pela Mãe, Maria, perita deste caminho”.

“O banquete das bodas de Caná é um ícone da Igreja: no centro, está Jesus misericordioso que realiza o sinal; em redor d’Ele, os discípulos, as primícias da nova comunidade; e, perto de Jesus e dos seus discípulos, está Maria, Mãe providente e orante. Maria participa na alegria do povo comum, e contribui para aumenta-la; intercede junto de seu Filho a bem dos esposos e de todos os convidados. E Jesus não rejeitou o pedido de sua Mãe. Quanta esperança há neste acontecimento para todos nós! Temos uma Mãe de olhar vigilante e bom, como seu Filho; o coração materno e repleto de misericórdia, como Ele; as mãos que desejam ajudar, como as mãos de Jesus que dividiam o pão para quem tinha fome, que tocavam os doentes e os curavam. Isto enche- nos de confiança, fazendo-nos abrir à graça e à misericórdia de Cristo. A intercessão de Maria faz-nos experimentar a consolação, pela qual o apóstolo Paulo bendiz a Deus ‘o Pai das misericórdias e o Deus de toda consolação! Ele nos consola em toda a nossa tribulação, para que também nós possamos consolar aqueles que estão em qualquer tribulação, mediante a consolação que nós mesmos recebemos de Deus’ (2 Cor  1, 3-5). Maria é a Mãe ‘consolada’, que consola os seus filhos”.

 *Bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianney
http://domfernandorifan.blogspot.com.br/

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

BANDA MENSAGEIROS COM CRISTO





Na Diocese de Zé Doca, mas preciso, na Paroquia de São Sebastião em Carutapera, temos a Banda Mensageiros com Cristo.











Uma banda composta de jovens de Carutapera, que cantam músicas católicas, animando festas e eventos.









A quem interessar para contrata-los, é só ligar no numero (98) 984002428, falar com Ilderson.





banda mensageiros com cristo