OBJETIVO GERAL


OBJETIVO GERAL:
Evangelizar a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (Jo 10,10), rumo ao Reino definitivo.


sábado, 25 de junho de 2011

Divulgados os nomes dos eleitos para as
Comissões Episcopais Pastorais da CNBBA CNBB divulgou, neste sábado, 25, a lista com os nomes dos bispos eleitos para compor as 12 Comissões Episcopais Pastorais da CNBB. Ao contrário dos presidentes de cada Comissão, que são eleitos pela Assembleia Geral, os membros das Comissões são escolhidos, por eleição, pelo Conselho Permanente.

As eleições foram um dos principais pontos de pauta da primeira reunião do novo Conselho Permanente, na semana passada, dias 15 a 17. Foram escolhidos os bispos para compor outras Comissões e Conselhos que fazem parte da estrutura da CNBB. Há Conselhos e Comissões cujos membros são nomeados pela Presidência.

O número de membros de cada Comissão não é o mesmo, variando de três a seis, incluído seu presidente.

Confira, abaixo, a lista dos eleitos e nomeados, incluindo os respectivos suplentes.

Eleitos pelo Conselho Permanente

1. Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada

  • Dom Pedro Brito Guimarães, arcebispo de Palmas (TO) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Esmeraldo Barreto de Farias, bispo de Santarém (PA)
  • Dom Jaime Spengler, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS)
  • Dom Waldemar Passini Dalbello, bispo auxiliar de Goiânia (GO)

2. Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato

  • Dom Severino Clasen, bispo de Araçuaí (MG) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Giovane Pereira de Melo, bispo de Tocantinópolis (TO)
  • Dom Milton Kenan Júnior, bispo auxiliar de São Paulo (SP)
  • Dom Pedro José Conti, bispo de Macapá (AP)

3. Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Eclesial

  • Dom Sérgio Braschi, bispo de Ponta Grossa (PR) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Armando Martin Gutierrez, bispo de Bacabal (MA)
  • Dom Edson Tasquetto Damian, bispo de São Gabriel da Cachoeira (AM)

4. Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética

  • Dom Jacinto Bergman, arcebispo de Pelotas (RS) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom José Antônio Peruzzo, bispo de Palmas-Francisco Beltrão (PR)
  • Dom Paulo Mendes Peixoto, bispo de São José do Rio Preto (SP)

5. Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé

  • Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Filippo Santoro, bispo de Petrópolis (RJ)
  • Dom Murilo Krieger, cardeal arcebispo de Salvador (BA)
  • Dom Paulo Cezar Costa, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)
  • Dom Pedro Cipolini, bispo de Amparo (SP)

6. Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia

  • Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Edmar Peron, bispo auxiliar de São Paulo (SP)
  • Dom Fernando Panico, bispo de Crato (CE)

7. Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-Religioso

  • Dom Francesco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Benedito Araújo, bispo coadjutor de Guajará-Mirim (RO)
  • Dom Redovino Rizzardo, bispo de Dourados (MS)

8. Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz

  • Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Enemésio A. Lazzaris, bispo de Balsas (MA)
  • Dom José Luiz F. Salles, bispo auxiliar de Fortaleza (CE)
  • Dom José Moreira Bastos, bispo de Três Lagoas (MS)
  • Dom Pedro L. Stringhini, bispo de Franca (SP)
  • Dom Roque Paloschi, bispo de Roraima (RR)

9. Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura, Educação, Ensino Religioso e Universidades

  • Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Flávio Giovenale, bispo de Abaetetuba (PA)
  • Dom Gregório Paixão, bispo auxiliar de Salvador (BA)
  • Dom Tarcísio Scaramussa, bispo auxiliar de São Paulo (SP)

10. Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família

  • Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Antônio Augusto Duarte, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)
  • Dom Joaquim Justino Carreira, bispo auxiliar de São Paulo (SP)

11. Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude

  • Dom Eduardo Pinheiro da Silva, bispo auxiliar de Campo Grande (MS) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Bernardino Marchió, bispo de Caruaru (PE)
  • Dom Vilsom Basso, bispo de Caxias de Maranhão (MA)

12. Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social

  • Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, bispo de Caicó (RN)
  • Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)

13. Comissão Episcopal de Textos Litúrgicos - CETEL

  • Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém (PA)
  • Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA)
  • Dom Dadeus Grings, arcebispo de Porto Alegre (RS)
  • Dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispo de Mariana (MG)
  • Dom Manoel João Francisco, bispo de Chapecó (SC)

Suplentes:

  • Dom Aloísio Alberto Dilli, bispo de Uruguaiana (RS)
  • Dom Hélio Adelar Rubert, arcebispo de Santa Maria (RS)

14. Comissão Episcopal para Tribunais Eclesiásticos de 2ª Instância

  • Dom Airton José dos Santos, bispo de Mogi das Cruzes (SP)
  • Dom Francisco Carlos Bach, bispo de Toledo (PR)
  • Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, bispo de Guarabira (PB)
  • Dom Moacir Silva, bispo de São José dos Campos (SP)

Suplentes:

  • Dom Augustinho Petry, bispo de Rio do Sul (SC)
  • Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu, arcebispo de Vitória da Conquista (BA)

15. Conselho Nacional Pró-Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida

  • Dom Raymundo Damasceno Assis, cardeal arcebispo de Aparecida, presidente da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom José Belisário da Silva, arcebispo de São Luís (MA) e vice-presidente da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom Bruno Gamberini, arcebispo de Campinas (SP)
  • Dom Odilo P. Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo (SP)
  • Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)

Suplentes:

  • Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, arcebispo de Sorocaba (SP)
  • Dom Maurício Grotto, arcebispo de Botucatu (SP)
  • Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, arcebispo de Pouso Alegre (MG)

16. Conselho Diretor do MEB

  • Dom Antônio Fernando Saburido, arcebispo de Olinda-Recife (PE)
  • Dom José González Alonso, bispo de Cajazeiras (PB)
  • Dom José Ronaldo Ribeiro, bispo de Janaúba (MG)
  • Dom Mário Rino Sivieri, bispo de Propriá (SE)

Suplentes:

  • Dom Angelo Pignoli, bispo de Quixadá (CE)
  • Dom Juarez Souza da Silva, bispo de Oeiras (PI)

17. Conselho Econômico

  • Dom Raymundo Damasceno Assis, cardeal arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo de São Félix do Araguaia (MT) e secretário geral da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom Guilherme Antônio Werlang, bispo de Ipameri (GO)
  • Dom Sérgio Arthur Braschi, bispo de Ponta Grossa (PR)
  • Dom Frei Severino Clasen, bispo de Araçuaí (MG)

Suplentes:

  • Dom Francesco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ)
  • Dom Jacinto Bergmann, arcebispo de Pelotas (RS)

18. Conselho Fiscal

  • Dom Caetano Ferrari, bispo de Bauru (SP)
  • Dom João Wilk, bispo de Anápolis (GO)
  • Dom Osvino José Both, arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil -Brasília (DF)

Suplentes:

  • Dom Afonso Fioreze, bispo de Luziânia (GO)
  • Dom Paulo Roberto Beloto, bispo de Formosa (GO)

Nomeados pela Presidência da CNBB

19. Comissão Episcopal para a Amazônia

  • Dom Cláudio Hummes, cardeal arcebispo emérito de São Paulo (Presidente)
  • Dom Erwin Kräutler, bispo do Xingu (PA)
  • Dom Jaime Vieira Rocha, bispo de Campina Grande (PB)
  • Dom Moacyr Grechi, arcebispo de Porto Velho (RO)
  • Dom Sérgio Castriani, bispo de Tefé (AM)

20. Comissão Episcopal Pastoral para a Missão Continental

  • Dom Adriano Ciocca Vasino, bispo de Floresta (PE)
  • Dom Jaime Pedro Kohl, bispo de Osório (RS)
  • Dom José Negri, bispo de Blumenau (SC)

21. Comissão Episcopal Pastoral da Campanha para a Evangelização

  • Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, cardeal arcebispo de Salvador (BA) (Presidente)
  • Dom José Luiz Majella Delgado, bispo de Jataí (GO)
  • Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo de São Félix do Araguaia (MT) e secretário geral da CNBB
  • Dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira (SP)

22. Edições CNBB

  • Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
  • Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo de São Félix do Araguaia (MT) e secretário geral da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF)
Fonte: CNBB NACIONAL
http://www.cnbb.org.br/site/

sexta-feira, 10 de junho de 2011

9ª MISSA DO FESTEJO DE SANTO ANTÔNIO

9ª Missa do Festejo de Santo Antônio foi presidida por
Padre Nato Pároco da Paróquia de Maranhãozinho - MA

Tema do dia:
Matrimônio
MATRIMÔNIO
Cân. 1055,1: - A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão da vida toda, é ordenada, por sua índole natural ao bem dos conjuges e à geração e à educação da prole, e foi elevada, entre os batizados, à dignidade de sacramento por Cristo Senhor.

DEUS MESMO “INVENTOU” O MATRIMÔNIO

De um extremo ao outro, a Escritura fala do casamento e de seu ‘mistério’, de sua instituição e do sentido que lhe foi dado por Deus, de sua origem e de seu fim, de suas diversas realizações ao longo da história da salvação, de suas dificuldades provenientes do pecado e de sua renovação ‘no Senhor’, na nova aliança de Cristo e da Igreja (CIC n.1602).

“A íntima comunhão de vida e de amor conjugal que o Criador fundou e dotou com suas leis é instaurada pelo pacto conjugal, ou seja, pelo consentimento pessoal livre e irrevogável.

A vocação para o Matrimônio está inscrita na própria natureza do homem e da mulher, conforme saíram da mão do Criador.

O casamento não é uma instituição simplesmente humana...em todas as culturas existe un certo sentido de grandeza da união matrimonial... A salvação da pessoa e da sociedade humana está estreitamente ligada ao bem-estar da comunidade conjugal e familiar.

Deus, que criou o homem por amor, também o chamou para o amor, vocação fundamental e inata de todo ser humano...

Que o homem e a mulher tenham sido criados um para o outro, a Sagrada Escritura o afirma quando diz: ‘Não é bom que o homem esteja só’ (Gên 2,18)...

Por isso o homem deixa seu pai e sua mãe, se une à sua mulher, e eles se tornam uma só carne (Gen 2,24)...

Que isso signifique uma unidade indefectível de suas duas vidas, o próprio Senhor no-lo mostra lembrando qual foi, “na origem”, o desígnio do Criador: ‘De modo que já não são dois, mas uma só carne’ (Mt 19,6). (CIC nn. 1603-1605).

QUEM PODE CASAR

Os protagonistas da aliança matrimonial são um homem e uma mulher batizados, livres para contrair o matrimônio e que expressam livremente seu consentimento.

Ser livre’ quer dizer:

- não sofrer constrangimento

- não ser impedido por uma lei natural ou da Igreja.

Se faltar o consentimento, não há casamento. O consentimento consiste num ‘ato humano pelo qual os cônjuges se doam e se recebem mutuamente...O consentimento deve ser um ato da vontade de cada um dos contraentes, livre de violência ou de medo grave externo. Nenhum poder humano pode suprir esse consentimento. Se faltar esta liberdade, o casamento será inválido...

‘O amor conjugal comporta uma totalidade na qual entram todos os componentes da pessoa:

- apelo do corpo e do instinto

- força do sentimento e da afetividade

- aspiração do espírito e da vontade;

- o amor conjugal dirige-se a uma unidade profundamente pessoal, aquela que, para além da união numa só carne, não conduz senão a um só coração e a uma só alma;

- ele exige a indissolubilidade e a fidelidade da doação recíproca definitiva e abre-se à fecundidade.